terça-feira, 10 de abril de 2018

DIA 12, A GRANDE FESTA DO IHGRN






FESTA DOS 116 ANOS DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RIO GRANDE DO NORTE, A MAIS ANTIGA E TRADICIONAL CASA DA MEMÓRIA POTIGUAR


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Rostand Medeiros, Sócio Efetivo e membro da Diretoria do IHGRN.
No próximo dia 12 de abril de 2018 o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte – IHGRN, a mais antiga instituição cultural do estado, vai comemorar seus 116 anos de fundação. Na ocasião ocorrerá o lançamento da Revista do Instituto Histórico de número 96 e do Catálogo do IHGRN. Também serão entregues vários títulos da instituição a beneméritos, amigos, mantenedor da casa e igualmente será realizada a posse de novos sócios efetivos.
O evento será realizado no Centro Pastoral Dom Heitor de Araújo Sales, na Rua da Conceição 615, ao lado da sede do IHGRN.
Serão empossados no próximo dia 12 de abril novos SÓCIOS EFETIVOS do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, trazendo para esta casa uma renovação de ideias e pensamentos entre seus membros.
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Entre estes está a escritora Diva Maria Cunha Pereira de Macedo, ocupante da cadeira número 30 da Academia Norte-rio-grandense de Letras, cujo patrono é o Monsenhor Augusto Franklin Moreira Silva. 
Outro que estará fazendo parte oficialmente do quadro de Sócios efetivos é José Gaudêncio Diógenes Torquato, arquiteto, que atualmente é o prefeito constitucionalmente eleito do município de São Miguel, onde realiza importantes ações que ampliam junto a sua comunidade a importância do conhecimento histórico e da identidade local.
Já o canguaretamense Francisco Alves Galvão Neto, mentor na criação da Academia de Letras de Canguaretama e que fez parte da Comissão de Estudo para Beatificação dos Mártires de Cunhaú e Uruassú, é um destacado pesquisador que agora passa a fazer parte dos quadros do IHGRN.
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Outro que estará ingressando na casa é o atual Presidente da Academia Açuense de Letras Francisco Jose Costa dos Santos, professor da rede estadual de ensino e um grande batalhador pela memória e cultura de sua região.
Entre os agraciados com o título de SÓCIO BENEMÉRITO estão o Prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, os Deputados Estaduais Hermano Morais, José Dias e Dison Lisboa, as Vereadoras de Natal Eleika Bezerra, Julia Arruda e Nina Souza. Estas autoridades, tanto a frente do executivo natalense, ou nos trabalhos parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, bem como na Câmara Municipal de Natal, conseguiram encaminhar projetos e emendas parlamentares que foram essenciais para as reformas e manutenção do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.
Outro que estará recebendo o título de Sócio Benemérito será o Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, que no seu exercício profissional presta um relevante serviço benemerente ao Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.
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 Outro agraciado será o empresário Arturo Silveira Dias de Arruda Câmara, que no seu exercício profissional presta um relevante serviço em prol do conhecimento pelo público potiguar sobre o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.
Igualmente neste dia 12 de abril de 2018 irá ocorrer um fato inédito nos 116 anos do nosso Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.
Pela primeira vez será entregue o título de SÓCIO MANTENEDOR e o agraciado com essa distinção é o médico radiologista Einar Cavalcanti de Souza, que espontaneamente procurou o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte para saber como poderia ajudar a nossa instituição. Diante de tão nobre gesto, a Diretoria decidiu criar o título de Sócio Mantenedor, sendo o Doutor Einar o primeiro a receber esta honraria.


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Prédio do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (Foto: Divulgação/Prefeitura de Natal)

