SOLIDARIEDADE UNIVERSAL
terça-feira, 17 de junho de 2014
O Presidente do INSTITUTO NORTE-RIOGRANDENSE DE GENEALOGIA, escritor Ormuz Barbalho Simonetti, CONVOCOU uma reunião para a próxima QUARTA-FEIRA, DIA 18 DE JUNHO NO ANEXO DO IHGRN (Memorial Oriano de Almeida), pelas 15:00 horas para tratar de assuntos importantes, quais sejam:
a) Eleições para a nova Diretoria e
Conselho Fiscal até o dia 29 de AGOSTO próximo vindouro, para dar tempo à posse
no dia 17 de setembro para preenchimento das vagas de: Presidente,
Vice-Presidente, Secretário, Tesoureiro, Conselho Fiscal (3) e um Suplente do
mesmo Conselho (mandato de 2 anos), que serão realizadas em Natal;
b) pelo nosso :Estatuto, “São
deveres dos sócios (art. 8º), cumprir as disposições estatutárias; satisfazer
as contribuições financeiras, etc.”, para o que informamos a nossa Conta no
Banco do Brasil S/A - Ag. 1588-1 e conta corrente nº 909090-8 e o valor da
anuidade de R$ 120,00;
c) para organizar nossas finanças e por ser
obrigação estatutária, precisamos decidir até quando devem se exigir a
adimplência, pois anteriormente foi decidido anistiar todos os débitos até
2010. Ficando exigíveis as anuidades de 2011 e 2012, totalizando R$ 240,00;
d) sem a prova da adimplência o sócio efetivo NÃO
PODE VOTAR NEM SER VOTADO;
e) para se realizar o pleito existem obrigações de
publicação de avisos na imprensa e nós não temos caixa para tal encargo;
f) conferir os nossos registros para o levantamento
dos sócios inscritos. Para ser considerado sócio o interessado deve ser
admitido na forma do art. 5º do Estatuto, isto é, aprovado pela Diretoria, sem
o que não será considerado sócio;
g) os membros eleitos só podem ser reeleitos para o
mesmo cargo, somente uma vez e pelo mesmo prazo de 2 anos;
h) será designada uma Comissão Eleitoral que
editará as normas e as datas, inclusive a forma de voto por correspondência e
pela via eletrônica e internet;
i) as chapas terão que apresentar candidatos para
TODOS OS CARGOS.
Com a definição desses assuntos será aprazada uma Assembleia Geral, cuja data definitiva será oportunamente anunciada.
Futebol
Foi pênalti
Por:
Augusto Coelho Leal, engenheiro civil
Estava eu
sentado, lendo as péssimas notícias dos jornais – só se escreve sobre
politicagem e crimes e agora São Pedro abrindo as torneiras, as notícias ruins
aumentaram.
De repente, nada mais que de repente, me toca
o celular. Chovia muito aqui em Natal, então vocês já imaginam o sacrifício para
se atender e entender alguma coisa. Tocou o hino da Inglaterra. Prontamente
atendi, pois sabia tratasse da realeza britânica.
-
Hello,
my dear Guga. I am distressed, please enlighten me. Penalty was of was not?
Era
a Rainha da Inglaterra que queria saber se a jogada do jogo de abertura da copa
tão falada no mundo todo, mas complicada que a situação da guerra civil Síria,
foi pênalti ou não foi, já que ela também ficou em dúvida - quem não ficou? Além
do mais, ela achou o juiz japonês Sr. Yulchi Nishimura mais parecido com um
professor de ballet de que com juiz de futebol, aumentando aí as suas dúvidas.
Tive que sair às pressas, debaixo de chuva pesada, ir até
o Bar do GG encontrar o meu guru o grande sábio Paulus Ghoi Aba. Paulus é um
monge latino americano, de uma personalidade muito calma. Tranquilo, não gosta de discutir, era a única
criatura aqui no meu universo que eu podia consultar, pois ele conhece tudo,
desde a primeira lei de Newton até a última de Joaquim Barbosa, conhece tão bem
os hieróglifos encontrados nas escavações do antigo Egito como os destroços
encontrados pelas escavações das últimas chuvas caídas em Natal, aliás, sobre
isto – as chuvas, ele como eu lamentamos muito o que ocorreu.
Pois bem, encontrei o meu Guru, na sua eterna
traquilidade, olhando para o firmamento, com um copo de água potável, não toma
água mineral que diz ter mais sal do que as salinas de Macau e o Mar Morto
juntos e fui perguntando, mas, sem antes ele olhar para mim com sua voz educada
e angelical perguntar.
- O que lhe traz aqui o meu jovem – fiquei feliz pelo
jovem- sinto aflição em seus olhos!
