terça-feira, 4 de dezembro de 2012
HOJE, 04-12- 2012, o escritor LÍVIO OLIVEIRA CONVIDA PARA O LANÇAMENTO DO SEU NOVO LIVRO -
"O TEOREMA DA FEIRA",
NA LIVRARIA SARAIVA DO MIDWAY MALL, ÀS 18:30.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
H O J E
De ordem do Presidente da OAB/RN, convidamos todos os integrantes para participar da Solenidade de Comemoração dos 80 anos da OAB/RN.
De ordem do Presidente da OAB/RN, convidamos todos os integrantes para participar da Solenidade de Comemoração dos 80 anos da OAB/RN.
A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte realiza HOJE solenidades em comemoração aos 80 anos da Seccional Potiguar com a presença do presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante. Na programação, estão previstos: lançamento da pedra fundamental da nova sede da Seccional, inauguração do Largo Advogado Raimundo Nonato Fernandes, bem como homenagens aos ex-presidentes, aos advogados mais antigos em atuação no Estado, funcionários, bem como será comemorado o centenário de Otto de Britto Guerra e entregue a Medalha Amaro Cavalcanti.
O lançamento da pedra fundamental acontecerá às 15h30 no terreno que fica no bairro de Candelária. A nova sede, que terá as obras iniciadas no primeiro semestre de 2013, contará com auditório para 500 pessoas, salas para Escritório Modelo, Clínica do Advogado, Assistência Jurídica, Caixa de Assistência do Advogado e Escola Superior de Advocacia.
A inauguração do Largo Advogado Raimundo Nonato Fernandes será às 17h na sede da OAB/RN em Cidade Alta. A homenagem in memorian contará com a presença dos familiares do ilustre advogado que muito honrou a Advocacia do Rio Grande do Norte.
Já as homenagens aos ex-presidentes, aos advogados mais antigos em atuação no Estado, funcionários, ao centenário de Otto de Britto Guerra e a entrega da Medalha Amaro Cavalcanti acontecerão às 19h no auditório do Centro de Operações da Justiça Eleitoral (COJE) em Morro Branco.
A Medalha é a comenda máxima conferida pela OAB/RN, uma única vez no prazo do mandato do Conselho, à grande personalidade da Advocacia Potiguar a quem tenha consagrado sua vida ao direito e à justiça. Na solenidade dos 80 anos, será entregue ao ex-presidente Carlos Roberto de Miranda Gomes.
Fonte: site da OAB-RN
Por Arnaldo Jabor,
Fui criado com princípios morais comuns:
Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.
Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?
Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã! E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão! ...
___________________________
Colaboração da amiga leitora JOVENTINA SIMÕES
domingo, 2 de dezembro de 2012
EDIÇÕES E REEDIÇÕES POÉTICAS
MISTO CÓDICE
A príncipes e guerreiros
falavam poetas
de flores, aves e gemas.
Com três imagens
se fazia esta
poesia, e um tema:
a brevidade da vida
e a incerteza
da permanência de poema.
Orquídeas roçagavam
na floresta
peitos viris e coxas morenas
Pouco durava
a sensual
festa,
a juventude, apenas.
(Paulo de Tarso Correia de Melo -
Misto Códice - Sarau das Letras
/Salamanca-Espanha, 2012).
SÃO PAULO
(Homenagem a Luiz Gonzaga)
Todo o mundo te admira
O "Brasí" todo te "qué"!
Das nossas esperanças
És tú a formosa Sé!
O que há de mar em serra
Produto maior da terra ...
O teu e o nosso, Café.
São Paulo, cidade bela!
És do Brasil coração.
Eu te trago os parabens
Das terras do meu sertão,
Por êste gesto imortal
Seres quartél general
Do nosso, REI DO BAIÃO!
(Zé Praxédi - o poeta vaqueiro - Ed.Continental, SP, 1952
- Sebo Vermelho, Natal, 2012).
MISTO CÓDICE
A príncipes e guerreiros
falavam poetas
de flores, aves e gemas.