Nesta noite de comemoração, de reencontro e festa, a Diretoria do IHGRN terá a honra de entregar vários diplomas de AMIGOS DO INSTITUTO a pessoas que doam o melhor de si para o bom funcionamento desta importante casa da cultura potiguar, a maioria deles de forma estritamente voluntária.
Recebendo este diploma temos Maria Lúcia da Silva, a querida Lúcia, funcionária da Fundação José Augusto que trabalhou cedida durante trinta anos junto ao Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, prestando uma inestimável ajuda a casa e aos pesquisadores.
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Já o engenheiro civil Yuri Tasso Duarte Queiroz Pinto, está recebendo o diploma de Amigo do Instituto, pois, quando Presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte – CAERN, viabilizou a doação de inúmeros equipamentos essenciais para o funcionamento do IHGRN.
O funcionário do Departamento Estadual de Imprensa Valmir Bezerra de Araújo, pela presteza nas publicações no Diário Oficial dos informes essenciais do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, sendo, portanto, agraciado com este diploma.
Uma querida Amiga do Instituto é a acadêmica de Direito Maria Lopes Ricardo Simões, que desenvolveu junto com Gustavo Sobral, atual Diretor de Biblioteca, Arquivo e Museu desta instituição, o primeiro catálogo do nosso acervo, bem como é autora da atual foto oficial do IHGRN.
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Outro que está recebendo o diploma de Amigo do Instituto por seu trabalho voluntário é Pedro Simões Neto Segundo, técnico de geologia e de mineração, que atualmente desenvolve a biblioteca virtual desta instituição,
Os outros agraciados com esse diploma são Igor Oliveira da Silva e Cristiane França Bezerra de Melo. Igor é bacharel em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e bacharelando em biblioteconomia, onde organizou a nossa biblioteca. Já Cristiane França, formada em biblioteconomia, trabalha no nosso IHGRN junto ao seu acervo.
Ao longo dos últimos anos o IHGRN, cujo Presidente Ormuz Simonetti, em conjunto com seus Diretores e associados, vem buscando incrementar a realização de novos projetos e ampliar as ações da instituição com propostas mais arrojadas, contribuindo assim para o desenvolvimento da cultura potiguar. Igualmente o IHGRN foca na interiorização de suas atividades, criando seções regionais em várias cidades do Rio Grande do Norte, abrindo assim novos horizontes para seu desenvolvimento.
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O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte é uma entidade civil, sem fins lucrativos, de caráter cientifico e educacional, sendo a mais antiga entidade privada cultural do Estado. É uma instituição que possui parcerias com órgãos e instituições públicas e privadas, além de editar regularmente a sua tradicional Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.
Por tudo isso o IHGRN é um importante repositório da tradição cultural e histórica de todo o povo potiguar, sendo uma instituição tradicional voltada ao serviço público de resgate e registro da memória do Rio Grande do Norte.
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Reproduzido do Blog Tok de História, de Rostand Medeiros

segunda-feira, 9 de abril de 2018




INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN IHGRN <ihgrn.comunicacao2017@gmail.com>

Caro Sócio,

No dia 12 do corrente mês (próxima quinta-feira), as 19 horas, comemoraremos o aniversário de 116 anos do nosso IHGRN, em sessão solene a se realizar no Centro Pastoral "D. Heitor de Araújo Sales", conforme dados contidos no convite, que anexamos ao presente e-mail.
Na ocasião serão empossados 4 novos sócios efetivos, 9 sócios beneméritos, 1 sócio mantenedor e 7 amigos do IHGRN.
Haverá também o lançamento do nosso Catálogo e da Revista número 96.

Aguardamos a presença de todos.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

quinta-feira, 5 de abril de 2018

H O J E




INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN IHGRN <ihgrn.comunicacao2017@gmail.com>




Caros Sócios,

O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte terá hoje, dia 05 de abril de 2018, dois eventos da maior importância, que ocorrerão na sua sede histórica:

1 - Exposição de Minérios do Rio Grande do Norte, sob a curadoria do técnico de geologia Pedro Simões Neto Segundo, denominada "Um Gabinete de Curiosidade", que terá início a partir das 16 horas.

2 - Palestra do professor e historiador Raimundo Arrais, sobre AUGUSTO TAVARES DE LIMA, a partir das 18 horas, no Salão Nobre da sede do IHGRN.

Contamos com a presença de todos os Acadêmicos desta Instituição.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

quarta-feira, 4 de abril de 2018

PAMPULHA


Igreja São Francisco de Assis da Pampulha

texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra

O pintor foi Candido Portinari. O projetista, Oscar Niemeyer. O calculista, Joaquim Cardoso. O jardim é de Burle Marx. Para São Francisco, na Pampulha, se fez uma igrejinha em 1943, protegida e guardada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional. É patrimônio da humanidade.

Reza a história que o santo Francisco de tudo se despejou para viver a natureza, entre os pássaros, sob as árvores, pregando a abnegação e o amor ao próximo. E assim sua imagem e semelhança perduraram séculos e em seu nome se fez o templo que repousa às margens da lagoa, em Belo Horizonte/MG.