- Oh! meu Grão – mestre, imperador milenar da sabedoria
humana, me esclareça, por favor, preciso tirar esta dúvida, à bola foi pênalti
ou não foi?
Ele baixou a cabeça - pela idade não escuta direito- deu
um forte ronco nasal, e um hem que acordou o meu amigo Nicolau Frederico que
ainda dormia, sonhando com as cenas da novela Pedacinho de Chão. Tive que
calmamente repetir a pergunta. O grande mestre ouviu, então respondeu.
- Filho tudo que existe ao redor de um buraco é beira.
Naquele momento o Brasil estava na beira de um buraco, não tinha nem má, nem
boa que resolvesse, então apareceu o Sr. Nishimura fez um suschi da jogada, mas
colocou muita pimenta, aí ardeu nos olhos. Daí toda essa confusão. Agora que
foi um prato cheio foi, tão cheio que ainda tem gente querendo engolir. Mas,
que foi pênalti foi a FIFA já declarou oficialmente.
- Sai d’ali com a melhor explicação já ouvida para aquele
lance polêmico, entrei em contato com a Rainha que imediatamente agradeceu e
pediu licença para comentar a abertura.
A respeito da festa de abertura e do jogo inicial, ela
estranhou muito a falta de educação de alguns brasileiros dirigindo insultos
verbais a Presidenta Dilma, Aqui para nós e que o povo do Cazaquistão não leia
isto, também fiquei horrorizado com tanta falta de respeito, com tanta falta de
educação, afinal é a Presidenta do Brasil. Soubemos dá uma aula de amor ao
nosso país, quando a musica parou de tocar o nosso hino e continuamos cantando
até o final. Mas amigo, logo depois estragamos tudo. Ficou na memória os belos
corpos das cantoras Claudia Leitte e Jennifer Lopez. Que Deus a conservem assim
e se possível deixe pelo menos uma na minha rede. Por favor, não digam a minha
esposa que escrevi isso, ainda quero viver.
No mais é Blatter palmas e que foi pênalti foi,
ponto final.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
S O L I D A R I E D A D E
Esta é a palavra de ordem do momento em que vivemos. Nunca duvidei do espírito cristão do natalense, que agora ficou mais evidente, desde o primeiro momento, com os gestos praticados pela população em socorro dos nossos conterrâneos.
Para tudo há um tempo certo. Agora é tempo de solidariedade e reconstrução.
Esperamos a participação efetiva das Igrejas de todos os credos, dos clubes de serviço e sociais, das Corporações de Ofício numa corrente de amor ao próximo.
Todos podem ajudar, cada um no seu espaço de trabalho ou de convivência.
Deve ser organizada uma campanha para a reconstrução das casas destruídas, sob o comando da Prefeitura e dentro das técnicas mais recomendadas para suportar as adversidades climáticas.
Enfim, vamos dar um exemplo de amor.
Passado esse sufoco vamos provocar audiências públicas para tratar seriamente do assunto e, em definitivo, procurarmos uma solução eficiente para os problemas que Natal vem sofrendo todos os anos.
Agora, mais do que nunca, temos de cultuar os critérios de prioridades para a cidade, aplicando recursos na melhoria da qualidade de vida do nosso povo.
Não é preciso cancelar o ciclo de festas juninas, mas que as festas sejam veículos para colher ajuda para os necessitados.
Natal, seus problemas e as suas potencialidades deve ser a tônica da campanha eleitoral deste ano, com a apresentação dos planos dos candidatos para restituir a paz e segurança da população, de maneira séria, conhecendo os que efetivamente têm o que oferecer e os demagogos de plantão.
Participe desta campanha, não por caridade, mas por amor!
domingo, 15 de junho de 2014
TRISTE REALIDADE
Jamais desejaria abordar este tema e num momento de aflição, mas sou forçado a aproveitar o instante caótico em que vivemos para dele retirar lições efetivas para os nossos governantes e também para a população.
De longo tempo vimos abordando neste blog o descaso pelas prioridades, seja pelo despreparo dos dirigentes, seja pela pacividade da população que, numa repetição do começo da colonização (índios), se contentam com "espelhos e bugigangas".
A questão dos equipamentos urbanos de drenagem, lagoas de captação, ligações clandestinas de esgotos, colocação de lixo nas enxurradas das chuvas representam temas evidenciados pela mídia desde tempo remoto, sem que se levassem na devida conta.
De repente a realidade - a cidade de Natal se vê, em plena Copa do Mundo, com uma queda pluviométrica fora da previsão e, em razão dessas omissões referidas, torna-se visível a triste situação, com deslizamentos de terra em Areia Preta, alagamentos em todos os bairros deixando a população em estado de pânico.