Com três imagens
se fazia esta
poesia, e um tema:
a brevidade da vida
e a incerteza
da permanência de poema.
Orquídeas roçagavam
na floresta
peitos viris e coxas morenas
Pouco durava
a sensual
festa,
a juventude, apenas.
(Paulo de Tarso Correia de Melo -
Misto Códice - Sarau das Letras
/Salamanca-Espanha, 2012).
Á Eulina Fonseca
N´um
alegre recanto da campina,
N´uma
nesga do Valle sorridente,
Sob um
céo de escumilha transparente,
A´
frouxa luz d´aurora adamantina;
Foi
que desabrochou, tão purpurina,
A flor
angelical, meiga e innocente,
Do
nosso doce affecto permanente,
Que
nos encanta, e prende, e nos fascina.
O
canteiro de rosas inda existe,
Embora
solitário, meigo e triste,
Onde
vejo cahir a luz da lua ...
Era
alli que minh´alma de creança
Embalava
sorrindo uma esperança,
-Única
estrella que em meu céu fluctua.
(Anna Lima
– Verbenas – Açú, 1898
Ed. AZYMUTH - Natal, 2012)
Parti. Ninguém chorou pelas estradas,
No momento em que as velas me levaram,
Tôdas as môças do lugar cantaram
Trovas, ao som das cordas afinadas.
Na terra estranha muitas namoradas
Tive, que de ilusões me alimentaram ...
Ai, quantos lábios puros me beijaram,
Férteis em confissões apaixonadas!...
Piso outra vez o chão do velho abrigo:
Nem uma flor na quadra da vidima,
Quanto mais quem me estenda o colo amigo!
Coração, toma alento à luz da lua,
Deixa o solo natal, busca outro clima,
Que ninguém profetiza em pátria sua.
(Ferreira
Itajubá –
Terra Natal, 1914 e Poesias Completas, 1927 e 1965
Sebo Vermelho - Natal, 2012).
SÃO PAULO
(Homenagem a Luiz Gonzaga)
Todo o mundo te admira
O "Brasí" todo te "qué"!
Das nossas esperanças
És tú a formosa Sé!
O que há de mar em serra
Produto maior da terra ...
O teu e o nosso, Café.
São Paulo, cidade bela!
És do Brasil coração.
Eu te trago os parabens
Das terras do meu sertão,
Por êste gesto imortal
Seres quartél general
Do nosso, REI DO BAIÃO!
(Zé Praxédi - o poeta vaqueiro - Ed.Continental, SP, 1952
- Sebo Vermelho, Natal, 2012).
sábado, 1 de dezembro de 2012
UMA VIAGEM INESQUECÍVEL –
Parte II (Ormuz Barbalho Simonetti)
-continuação -
... Seu filho resolve que acompanharia o pai,
para ajudá-lo nas providências, na certeza que
chegariam ao Chile no dia seguinte. Enquanto
a aeronave taxiava, recebe uma mensagem
do guichê da TAM para interromper a
manobra e aguardar. Na confusão criada
por não poder embarcar, meu amigo
esqueceu que o documento de identidade
de sua esposa estava com ele. Sem a posse
desse documento, ela não passaria pelo balcão
da emigração no Chile, e teria que retornar
ao Brasil. Poucos minutos depois, um dos
tripulantes dirige-se a ela e lhe entrega o
documento que um funcionário da companhia
viera às pressas entregar no avião. Inicia-se
novo taxiamento e mais uma vez é
interrompido. Os passageiros já começavam
a se perguntar o que estaria acontecendo
quando novamente o mesmo tripulante,
com cara de poucos amigos, entrega a
esposa do meu outro amigo sua identidade,
que também havia ficado com ele e que
certamente acarretaria o mesmo problema
no desembarque.