Seus construtores eram jovens e idealistas como o santo, crentes na mudança das formas e do espaço, na projeção de uma nova arquitetura que não se faria sozinha. A exemplo de Francisco, a sua casa era obra do trabalho coletivo, erguendo-se um novo templo, como nunca havia existido.

O concreto armado por invenção de Oscar e o cálculo de Cardozo curvaram-se à obra do santo. A estrutura côncava da cobertura nasceu do chão em meia-lua, não era mais de laje e pilotis a arquitetura. Operaram os construtores um novo milagre da arquitetura, dispensada a alvenaria, fez-se um telhado com toda a estrutura.

Nascia a casa para o santo Francisco que merecia para completo trabalho ser adornada pelas mãos de artistas, então, invocado, o artista Candido Portinari desenhou Francisco e os animais que o cercavam, e assim entregou a concepção dos painéis de azulejo e da composição da via sacra. Foi chamado o escultor Alfredo Ceschiatti para trabalhar os baixos-relevos em bronze do batistério e Paulo Werneck, também artista, para desenhar a capela.


A obra de Francisco era uma composição de todos. Nada podia faltar. A casa de Francisco assumia, nas mãos desses artesãos brasileiros, a beleza dos seus contornos, a mesma simplicidade e o despojo em que viveu e pregou o santo que a casa nomeia.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

DE OLHO!






      Eis que entramos no mês de ABRIL, recheado de expectativas de toda ordem, decisões judiciais relevantes e mês da desincompatibilização para o fim de candidaturas. 
            Agora será possível conhecer as pretensões eleitorais e, consequentemente, o começo das nossas investigações para os candidatos para que, com responsabilidade, possamos achar um caminho verdadeiramente responsável e sustentável para este Brasil de todos nós. 
      Deixemos de lado o fanatismo e a atenção a nomes e fiquemos adstritos com os projetos e a história que envolve quem pretenda nos governar. 
        PRUDÊNCIA, INDEPENDÊNCIA E RESPEITO AO PAÍS - é tudo o que se espera na próxima eleição - MARCO FUNDAMENTAL PARA A CONTINUIDADE OU NÃO DO ESTADO BRASILEIRO.

UMA OPINIÃO RESPEITÁVEL





A ÉTICA COMO PRETEXTO OU A POLITIZAÇÃO DA ÉTICA
Geniberto Paiva Campos – Brasília, 29 de março, 2018

