quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

AGORA É NATAL


FESTIVA NATALINA DO ROTARY CLUBE NATAL - SUL / 2017, SOB O COMANDO DA PRESIDENTE TEREZA NEUMA












ESTAMOS AGUARDANDO NOVAS FOTOS, POIS ALGUNS COMPANHEIROS/COMPANHEIRAS NÃO ESTÃO AQUI CONTEMPLADOS.

PÁGINA PARA MEDITAÇÃO NO DIA 06.12.2017



Você é insubstituível perante Deus.
Não  há  ninguém, em  todo o Universo, igual a
você.    Deus   trata   você   de   maneira   única,
atendendo às suas necessidades.
Você também tem responsabilidades definidas
perante  Deus.   Só  você  sabe  como  é  o   seu
relacionamento com Ele.
Valorize  o  maravilhoso  encontro  entre  a sua
realidade  profunda  e Deus, dentro de você. O
seu Deus não  é o   mesmo Deus de ninguém. É
um Deus especial.
Traz-lhe uma paz também especial.
Por  nada  deste  mundo  substitua  o Deus que
atua no seu coração.

                                                 Lourival  Lopes

PAZ!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

sábado, 2 de dezembro de 2017

BRASIL PANDEIRO - SALVE O SAMBA





UMA DURA OPINIÃO, DE UM MÉDICO RESPEITÁVEL E ANALISTA POLÍTICO





ISSO NÃO SE FAZ, MICHEL
                            (Uma “Crítica Moral” ao presidente Temer)
                                                       Geniberto Paiva Campos (*) Brasília, dezembro, 2017