para ajudá-lo nas providências, na certeza que
chegariam ao Chile no dia seguinte. Enquanto
a aeronave taxiava, recebe uma mensagem
do guichê da TAM para interromper a
manobra e aguardar. Na confusão criada
por não poder embarcar, meu amigo
esqueceu que o documento de identidade
de sua esposa estava com ele. Sem a posse
desse documento, ela não passaria pelo balcão
da emigração no Chile, e teria que retornar
ao Brasil. Poucos minutos depois, um dos
tripulantes dirige-se a ela e lhe entrega o
documento que um funcionário da companhia
viera às pressas entregar no avião. Inicia-se
novo taxiamento e mais uma vez é
interrompido. Os passageiros já começavam
a se perguntar o que estaria acontecendo
quando novamente o mesmo tripulante,
com cara de poucos amigos, entrega a
esposa do meu outro amigo sua identidade,
que também havia ficado com ele e que
certamente acarretaria o mesmo problema
no desembarque.
Ufa! Enfim partimos. Lá estava
eu, com a cabeça a mil, me perguntando
como seria o desembarque em Santiago,
já que eu era cego de guia, em se tratando
de outro país. Mas, nada podia fazer.
Dentro daquele enorme avião, me sentia
menor que um grão de mostarda diante
do que me aguardava. E, como se
diz lá pelo interior do mato, estava
literalmente pelo beiço. Como não
adiantava estrebuchar, entreguei a Deus!
eu, com a cabeça a mil, me perguntando
como seria o desembarque em Santiago,
já que eu era cego de guia, em se tratando
de outro país. Mas, nada podia fazer.
Dentro daquele enorme avião, me sentia
menor que um grão de mostarda diante
do que me aguardava. E, como se
diz lá pelo interior do mato, estava
literalmente pelo beiço. Como não
adiantava estrebuchar, entreguei a Deus!
As horas se passavam e a preocupação
me atormentava. Eu, no papel de
“Cadinho”, personagem da novela
Avenida Brasil, responsável pelas
três mulheres sem saber o rumo que tomaria.
me atormentava. Eu, no papel de
“Cadinho”, personagem da novela
Avenida Brasil, responsável pelas
três mulheres sem saber o rumo que tomaria.
De repente, não mais que de repente,
o local foi tomado por um enorme mau
cheiro. Minha esposa que sofre de cefaléia
e não pode sentir fortes odores, logo
ficou preocupada. Depois de curta
investigação, notamos que a passageira
sentada na poltrona ao lado, uma americana
de aspecto sinistro, que tinha embarcado
em São Paulo, havia tirado as meias dos
pés e as brandia como se quisesse secá-las.
O odor era tão forte que os passageiros
mais próximos, entreolhavam-se como
se não acreditassem na cena grotesca
que presenciavam.
o local foi tomado por um enorme mau
cheiro. Minha esposa que sofre de cefaléia
e não pode sentir fortes odores, logo
ficou preocupada. Depois de curta
investigação, notamos que a passageira
sentada na poltrona ao lado, uma americana
de aspecto sinistro, que tinha embarcado
em São Paulo, havia tirado as meias dos
pés e as brandia como se quisesse secá-las.
O odor era tão forte que os passageiros
mais próximos, entreolhavam-se como
se não acreditassem na cena grotesca
que presenciavam.
Isso nos fez lembrar outro episódio
semelhante quando embarcamos de Natal
para São Paulo. Minha esposa, que
integra a estatística de 42% da população
brasileira que tem medo de voar de avião,
ficou mais tranqüila quando identificou,
no passageiro que sentou na poltrona
do seu lado, um provável pastor evangélico.
O homem ao se sentar, sacou de uma bíblia
e começou a lê-la mentalmente. Com uma
hora de vôo o indivíduo já dormia
profundamente. Começamos então a
sentir um forte mau cheiro, que mais
lembrava comida estragada. Instantes
depois, descobrimos que o responsável
por exalar aquele mau cheiro era o pastor,
que de boca aberta e dormindo a sono
solto, incontinenti, impregnava o
ambiente com um hálito devastador,
daqueles capazes de acabam comício de
interior.
semelhante quando embarcamos de Natal
para São Paulo. Minha esposa, que
integra a estatística de 42% da população
brasileira que tem medo de voar de avião,
ficou mais tranqüila quando identificou,
no passageiro que sentou na poltrona
do seu lado, um provável pastor evangélico.