É preciso muito cuidado com o uso de certos conceitos.
Podemos, sem perceber, ser objeto da mais grosseira manipulação.
Lancemos a convocatória: - Cidadãos de todo o mundo, uni-vos. Nada tendes a perder ao fazer o diagnóstico e denunciar a mais abjeta campanha, hipocrisia jamais perpetrada contra mentes crédulas e ingênuas. Integrantes do vasto rebanho dos tolos, facilmente manipuláveis. Há décadas.
Convoquem-se os filósofos, os doutores da Academia, os sábios de todas áreas do conhecimento. Precisamos estar atentos e fortes contra o assédio moral dos hipócritas militantes. Ou seremos vítimas da mais tosca manipulação política, aplicável a segmentos, digamos, mais sensíveis da sociedade.
Comecemos então, didaticamente, por definir hipocrisia, para chegarmos à ética.
Eis a definição mais precisa que encontramos: “hipócritas são aqueles que aplicam aos outros os padrões que eles se recusam a aceitar para si mesmos”.
Portanto, nada mais fácil do que impor a ética como padrão de conduta inviolável. Principalmente quando esse padrão não é aplicável àqueles que impõem esse excelso valor.
E, ainda mais grave, quando os que se supõem portadores de elevados conhecimentos e douta sabedoria são tão somente ridículos parlapatões. A expor, tristemente, a sua ignorância, perceptível e evidente, mesmo disfarçada sob as vestes da “politização”, expostas a toda hora, nos veículos de comunicação de massa.
Como resultante dessa tosca manipulação dos hipócritas, surgem, e são prontamente assimilados, conceitos filosóficos historicamente aceitos e respeitados, agora travestidos de novos significados. E edulcorados de conteúdos políticos e partidários.
A Ética, por exemplo.
 Aprendemos com Kant: “Atua de tal maneira, que tua conduta possa tornar-se, em condições similares, normas para todos os homens.”
No dicionário Houaiss, “ética é parte da filosofia responsável pela investigação dos princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano, refletindo especificamente a respeito da essência das normas, valores prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social”.                          
Ao assistir a um Seminário, em ambiente acadêmico, sobre a ética aplicada a diversas situações nas relações humanas e sociais – na economia, na política, no judiciário - me dei conta que o conceito clássico de ética não conseguia permear de maneira convincente nenhuma das situações expostas.
Na economia, por exemplo, ao abordar o controverso tema da “Dívida Pública”, ficamos na dúvida se é, de fato, uma questão ética ou simples caso de delegacia de polícia.
Pois o Neoliberalismo, nos últimos tempos adotado no Brasil, ao priorizar o lucro acima de todos os princípios, por onde passa, vai reduzindo a pó valores como o Trabalho, Divisão do Produto do Trabalho, Direitos Humanos e princípios como Honestidade e Decência na sociedade humana.
Dizia o dramaturgo Bertolt Brecht, em frase que lhe é atribuída: - “O que é o roubo de um banco, comparado à fundação de um banco?” questionando severamente a natureza eticamente fluida das transações bancárias.
Após a brilhante e corajosa exposição de uma participante do evento, sobre a origem e a natureza da Dívida Pública, e a gatunagem que isso representa, caímos na realidade: é, realmente, um simples caso de polícia. Colocado num patamar bem inferior aos princípios éticos e filosóficos. Lembrando a canção popular: -“CHAME O LADRÃO! CHAME O LADRÃO!”
O sigilo bancário, levado às suas últimas consequências, produziu essa estranha distorção – moralmente aceita – os Paraísos Fiscais. Um local sagrado, onde o Capital Financeiro esconde e aumenta os seus lucros, livres dos incômodos de taxações e impostos.
Saí do evento perguntando aos meus perplexos botões: qual a diferença entre estes estranhos paraísos fiscais e as malas de dinheiro guardadas pelo deputado baiano, na sala do seu apartamento em Salvador, na Bahia de todos os santos e de todos os pecados? Uma simples questão de endereço?
E em triste desalento, cheguei à conclusão: não seria mais correto e apropriado organizar um outro seminário, intitulado, “A HIPOCRISIA NAS RELAÇÕES JURÍDICAS, ECONÔMICAS E POLÍTICAS NUM MUNDO ORIENTADO PELOS VALORES NEOLIBERAIS”???
Talvez fora da Academia. Quem sabe num desses presídios brasileiros. Superlotados de negros e pobres. Onde a maioria cumpre longas penas, mesmo sem prévio julgamento, e sem sentenças definitivas. Pois, como aprendemos, “a lei é para todos”. Mas as penas...

domingo, 1 de abril de 2018

*DOMINGO DE PÁSCOA* - JESUS RESSUSCITA








        Dia da ressurreição, onde Jesus se levanta de sua sepultura, e vence a morte. É o dia do grande milagre! 

        O dia em que Cristo volta à vida através da Sua Ressurreição de entre os mortos. 

        É o dia em que se celebra a vida, o amor e a misericórdia de Deus.


*ALELUIA*❗

*Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo*❗🙏
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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA

P Á S C O A





PÁSCOA É LIBERTAÇÃO
* Adalberto Targino

Na Páscoa, a mais importante e maior festa da Cristandade, é celebrada a ressurreição de Jesus Cristo, depois do seu suplício, morte e assunção, mas para os judeus significa a libertação do cativeiro egípcio para as primícias da terra prometida, sendo considerada uma comemoração perpétua em honra de Deus (Êxodo 12.14).
Enquanto os judeus festejam em 8 dias a sua páscoa em nome de uma conquista ou vitória terrena-material da libertação da escravidão egípcia, os cristãos comemoram a vitória transcendental e metafísica da libertação da morte espiritual e do pecado. Ambas se referem à passagem, à mudança: a dos judeus foi a transposição do Mar Vermelho; a dos cristãos, a transmutação da morte espiritual para a vida eterna.
A Páscoa é o sustentáculo da fé cristã. Sem ela sucumbiria todo o seu arcabouço teológico-doutrinário, baseado na certeza da ressurreição de Cristo e que pelo batismo o crente sai da morte (descrença) para uma nova vida (ressurreição espiritual), a exemplo de Jesus, que ressuscitou dos mortos. Eis porque a páscoa é a maior e mais culminante base da fé cristã, na qual crêem cerca de 2 bilhões de seres humanos.
Em contraponto à comilança de coelhos da páscoa e outras guloseimas contemporâneas, admoestava São Epifânio, séc. IV: “os seis dias da Páscoa transcorrem para todos à base de comer apenas pão, sal e água, ao entardecer”.
Já Santo Agostinho, séc. IV, um dos mais ilustres teólogos cristãos do mundo, afirmava “por isso, meus irmãos, se queremos celebrar uma Páscoa saudável, passemos dos pecados à justiça, padeçamos por Cristo, apascentemos nos pobres  a Cristo”.
Na esteira desse pensamento, Santo Atanásio prelecionava: “a Páscoa verdadeira é a abstinência do mal, exercício da virtude, e passo da morte à vida”.   
A ressurreição de Lázaro, por exemplo, simboliza o chamamento permanente da humanidade a sair da inércia espiritual (descrença, indiferença, omissão) para a vida em abundância, constituída pela força motriz suprema da fé, estado de paz profunda, nirvânica e santificadora.
A santidade ou ressurreição cristã independe dos nossos atos passados, da origem cultural, da prática de uma doutrina, de etnia ou tradição. Prova disso é que um ladrão e bandido como Dimas, condenado pela Justiça Romana em face dos seus inúmeros delitos, além de ser um pária da sociedade e sem histórico religioso, foi declarado santo (o primeiro da História) pelo Filho de Deus unicamente em razão de sua fé. Por que não os moralistas, religiosos e puritanos sacerdotes Caifás e Anás, que se julgavam guardiões e cumpridores da Lei de Deus? Não, porque eles tinham tudo, menos a fé.
A transformação interior faz do velho homem um novo homem, como na metamorfose da lagarta em borboleta. São dois momentos totalmente diferentes, perceptíveis pela mudança de comportamento e maneira de enxergar a vida.
Páscoa e Ressurreição se confundem porque ambas significam mudança, como no toque de Midas transformador do barro em ouro. Com efeito, do mesmo modo, as Trevas se transmutam em Luz.  
Precisamos da ressurreição que transforma a fraqueza do vício das drogas em sobriedade, a ganância que leva à corrupção em resignação, o desvio sexual da pedofilia à pureza, os sentimentos mesquinhos da inveja, da calúnia, da difamação, da intriga, da fofoca e do egoísmo em solidariedade, assim como os males  da depressão e do medo em serenidade e segurança.
A ressurreição verdadeiramente metafísica e transcendental constitui-se numa metamorfose intrínseca e espiritualmente norteada pelas palavras e exemplos de Jesus, o sublime Mestre e Salvador.
O homem renascido pela fé tem novo alento, força, energia, vigor espiritual. Todos podem continuar olhando o mundo superficialmente, mas ele, o transformado, vê o âmago, a essência, a profundidade.
A partir daí, o ressurreto espiritualmente troca a glutonice do ovo de chocolate pelo jejum da páscoa, o coelho comercial pelo Cordeiro libertador, que ,segundo a Bíblia, extirpa todo o mal (João 1.29).
Ademais, homem nenhum conseguirá a consciência “justa e perfeita” (santidade) senão pela fé. Todos, sem exceção, são infratores ou violadores da Palavra Sagrada. Sem a Graça presenteada pela confiança em Jesus e a vontade de acertar – mesmo errando – ninguém se libertará do jugo das fraquezas humanas, que são tentadoras e dominadoras. Até Cristo foi tentado, imagine nós, reles instrumentos das ambições e prazeres profanos.
Desse modo, esta é a época de reconciliação e perdão. O momento próprio à extirpação da violência, da fome, da corrupção e das injustiças; da expiação dos erros, superação das nossas dores e da passagem para uma nova vida. 
Afinal, sintetizo, com fulcro na Bíblia Sagrada (I Coríntios 5.7-8): “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Celebremos, pois, a festa, não com o fermento velho nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os pães não fermentados de pureza e verdade”.
* O autor é advogado e
  Ex-Presidente da Academia de Letras Jurídicas do RN.


sábado, 31 de março de 2018

*SÁBADO SANTO*






      Jesus permanece no sepulcro. Na Vigília Pascal, os fiéis ainda estão à espera, na esperança da ressurreição. 
      Neste dia, inicia-se a Vigília Pascal, ao final do dia, e termina com o amanhecer da Páscoa.