A rede hoteleira, também responsável pela falta de insistência para as coisas sérias, agora irá amargar prejuízos ou, pelo menos, lucros em proporção menor do que o esperado.
O que fazer? Primeiro ter fé em Deus; segundo manter a calma; daí em diante, apelar para a solidariedade dos parentes, amigos e vizinhos para o acolhimento e a ajuda necessários à superação deste episódio negativo.
Chegou a hora de convocação de todos os segmentos da sociedade, em particular, dos clubes de serviços - Rotary, Lions, clubes sociais e outras entidades da sociedade civil para um trabalho coordenado de ajuda. E as autoridades dos segmentos federal, estadual e municipal se reunirem para elaboração de um grande Plano de Emergência e um Projeto Estratégico Global para, definitivamente, tratar dos problemas básicos da nossa cidade, a fim de que não venhamos a repetir o sofrimento que hoje passamos.
Deixemos que a política fique em segundo plano e venha à tona as necessidades primárias desse nosso povo bom e ordeiro. Que se apague, definitivamente, a expressão jocosa conhecida como "Rio Grande Sem Sorte"!
sábado, 14 de junho de 2014
Autoritarismo da FIFA - chuvas
NATAL - A Arena das Dunas, palco de México x Camarões, às 13h desta sexta-feira, não foi liberada pelo Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte. O tenente Christiano Couceiro, responsável pela vistoria, disse que a Fifa proibiu a corporação de fazer uma última inspeção no estádio pela manhã, horas antes da partida. Segundo Couceiro, a alegação da Fifa é de que após a inspeção antibombas realizada pela Polícia Federal, na véspera, não é mais permitida a entrada de pessoas na arena antes da circulação do público e dos torcedores. O tenente responsabilizou a Fifa em caso de acidente na arena e disse que deve realizar a inspeção quando os portões abrirem, mesmo com público já no estádio.
- Nós nos prontificamos a voltar nesta sexta às 9h, mas fomos informados que depois da varredura antibombas da Polícia Federal, feita ontem (nesta quinta-feira), ninguém mais poderia entrar na arena até o horário do jogo. Nós solicitamos mais segurança em alguns pontos. Vimos que operários estavam trabalhando ontem, então, acho que podem ter consigo fazer tudo. Ontem, 99% dos assentos estavam fixados. No geral, achamos que 95% do estádio estavam de acordo com as normas de segurança - disse, por telefone, Couceiro, responsável pela vistoria.
Segundo Couceiro, todas as informações serão repassadas à Secretaria de Segurança do Rio Grande do Norte para que seja encaminhada à Secretaria Nacional. Sem acesso à Arena, o tenente avisa que os Bombeiros se isentam de qualquer responsabilidade:
- A vistoria foi cancelada, não liberamos a Arena, então, se por acaso acontecer alguma fatalidade, a responsabilidade é da Fifa. É uma situação delicada, mas não poderíamos nos omitir. Houve um secretário (Demétrio Torres, da Secopa) que chegou a dizer que eu estava querendo aparecer, mas não vou entrar nessa discussão. Temos que fazer nosso trabalho.
Apesar de não haver o laudo dos bombeiros liberando a Arena das Dunas, a Secretaria Extraordinária para Assuntos Relativos à Copa (Secopa) garanta que o estádio está totalmente pronto. Demétrio Torres, responsável pelo órgão, chegou a afirmar que o estádio poderia inclusive já receber jogos desde quarta-feira.
Nos últimos três dias, o órgão vistoriou o estádio e, nesta quinta-feira, ainda faltavam guarda corpos (estrutura de proteção como a que cobre o vão entre o corrimão e o chão, por exemplo) e a fixação de algumas cadeiras.
A Arena das Dunas, uma das obras mais atrasadas para a Copa, ainda estava correndo contra o tempo no início da semana para instalar os 11 mil assentos novos, o que adiou a vistoria dos Bombeiros. No entorno do estádio, um grande canteiro de obras é a prova de que ainda há o que fazer. Uma passarela e um viaduto inacabados são o exemplo disso.
CHUVA EM NATAL
Conhecida como "cidade do sol", Natal raramente apresenta dias chuvosos. Mas na manhã desta sexta-feira um temporal caiu sobre a cidade, provocando engarrafamentos. Os torcedores de México x Camarões tiveram dificuldade de chegar ao estádio por conta dos bolsões d'água nas ruas, que dificultavam o trânsito.
Fonte: http://oglobo.globo.com/esportes/copa-2014/fifa-proibe-bombeiros-de-fazer-ultima-vistoria-arena-das-dunas-nao-tem-laudo-de-liberacao-12840639#ixzz34f54j3bn
Fontes das fotos: Tribuna do Norte, globo, jacananoticias, walterbatista, canindesoares.