O homem ao se sentar, sacou de uma bíblia
e começou a lê-la mentalmente. Com uma
hora de vôo o indivíduo já dormia
profundamente. Começamos então a
sentir um forte mau cheiro, que mais
lembrava comida estragada. Instantes
depois, descobrimos que o responsável
por exalar aquele mau cheiro era o pastor,
que de boca aberta e dormindo a sono
solto, incontinenti, impregnava o
ambiente com um hálito devastador,
daqueles capazes de acabam comício de
interior.
Faltando pouco tempo para a
aterrissagem, passa um comissário
de bordo e distribui com os “passageiros
estrangeiros” que desembarcariam em
Santiago, um formulário escrito em
espanhol. Depois vim saber que se
tratava de uma DECLARAÇÃO DE
ADUANAS. Embora identificando
algumas palavras, não conseguia
entender completamente o que estava
escrito naquele papel.
aterrissagem, passa um comissário
de bordo e distribui com os “passageiros
estrangeiros” que desembarcariam em
Santiago, um formulário escrito em
espanhol. Depois vim saber que se
tratava de uma DECLARAÇÃO DE
ADUANAS. Embora identificando
algumas palavras, não conseguia
entender completamente o que estava
escrito naquele papel.
Quando se viaja para outro país,
os amigos que por ventura lá já estiveram,
logo se apressam em informar o endereço
de onde se faz boas compras, onde se
localizam os bons restaurantes, os locais
de visitas indispensáveis, os melhores
passeios etc. Infelizmente, não se
preocupam em informar ao passageiro
de primeira viagem, como era o nosso
caso, e ainda por cima viajando por
conta própria, isto é, sem contar
com os serviços de uma agência de
viagens, que, para se adentrar em
outro país, é necessário passar pela
policia de emigração. Aquele papel
entregue pelo comissário de bordo -
Declaração de Aduanas -, é justamente
para ser preenchido com os dados do
viajante, e que serão confrontados com
os documentos de identidade, no
guichê da emigração. Após esse
procedimento, a entrada é autorizada
através de um carimbo, que determinará
inclusive, os dias que o indivíduo
poderá permanecer no país. A guarda
desse documento é de vital importância,
pois, por ocasião da saída do país, o
mesmo documento será exigido.
O seu extravio acarretará enormes
problemas e nesse caso, a solução passará
inevitavelmente pela Embaixada.
os amigos que por ventura lá já estiveram,
logo se apressam em informar o endereço
de onde se faz boas compras, onde se
localizam os bons restaurantes, os locais
de visitas indispensáveis, os melhores
passeios etc. Infelizmente, não se
preocupam em informar ao passageiro
de primeira viagem, como era o nosso
caso, e ainda por cima viajando por
conta própria, isto é, sem contar
com os serviços de uma agência de
viagens, que, para se adentrar em
outro país, é necessário passar pela
policia de emigração. Aquele papel
entregue pelo comissário de bordo -
Declaração de Aduanas -, é justamente
para ser preenchido com os dados do
viajante, e que serão confrontados com
os documentos de identidade, no
guichê da emigração. Após esse
procedimento, a entrada é autorizada
através de um carimbo, que determinará
inclusive, os dias que o indivíduo
poderá permanecer no país. A guarda
desse documento é de vital importância,
pois, por ocasião da saída do país, o
mesmo documento será exigido.
O seu extravio acarretará enormes
problemas e nesse caso, a solução passará
inevitavelmente pela Embaixada.