Sem qualquer anúncio prévio. Sem nenhum aviso. Nem de última hora. Nenhum debate ou a mínima discussão.
Assim, o presidente em exercício Michel Temer e seus parceiros jogaram o Brasil num abismo sem fim. Ao assumir, ingenuamente, a teoria neoliberal, “ideologia disfarçada de ciência econômica”. (1)
Uma mentira. Uma fraude insustentável, exceto para uma classe média cooptada e convertida por uma mídia farsante e sem escrúpulos, que a transformou em crédulos militantes de uma causa sem futuro: o Neoliberalismo.
O novo governo cumpre fielmente as ordens dos seus patrões, os locais e os distantes, representantes do mais retrógado e inviável sistema econômico, o qual somente sobrevive nas mentes ultrapassadas da militância neoliberal.
Parecendo uma revanche histórica.
Não satisfeitos com o desmanche do Socialismo e da extinção da União Soviética, os ideólogos do Capitalismo Rentista assumiram uma espécie de vingança: destruir o estado de bem-estar social; apagar qualquer resquício de “socialismo”, e de cambulhada, extinguir direitos trabalhistas e desmontar a previdência social. E fazer a pronta entrega da Soberania Nacional.
Michel Temer e o seu Grupo adotaram automaticamente essa estranha pauta, talvez sem avaliar suas consequências, quando aplicaram o (suave) Golpe de Estado de 2016. Longamente urdido. Tramado e executado com o apoio de forças externas.
O qual incluiu até a “compra” de resultados de jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Aquele estranho, inesquecível Alemanha 7 x 1 Brasil. A seleção brasileira estava impedida de ganhar um novo título mundial de futebol. Para não interferir na eleição presidencial. Não funcionou eleitoralmente. Mas ficou a imensa vergonha para os que amam o Futebol.
Ao que parece, os novos governantes estão convenientemente esquecidos de que nos últimos tempos, entre os povos de todos os quadrantes do Mundo surgiu “uma crescente insistência de que o império da lei – ou pelo menos padrões mínimos de decência humana – venha a governar os atos dos Estados, assim como o de seus cidadãos.” (2)
Imaginando estar acima do julgamento político – imediato e impiedoso - o qual já se faz perceptível, bastando conferir as últimas pesquisas de opinião. Aliás, alguns partidos apoiadores do Golpe estão, na prática, politicamente extintos.
Contando, ainda, com a “memória curta” dos brasileiros para escapar do também impiedoso julgamento da História.
Estaria, então, decretada a completa “anestesia moral” no jogo político. Um vale-tudo que vai nos conduzindo celeremente para desfechos imprevisíveis. Com a Política dominada por atores desqualificados. Movidos tão somente por interesses subalternos.
Pior: arrastando o país para o abismo sem fim da desigualdade e da injustiça. Destruindo valores fundamentais da convivência humana. Criando um novo país de espertos e amorais.
Impondo, na prática a máxima malufista da política, onde “feio é perder”
Assumindo, claramente, a política como a “arte da esperteza”.
Após quatro derrotas seguidas nas eleições presidenciais, estava aberto um novo período, o vale tudo para a reconquista do poder. Incluindo a compra de consciências (e do voto), para naturalizar e legitimar a corrupção, o crime e as manobras ilegais, desde que trouxessem os conservadores neoliberais de volta ao comando do país.
Utilizando cinicamente a fraude e a mentira, com a certeza da impunidade, retomaram o poder. Sem a necessidade de consulta aos eleitores.
 E, imediatamente, teve início a rapinagem apressada e cínica, “roubando o futuro e a esperança dos brasileiros’. (3) Preparando o país para o desfrute dos 3% mais ricos. Tornando-os mais ricos e arrogantes. Como se empurrassem o país para um túnel escuro. Facilitando o assalto.
Michel Temer, na qualidade de vice da presidente afastada, participou ativamente da conspiração. E com pressa de assaltantes, o seu grupo de comparsas, sem o menor pudor, deu início ao desmonte do país.
Embora pareça um pouco precoce, algumas lições (morais e políticas) podem ser assimiladas deste espantoso episódio.
- Como um professor de direito constitucional alia-se a um esquema golpista de tal natureza? Eis uma pergunta de difícil resposta.
- Como o vice Michel Temer foi tão facilmente cooptado pelos agentes neoliberais, tornando-se um reles traidor dos seus princípios e da sua Pátria?
Nessa perspectiva, vale lembrar a saga de alguns vice-presidentes da história recente do país, que vieram a assumir a presidência. O mais próximo do Temer seria Café Filho, o qual sumiu na poeira do tempo, consumada a traição ao presidente Vargas.
Entretanto, o melhor exemplo de comparação de figuras conhecidas da política brasileira com o presidente seria o ex-governador carioca Carlos Lacerda.
Lacerda foi uma das figuras públicas mais inteligentes do país. Administrador capaz.  Jornalista e orador brilhante, com grande capacidade de convencimento. Pelos seus dotes inegáveis, esse quadro partidário tipicamente udenista, exerceu forte influência na vida política do país, a partir de década de 1950.
Teve intensa participação no desfecho da crise que levou Getúlio Vargas ao suicídio, em 1954. Sua atuação foi, também, decisiva na derrubada de João Goulart em 1964, com a instalação, por mais de duas décadas do regime militar.
A partir desse ponto, Carlos Lacerda entrou no seu labirinto pessoal. Talvez pela ausência de uma visão estratégica coerente, cometeu pequenos e grandes equívocos políticos. Imperdoáveis na vida pública.
Mudou de lado com frequência inusitada: foi comunista na juventude; conservador e neofascista na vida adulta; tentou voltar ao campo progressista logo nos primórdios do regime militar, com a criação da natimorta “Frente Ampla”. Ações pessoais sinuosas que resultaram na criação de uma imagem polêmica. Com perda da confiança de todos os campos políticos por onde transitou.
Carlos Lacerda morreu aos 63 anos, de causas cardiovasculares. Segundo alguns testemunhos, deprimido a alcoólatra. Jamais conseguindo realizar o sonho de se tornar presidente do Brasil.
Um dos maiores políticos brasileiros do século passado teve, portanto, uma trajetória polêmica e conturbada. Traduzida numa conduta política ousada e sinuosa. Com escolhas erradas, em horas incertas.
Seu exemplo deveria nortear aqueles que seguem na vida política sem uma visão clara de objetivos e dos meios disponíveis para alcançá-los. E dos limites morais permitidos, claramente delineados na consciência de cada um.
Isso não se faz, Michel! Os fins não justificam os meios.
A História não perdoa a traição... E cobre de vergonha e opróbio os traidores.