*ALELUIA*❗

*Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo*❗🙏
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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA

sexta-feira, 30 de março de 2018

*SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO*







        Relembra o dia em que Nosso Senhor Jesus Cristo é crucificado (após sua prisão, Jesus é julgado e açoitado; recebe a coroa de espinhos na cabeça; é levado á presença de Pilatos, e depois de condenado carrega com a sua própria cruz, até ao monte Calvário); ao meio-dia é crucificado entre dois ladrões e por volta das três da tarde, Jesus morreu... o Seu corpo foi depois retirado da cruz, e colocado num sepulcro cavado na rocha.
        Neste dia, é praticado o jejum, e a abstinência da carne em sinal de penitência e respeito pela morte de Jesus Cristo.



*ALELUIA*❗

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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA

quinta-feira, 29 de março de 2018

*QUINTA-FEIRA SANTA*






        É o dia da Última Ceia de Jesus Cristo com seus Apóstolos, onde Jesus humildemente lavou os pés dos seus 12 discípulos. 
      É no momento do lava-pés que Judas Iscariotes sai, para entregar Jesus em troca das 30 moedas de prata. (Jo 13,1-15) 
        Foi aqui, que Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu o Santo Sacrifício como sua eterna memória, e em seu último discurso, encorajou os discípulos a amarem-se uns aos outros. 
     Depois Jesus dirigiu-se ao monte de Getsêmani, tomou consigo três discípulos, e começou a sua agonia nos jardins, onde foi preso pelos judeus.

         É nesta noite que Jesus é preso, interrogado e ao amanhecer de sexta-feira, açoitado e condenado. 
         A Igreja inicia em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos começados por Jesus nesta noite.


*ALELUIA*❗

*Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo*❗🙏
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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA

quarta-feira, 28 de março de 2018

*QUARTA-FEIRA SANTA*






É o 4º dia da Semana Santa, no evangelho deste dia, é-nos apresentada a traição de Judas, descrevendo-nos como este foi ter com os chefes dos sacerdotes, a quem se ofereceu para trair o Jesus. Aceita assim, trinta moedas de prata como recompensa da sua traição. (MT 26,14-25).


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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA

terça-feira, 27 de março de 2018

*TERÇA-FEIRA SANTA*







É o dia, em que com grande tristeza, Jesus anuncia a sua morte, causando grande sofrimento aos seus discípulos. Anuncia também a traição, e indica o traidor. Judas sai possuído por Satanás, para trair o seu Mestre.


*ALELUIA*❗

*Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo*❗🙏
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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA




segunda-feira, 26 de março de 2018

*SEGUNDA-FEIRA SANTA*



          Neste dia, se reflete, em um momento de descanso de Jesus, na casa de uma família que Lhe era muito estimada. A casa de seu amigo Lázaro (a quem Ele havia ressuscitado), e de Marta e Maria. (Jo 12, 1-11).

              Faltavam seis dias para a Páscoa. E, enquanto estavam a jantar, Maria tomou um vaso de nardo (um perfume autêntico e muito caro), e ungiu Jesus nos pés, e depois enxugou-os com seus cabelos. 
             A casa encheu-se da fragrância do perfume. Tal gesto foi de imediato criticado por Judas Iscariotes, que hipocritamente logo alegou que o dinheiro que valia o perfume poderia ter sido dado aos pobres. Jesus ignorou a crítica e, saindo em defesa de Maria, justificou com estas palavras: “Antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura. 
               Asseguro-vos que em qualquer parte do mundo onde se proclame o evangelho, se recordará o que ela fez”.

*ALELUIA*❗

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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA

domingo, 25 de março de 2018

DOMINGO DE RAMOS



*SIGNIFICADO

*DOMINGO DE RAMOS*



Começa a Semana Santa, dia em que comemora a entrada de Jesus em Jerusalém. Nos dias de hoje, os fiéis levam para a igreja ramos, a fim de serem abençoados, como símbolo de sua fé.