Preenchemos o documento da
maneira que achávamos ser o mais
correto, porém, isso teve lá suas
conseqüências, quando apresentado
no guichê da emigração. A policial
chilena, muito mal humorada, talvez fosse
uma solteirona mal resolvida, pois era
desprovida de qualquer sinal de beleza
estética, terminou por se aborrecer, em
virtude da falta de alguns dados,
que tiveram que ser refeitos ou
complementados. Até que fosse
estabelecido um mínimo de
comunicação com aquela chilena
raivosa, falando apressadamente e em
um espanhol de difícil compreensão,
passamos por alguns momentos de estresse.
maneira que achávamos ser o mais
correto, porém, isso teve lá suas
conseqüências, quando apresentado
no guichê da emigração. A policial
chilena, muito mal humorada, talvez fosse
uma solteirona mal resolvida, pois era
desprovida de qualquer sinal de beleza
estética, terminou por se aborrecer, em
virtude da falta de alguns dados,
que tiveram que ser refeitos ou
complementados. Até que fosse
estabelecido um mínimo de
comunicação com aquela chilena
raivosa, falando apressadamente e em
um espanhol de difícil compreensão,
passamos por alguns momentos de estresse.
Enfim, resolvido mais esse problema,
tomamos um taxi, que tive o cuidado de
contratá-lo dentro do aeroporto, evitando
assim problemas futuros. Depois de nos
acomodarmos na van, já que éramos
quatro passageiros e bagagem de seis
pessoas, me dirigi ao motorista com
ares de viajante experiente: Hotel Neruda,
por favor! Sim señhor, respondeu o chileno.
tomamos um taxi, que tive o cuidado de
contratá-lo dentro do aeroporto, evitando
assim problemas futuros. Depois de nos
acomodarmos na van, já que éramos
quatro passageiros e bagagem de seis
pessoas, me dirigi ao motorista com
ares de viajante experiente: Hotel Neruda,
por favor! Sim señhor, respondeu o chileno.
Durante o percurso, uma distância
de 35 a 40 quilômetros, procurei manter
algum diálogo com o taxista, para ir
me familiarizando com o idioma.
Perguntei-lhe sobre a distância até o
centro da cidade, sobre a temperatura
e por fim sobre os pontos turísticos
mais visitados. Ele, ao contrário da
policial truculenta, muito educado,
procurava de todas as maneiras
atender aos meus questionamentos
e satisfazer, a medida do possível,
minhas curiosidades. Foi então que atônito,
descobri mais uma das nossas trapalhadas.
de 35 a 40 quilômetros, procurei manter
algum diálogo com o taxista, para ir
me familiarizando com o idioma.
Perguntei-lhe sobre a distância até o
centro da cidade, sobre a temperatura
e por fim sobre os pontos turísticos
mais visitados. Ele, ao contrário da
policial truculenta, muito educado,
procurava de todas as maneiras
atender aos meus questionamentos
e satisfazer, a medida do possível,
minhas curiosidades. Foi então que atônito,
descobri mais uma das nossas trapalhadas.
O dia 1 de novembro, Dia de Todos
os Santos, é feriado nacional. Em
seguida, o dia 2 – dia de finados -,
igualmente feriado, onde se reverencia
a memória dos mortos, como na
maioria dos países que têm como
predominância, a religião católica.
E o dia 3, sábado, nos informava
que o comércio funcionaria
precariamente em razão dos
feriados anteriores, ou como
costumamos chamar por aqui
de feriadão. Resultado: três dias
com praticamente tudo fechado em
Santiago. Somente os Shoppings,
como de costume, estariam em
pleno funcionamento. No afã da
viagem, esquecemos do mais
importante: o planejamento.
E como se diz aqui em nossa terra
“além de queda, coice!
os Santos, é feriado nacional. Em
seguida, o dia 2 – dia de finados -,
igualmente feriado, onde se reverencia
a memória dos mortos, como na
maioria dos países que têm como
predominância, a religião católica.
E o dia 3, sábado, nos informava
que o comércio funcionaria
precariamente em razão dos
feriados anteriores, ou como
costumamos chamar por aqui
de feriadão. Resultado: três dias
com praticamente tudo fechado em
Santiago. Somente os Shoppings,
como de costume, estariam em
pleno funcionamento. No afã da
viagem, esquecemos do mais
importante: o planejamento.
E como se diz aqui em nossa terra
“além de queda, coice!
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