(*) Do Coletivo Lampião
(1) Dani Rodrik in “Salvando a Economia do Neoliberalismo” – 2017, citado por Carta Capital, nº 980/ novembro 2017
(2) Gaddis, J.L in “História da Guerra Fria” – Ed. Nova Fronteira, RJ, 2010

(3) Saul Leblon in Carta Maior – novembro, 2017
01/12/2017


INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RIO GRANDE DO NORTE - IHGRN​


EDITAL Nº 002 de 29/11/2017

.Assembleia Geral Extraordinária

O Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte - IHGRN, na forma das disposições combinadas dos artigos 12, § 2º e 29, todos do Estatuto Social vigente, convoca os Senhores e Senhoras associados para a Assembleia Geral Extraordinária, a ocorrer no dia 15 de dezembro vindouro, em sua sede da Rua da Conceição nº 622 – Centro – Cidade Alta, CEP 59.025-270 – Natal/RN, no horário das 9 (nove) horas em primeira convocação, com o quorum de 2/3 (dois terços) dos sócios efetivos, e, trinta minutos depois, em segunda convocação, com qualquer número, para apreciação do projeto do novo Estatuto Social da Entidade, que transforma a categoria de sócios efetivos em detentores de cadeiras, cujos Patronos serão da livre escolha dos associados, dentre os nomes disponíveis, porquanto anteriormente já fora feita convocação para essa finalidade, com o comparecimento de alguns interessados que escolheram os seus Patronos, conforme cópias disponibilizadas previamente aos associados, inclusive, publicadas no blog do IHGRN. Só terão direito de voto os associados que se encontrarem em situação regular com o setor financeiro do Instituto e a assembleia terá a duração máxima até 11 (onze) horas.

Natal, 29 de novembro de 2017

Ormuz Barbalho Simonetti
Presidente

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

terça-feira, 28 de novembro de 2017


A LIÇÃO FOI DADA – Berilo de Castro


A LIÇÃO FOI DADA – 
O ano de 2017 não  foi nada bom para o futebol potiguar. Salvando-se o Globo FC, do municipio de Ceará-Mirim/RN, com sua ascensão para a série C do certame nacional, o resto  teve um caminho sombrio e negro.
O ABC FC, nosso representante no privilegiado grupo da série B do futebol brasileiro, teve um início bem animador. Bons resultados colhidos e a esperança de um desempenho satisfatório no decorrer do campeonato nacional, mantendo—se no grupo.
Infelizmente, não aconteceu. Problemas na gestão técnica e  administrativa do clube levaram à bancarrota o glorioso time alvinegro, que permaneceu na zona de rebaixamento em quase todas as rodadas do certame, chegando a perder doze partidas consecutivas, a maioria dentro do seu próprio Estádio.
A troca incessante de treinadores, contratações e mais contratações desnecessárias e caras, bem como os cofres vazios, fizeram com que o time afundasse para o fosso negro do rebaixamento, com a mais apagada das campanhas já realizadas em toda a sua gloriosa história centenária no futebol brasileiro.
Diante de todo esse triste vexame, no final da competição, uma luz de esperança e renovação acendeu, quando foram feitas radicais e necessárias modificações em toda estrutura do clube: afastamento da diretoria; mudança no comando técnico usando a prata de casa; oportunidade dada aos jovens e bons atletas das categorias de base. Isso foi o bastante para mudar literalmente as amargas e constantes derrotas e passar  a ser um time vitorioso, revelando excelentes atletas escondidos e apagados no abafador do esquecimento.
Das seis últimas partidas disputadas, os  “meninos” da base venceram quatro. Uma façanha, uma lição de ânimo e de esperança para o time mais querido do Estado.
Já o América FC, na disputa da série D, o sub-produto do futebol brasileiro, tinha como certa a sua ascensão à série C.
Iniciou a jornada de maneira surpreendente, vencendo bem os seus adversários, deixando a nítida impressão do seu retorno à série C, de onde jamais deveria ter saído.
No final, veio a decepção, não conseguindo  se manter no grupo. Uma tremenda frustração. Uma grande e vergonhosa decepção.
Diante de tudo que foi visto, fica a lição de sabedoria, ousadia e coragem do novo ABC, que partiu para a valorização dos seus  jovens e promissores atletas das categorias de base, procurando não inchar o time com contratações de jogadores não qualificados contratados por treinadores  de “fora”. Procurando e aproveitando bem as nossas comissões técnicas, não navegando na “onda” daqueles que falam muito, que só fazem pedir reforços caros e  não ajudam financeiramente em nada os clubes. São os verdadeiros “coveiros” do nosso futebol.
A lição foi dada, resta tão somente aprender e executá-la.
         Feliz 2018!
Berilo de Castro – Médico, escritor, membro do IHGRN – berilodecastro@hotmail.com.br
As opiniões contidas nos artigos são de responsabilidade dos colaboradores

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

dia 27 (HOJE)



Convite

A Cooperativa Cultural e a EDUFRN têm o prazer de convidá-lo para o lançamento do livro: Diagnóstico literário à luz das 6 doenças espirituais de Constantin Noica: Esperando Godot e outros casos, da autora Rosanne Bezerra de Araújo.