*ALELUIA*❗

*Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo*❗🙏
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Colaboração do amigo ASSIS CÂMARA

quarta-feira, 21 de março de 2018

SESSÃO ESPECIAL EM HOMENAGEM AO IMORTAL SANDERSON NEGREIROS





Ontem, dia 20, na sala do Conselho de Cultura, a Academia Norte-Rio-Grandense de Letras realizou uma Sessão Especial para louvar o Imortal SANDERSON NEGREIROS.
O evento foi presidido por Diogenes da Cunha Lima e secretariado por Iaperi Araújo, tendo como orador oficial o Acadêmico Armando Negreiros, primo do saudoso colega, que traçou com fidelidade e emoção a figura do fundador da cadeira 40.
Estiveram presentes vários Acadêmicos e familiares do homenageado, os quais prestaram interessantes depoimentos, complementando outros oferecidos pelos Acadêmicos Diogenes, Eulália Barros e Paulo Macedo.
Foi um fim de tarde-noite de muitas emoções.
Ao final foi declarada vaga a cadeira 40 e abertas as inscrições para o seu preenchimento no prazo de 60 dias.
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Sanderson Negreiros


FLAGRANTES DO EVENTO:

















terça-feira, 20 de março de 2018

UMA OPINIÃO




OPERAÇÃO BANDA LARGA

Valério Mesquita

A frase do ex-deputado federal pernambucano Thales Ramalho de que “maior que a ilusão política só a ilusão do amor” é de uma verdade tão cristalina que me fez refletir mais ainda sobre os primeiros dias do atual processo eleitoral. A deterioração dos costumes políticos, as debandadas, as infidelidades à 25ª hora, a substituição das coligações eleitorais pela proliferação de legendas partidárias, as adesões no varejo e no atacado em tom promocional e de liquidação, a troca de legendas, tudo conduz o eleitor ao descrédito da vida pública, estarrecido com a conduta pérfida dos seus protagonistas. Em nome da mudança, do novo, do diferente, alguns agentes políticos estão destruindo a própria  biografia no jogo vantajoso das premissas e das facilidades dos governos que estão por vir. Nunca a flauta mágica do fisiologismo tocou tão alto desbotando clichês, ruborizando os céticos e dissolvendo bancadas tal e qual o efeito Sonrisal. O que está acontecendo hoje com a chamada classe política? Deu a louca no mundo? É tão grande assim o impacto das dívidas e das dúvidas se vai ganhar ou não? Dir-se-á que o Partido dos Trabalhadores quando trocou a ideologia pela convivência dos contrários, os partidos de esquerda e de centro perderam o pudor e se misturaram no mais estranho e promíscuo hibridismo partidário da história política do país.
Por isso, sou o eleitor anônimo perdido na passeata que vai de Igapó ao Conjunto Soledade II. Misturo-me com o povo. Danço a lambada e o frevo que desce e sobe ruas acima. Não carrego a bandeira dos candidatos mas o gosto doce da aventura da noite dos comícios, das mulheres balançando os bustos e os quadris, como nas pesquisas eleitorais que sobem e despencam. No circuito ciclístico da Grande Natal, pedalo bem perto da bicicleta da morena do short branco que faz todo eleitor mudar de partido.
Sou o incógnito cidadão que escuta o orador no palanque sob a penumbra da marquise da padaria mais próxima. Sou o decifrador de caracteres, das reações fisionômicas do homem do povo. Pastoreio as estrelas sobre a multidão sôfrega em desvarios pela hegemonia dos seus eleitos. A paz cósmica de ser livre e isento me apascenta.
Nessa eleição ainda quero o flerte da mulher jovem. A força misteriosa do encanto das meninas de branco, namoradas. Sem interagir música, política e paquera não há palanque, nem povo, nem discurso. Sou o eleitor do showmício, dos acordes do Wesley Safadão, Aviões do Forró, Mastruz com Leite, porque a música veste o voto do candidato.
Não há necessidade de se esmerar, hoje em dia, na palavra rebuscada, na oratória responsável e flamejante. Tudo é fátuo, fútil e fácil.  Quero conhecer as preferências de todos como se fosse o pároco da Igreja onde se confessam. O anônimo e o descomprometido vêem e escutam melhor do que os marqueteiros. Acompanho o cortejo, me integro e me divirto no calendário das passeatas, dos comícios para ver a juventude, a garota magra e bonita que agita a bandeira dos presidenciáveis nas esquinas das avenidas por dez reais ao dia e que expressam, em si, o melhor discurso contra o desemprego.
Enfim, nessa eleição, busco a claridade do sentimento popular, que não provém mais do palanque iluminado dos condôminos. No entanto, quero ser eleitor encachaçado, alegre, ritmado, até porque campanha eleitoral é festa e se não tiver mulher não tem graça. Depois disso, só o grito de guerra: “Saber votar e dizer abaixo a corrupção!”
Eu digo isso porque é o que fica e se transfunde na condição humana de optar, escolher e votar no candidato. O político parece haver largado o sotaque do povo e dos seus costumes, que o “feiticeiro” Aluízio Alves sabia fazer com humor e ironia. Embora, entenda que o político, às vezes, é como o fogo (“se renova das cinzas”). Vemos hoje na propaganda novos vultos e ambientes difusos, mas também a sociedade viúva ainda de lideres verdadeiros. As lideranças viraram sublegendas.