MUITO BARULHO POR UMA
PEQUENA CAUSA
Geniberto Paiva Campos - Comissão Brasileira de Justiça e
Paz - DF - junho/2014
“Vamos fazer as
mudanças para que as coisas continuem as mesmas” - ( Lampedusa )
E de repente surge um novo debate o qual deverá posicionar
as torcidas nas arquibancadas. Trata-se do decreto sobre Política Nacional de
Participação Social/PNPS, um novo edito do Governo Federal, elaborado no
elevado propósito de incentivar e regulamentar a participação social nas
políticas de governo.
Após três anos de cuidadosa elaboração, segundo as
autoridades governamentais, o decreto foi lançado às vésperas das eleições
gerais e, como esperado, vem causando impacto e estranheza nos diversos setores
do que se convencionou chamar Opinião Pública.
Considerando as explicações dos dirigentes dos diversos
escalões do poder executivo, trata-se tão somente de regular o que já existe há
vários anos, aperfeiçoando o funcionamento dos Conselhos locais, as
Conferências regionais e de âmbito nacional e reorganizar as Audiências
Públicas. Assumidas como formas de participação democrática.
No entendimento da chamada Grande Imprensa, de importantes segmentos do Congresso Nacional e
de representantes do pensamento conservador do país, o Decreto não só reduz
poderes do Legislativo como cria instâncias decisórias paralelas. Ao contrário
da alegada intenção de aperfeiçoamento democrático, poderá ocorrer conflito de
atribuições e poderes na esfera do Governo Federal.
Trata-se de um evidente exagero. De ambas as partes em
conflito. Ou dos dois lados da arquibancada.
Desde a promulgação da nossa Lei Maior em 1988, consolidando
a reconstitucionalização do país, para a qual contribuíram diversas
organizações sociais, no chamado processo da Constituinte, vem se buscando
formas de participação popular no campo decisório. A questão que se coloca é: como
colher e fazer prevalecer a opinião
majoritária da sociedade brasileira no âmago da
Democracia Representativa? Ou, dito de outro modo, como fazer a
Democracia Representativa cada vez mais democrática, considerando as novas e
interativas formas de comunicação social disponíveis? São perguntas que têm
obtido respostas tímidas e gerado decisões equivocadas, na medida em se investe
em políticas “conselhistas”, que até agora, se revelaram incapazes de trazer ao
processo de tomada de decisão, as expectativas, sequer o pensamento, dos
brasileiros e brasileiras. Estes não conseguem colocar as suas decisões no
âmbito dos colegiados – conselhos e
conferências - formados a partir de uma representação social que se mostra
sem organicidade e, portanto, inócua e corporativista.
As elites brasileiras – política, financeira, intelectual,
acadêmica – ao longo da história contemporânea, têm revelado a sua incapacidade
de ouvir o Povo brasileiro. Mesmo através do Voto, a forma mais simples, direta e eficiente de se colher a
opinião popular. Direito que lhe permitido apenas nos “soluços” da Democracia.
E que lhe é negado, a cada intervenção autoritária no processo político.
Após a redemocratização
do país, foram criados mecanismos participativos com o nobre propósito de
promover a contribuição de toda a sociedade, sobretudo na formulação e execução
das políticas sociais dos três níveis de governo. Estes mecanismos, parece,
ainda não foram avaliados criticamente. E os possíveis impactos desses
colegiados no desenvolvimento e no
controle das ações governamentais permanecem ainda obscuros. O surgimento, na
atual conjuntura política, de um decreto de “aperfeiçoamento” desses modelos de
participação, teria de soar estranho. Mesmo descontados todos os exageros das
reações que provocou.
Caberia, enfim, uma outra questão, talvez mais pertinente,
sobre esse tema tão relevante para o aperfeiçoamento do processo democrático:
como deveria, então, se dar a participação popular?
Experiências recentes poderiam apontar caminhos possíveis de
se obter o efetivo desempenho da
representação popular no controle da gestão dos governos. São ações focais, desenvolvidas
a nível municipal, a necessitar de avaliações com bases metodológicas sólidas,
que tragam evidências incontestáveis da eficácia do modelo de participação. Podem ser lembradas as
experiências com o Orçamento
Participativo. E outras, ainda incipientes, de Planejamento e Gestão Participativa. São formatos que, entretanto, têm
um grande mérito: convoca-se o Povo para tomar decisões que afetam o seu
cotidiano. E não apenas para ser coadjuvante de uma espécie de teatro popular
que, na maioria das vezes, dá sua chancela às decisões
dos governos.
![]()
|
Assinar:
Postagens (Atom)








