Obra
A escrita deste livro é motivada pela admiração pelos clássicos da literatura e pelo desejo de revisitar alguns deles, buscando compreendê-los por meio do olhar da filosofia, especialmente do filósofo Constantin Noica, autor da obra As seis doenças do espírito contemporâneo. Este livro realiza um passeio literário por nove obras da literatura ocidental. Nesse passeio é feito o estudo dos personagens principais, seguindo as trilhas do entendimento do filósofo romeno, conforme o seu sistema ontológico e as seis doenças espirituais criadas por ele.
Como explicar a obsessão de Dom Quixote pelo mundo idealizado por sua mente? Como caracterizar a falta de ação dos personagens beckettianos? O que impulsiona os personagens de Dostoiévski a agirem? Robinson Crusoé e Dom Juan alcançam êxito em suas aventuras? Ana Karenina consegue ultrapassar os limites impostos pela sociedade ao buscar a sua individualidade autêntica? Quais caminhos são trilhados por Fausto para aplacar a sua sede insaciável? Qual o aprendizado do jovem em formação na narrativa de Balzac e Dickens? De fato, são inúmeros os personagens da literatura que nos tornam conscientes da vulnerabilidade humana diante do esforço contínuo em alcançar uma harmonia entre a interioridade do sujeito e o mundo. Esses personagens não nos ensinam como viver. Na verdade, eles nos mostram como a realidade de nossa experiência cotidiana pode ser significativa (tanto em sua pequenez como em sua magnitude).

Local:
Cooperativa Cultural
Centro de Convivência Djalma Marinho/Campus central UFRN

Data e hora
27 de Novembro de 2017 às 16h (Segunda-feira)

Sejam todos bem-vindos ao lançamento!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017


SEM LUAR E SEM VIOLÃO – Berilo de Castro 



SEM LUAR E SEM VIOLÃO – 
Estamos vivenciando um grande e inimaginável dilema na política nacional com reflexos destrutivos para toda nação. Momento que teve início com a caça às  bruxas, mais especificamente com as operações deflagradas  pela Polícia Federal, na busca incessante daqueles que, de forma espúria e descabida, fraudaram os cofres públicos sem dó  nem piedade.
Dezenas e mais dezenas de operações foram, e continuam sendo, feitas a cada dia que passa. O que se tem observado de  forma clara, constante e permanente é o envolvimento em massa dos nossos representantes, seja no Senado da República, na Câmara Federal, nas  Assembleias Estaduais e nas Câmaras Municipais. É um momento nunca visto: contagioso e sistêmico.
Diante de tudo isso, ficamos a imaginar: quem ainda está limpo nesse cenário tão obscuro e vergonhoso? Quem pode substituir quem? Presenciamos aqueles que ocupam cargos importantes no governo atual, com maior intensidade nos Ministérios, na Câmara, no Senado chegando a encabeçar as listas dos Procuradores Federais e da Polícia Federal, como responsáveis pelos atos ilícitos que ora  tristemente assistimos.
E aí, fazer o que? O próprio Presidente da República tem sido o alvo maior nas investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, junto a nossa maior e mais corruptora  — a empresa JBS e por último em maracutaia portuária com a empresa Rodrimar.
Ficamos todos pasmos diante desses acontecimentos, procurando encontrar um  representante público que tenha o seu nome limpo, não bichado; que não tenha  sido citado nas delações premiadas pelos corruptores lapinantes. Na escuridão do fosso, ficamos cegos e sem ter por quem gritar.
Chego a triste conclusão e com  o queixume de um velho modinheiro, numa noite sem luar e sem violão: assim não há seresta.
Berilo de Castro – Médico, escritor, membro do IHGRN – berilodecastro@hotmail.com.br
As opiniões contidas nos artigos são de responsabilidade dos colaboradores

h o j e



 
 
Helena Costa Marcelo Othon convidou você para o evento dela
 
RODA DE VIOLA SERTANEJA em NATAL/RN
Sexta, 24 de novembro às 17:00
Estação do Cordel em Natal (Rio Grande do Norte)
 

BLÁ, BLÁ, BLÁ...