(*) Escritor.

H O J E





Necrológio do Imortal Sanderson Negreiros - cadeira 40
Saudação: Acadêmico Armando Negreiros.
Dia 20 de março: (17h30) (terça-feira)
Na Sala do Conselho Estadual de Cultura.


Sanderson Negreiros


Acadêmica  Leide Câmara
Secretária Geral
e-mail: academianrl@gmail.com



e-mail: leide.camara@live.com

sábado, 17 de março de 2018

A HOMENAGEM DO IHGRN A DOM NIVALDO


CENTENARIO DE DOM NIVALDO MONTE

Senhores e Senhoras:

Nas vestes da formalidade, aqui represento o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, do qual o homem erudito, Dom Nivaldo Monte, era sócio efetivo. Aqui deveria estar o seu presidente, Ormuz Barbalho Simonetti, impossibilitado de comparecer em consequência de uma cirurgia de catarata. Disse-me que seu compromisso com o passado preserva a lembrança de Dom Nivaldo em sua terra, onde, na condição de vigário de Goianinha, celebrou o matrimônio de seus pais, Arnaldo e Cirene Barbalho Simonetti.
Nas vestes da amizade e da admiração, quase devoção, aqui estou eu, discípulo de um grande mestre. Dom Nivaldo foi meu professor no Seminário de São Pedro. Observava-nos a todos, com os olhos de uma paternal psicologia. Gostava de ver nossas disputas futebolísticas. Sempre de bom humor, motivava-nos a imprimir qualidade em tudo o que fazíamos.
No decorrer dos anos, quando a maturidade nos acolhe, mais frequentes tornaram-se nossos encontros, seja no Serviço de Assistência Rural, então sob a batuta de Dom Eugênio Sales, seja em solenidades especiais, quando sua palavra imprimia o selo de qualidade ao evento. Lembro-me bem da força de sua palavra, temperada de lirismo. Não era assim, pelo encanto da palavra, e da verdade que transmitia, que o próprio Jesus revelou-se ao mundo?
Ah! Dom Nivaldo Monte, quanto bem foi plantado! Quantos frutos colhidos!
Certo dia, em visita ao Sítio onde eu morava, em Monte Alegre, Dom Nivaldo chegou ao meu escritório de trabalho e me indagou, diante de algumas estantes repletas de livros: Assis, você lê tantos livros e nada escreve? Sob o impacto da pergunta, passei-lhe às mãos alguns artigos e razoável número de poesias. Concentrou-se na leitura de uns poucos textos e me transmitiu a seguinte lição: “Nem todas as árvores são ornamentais. Muitas delas trazem a destinação de alimentar os homens. Por isso, dão fruto. A poesia, a música, a literatura, todas as formas de arte são frutos que alimentam a alma humana. Publique seus poemas. E arrematou: Rasgue o véu de sua timidez!”
Assim nasceu meu primeiro livro, Asas e Voo. No dia do lançamento, no Solar Bela Vista, Dom Nivaldo foi o primeiro a comparecer. Que mais posso dizer?
O espaço da gratidão é infinito. Em sua homenagem, e após sua bela viagem transcendental, compus este soneto em sua homenagem:

DOM NIVALDO MONTE
Sendo a fé um dom de Deus, nele brotou
Muito mais viva do que a Teologia;
E sua palavra de amigo se mostrou
Mais cativante do que a Filosofia.

Nos jardins de Emaús ele ensinou
Que o melhor fertilizante é a alegria;
Fez do trigo e da uva que plantou,
O pão e o vinho de sua eucaristia.

Desprezando a ostentação e a vaidade,
Na enxertia de exemplo e santidade
Recolhe os frutos da admiração.

Com a força da palavra e do sorriso
Demonstrou que só encontra o Paraíso
Quem semeia o amor e a compaixão.
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Texto produzido e lido por Francisco de ASSIS CÂMARA durante a Missa Solene celebrada na Catedral de Natal, dia 15 de março de 2018, por ocasião do CENTENÁRIO DE DOM NIVALDO MONTE.