UM CANTOR DAS ARÁBIAS

Valério Mesquita*

Era domingo e o sol convidava o natalense para o litoral. Nada como o mar e a brisa para reparar a fadiga da rotina semanal do trabalho. E dentro desse enfoque, surge o publicitário Tertuliano Pinheiro, que recebeu um convite amistoso do seu amigo Nelson Freire para visita e almoço no aprazível Condomínio Porto Brasil, entre Pirangi e Cotovelo. Visão panorâmica do oceano, conforto, fidalguia do anfitrião e whisky generoso marcaram os instantes felizes dos convidados. Almoço farto e conversa amena sob agradável fundo musical, que não deixou fora o repertório das músicas  do deputado e compositor Nelson Freire, em parceria poética com o bardo novacruzense Diógenes da Cunha Lima.
O sol esmaecia. O cair da tarde exigia aos circunstantes a revitalização dos folguedos para afastar a sonolência clássica do whisky e a exaustão dos papos, que já se tornavam repetitivos. Música ao vivo! Alguém gritou. Nelson, cadê o seu violão? Eram os pedidos oportunos de outros convidados, admiradores da voz e do toque de Nelson ao violão. Um nativo daquelas plagas (empregado ou eleitor) lembra ao deputado que na comunidade existe um músico tecladista. Alvoroço. Providências. Chega finalmente o musicista e seu equipamento, armado no amplo alpendre da casa. Nova rodada de bebidas é servida com gostosos petiscos. Havia ansiedade no ar, enquanto o artista armava o seu instrumento. Tertuliano Pinheiro observava o seu perfil e fazia para si mesmo uma análise não muito lisonjeira. Conversas rápidas, risos, cigarros acesos, olhares furtivos, todo um clima que sempre antecede uma apresentação artística em qualquer teatro ou casa de show.
Após quase dez minutos afinando a pianola, o cantor arremeteu uma nota grave e sonora, como se tivesse iminente o inicio da apresentação. Todos olharam e silenciaram. Para a surpresa geral, a revelação musical de Pirangi sacou um discurso pegajoso e confuso: “É com muita alegria né, que estou aqui né, na casa de Nelson Gonçalves”. Aí o alpendre veio abaixo. Tertuliano, ao lado, desmaiou de tanto rir. “Tá bom, tá bom, toca, toca”, surgiram difusos apelos da galera sofrida. Após, o deslize nominal com o anfitrião, o pior ainda estava por acontecer. Aos tropeços, tanto a voz quanto a execução do artista eram sofríveis. A noite começava e com ela os sussurros abafados e expulsórios: “Muito bem, muito bem!!”. Mas o cantor das arábias continuava na dele porque se convencera que estava abafando.


(*) Escritor.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

H O J E - Stigma


O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte lhe convida para o lançamento do Livro da escritora e historiadora brasileira, radicada nos Estados Unidos, denominado STIGMA – Saga por um novo mundo, que versa sobre o século XVII, a influência de Maurício de Nassau no Nordeste e a saída dos primeiros judeus de Recife para New Amsterdam, hoje New York.
Contamos com a sua presença.
A DIRETORIA


terça-feira, 21 de novembro de 2017

ROGAI POR NÓS


SENHORA DA APRESENTAÇÃO, olhai pelo Brasil, pelo seu povo, pela dignidade do País. Intercedei junto ao Pai para que nos permita recuperar a humanidade das mazelas do mal e da corrupção. Velai, particularmente, por este nosso Rio Grande do Norte desorganizado, flagelado pelos maus governantes e falsos empreendedores. Olhai pelo povo sofrido e ainda esperançoso por melhores dias. AMÉM

SAUDADE IMORTAL


Perdemos ontem JAECI EMERENCIANO GALVÃO, pessoa cuja nobreza lhe confere o título de IMORTAL, sem necessidade de pertencer a nenhuma Academia.
Homem que fez história, registrou o tempo, liderou muitos segmentos da vida social e esportiva - foi o fotógrafo dos artistas nos anos 50/60. Seu trabalho ficará eternamente na memória da terra potiguar.
SAUDADES e RESPEITO.

RESPEITO - ONTEM, HOJE, SEMPRE