CONVITE PARA A SOLENIDADE DE POSSE DOS SÓCIOS FUNDADORES DA ACADEMIA CEARAMIRINENSE DE LETRAS E ARTES - ACLA. - EM 10-08-2011, 19 horas na Estação Cultural Roberto Pereira Varela - Ceará-Mirim..
PATRONOS/ACADÊMICOS
Cadeira n.1 – Nilo Pereira; VAGO
Cadeira n.2 – Edgar Barbosa; Cléa Bezerra de Melo Centeno
Cadeira n. 3 – Juvenal Antunes; Paulo de Tarso Correia de Melo
Cadeira n. 4 – Maria Madalena Antunes Pereira; Lúcia Helena Pereira
Cadeira n. 5 – Adelle de Oliveira; Ciro Tavares
Cadeira n. 6 – Augusto Meira; Emmanuel Cavalcanti
Cadeira n. 7 – Rodolfo Garcia; VAGO
Cadeira n. 8 – Júlio Magalhães de Sena; Gibson Machado
Cadeira n. 9 – Inácio Meira Pires; Anchieta Cavalcanti
Cadeira n. 10 – Jayme Adour da Câmara; VAGO
Cadeira n. 11 – Padre Jorge O´Grady de Paiva; VAGO
Cadeira n. 12 – Elviro Carrilho da Fonseca; VAGO
Cadeira n. 13 – Herculano Bandeira de Melo; VAGO
Cadeira n.14 – José Emidio Rodrigues Galhardo; Janilson Dias de Oliveira
Cadeira n. 15 – José Alcino Carneiro dos Anjos; VAGO
Cadeira n. 16 – Francisco Pereira Sobral; VAGO
Cadeira n. 17 – Etelvina Antunes Lemos; VAGO
Cadeira n. 18 – Antonio Glicério; VAGO
Cadeira n. 19 – Dolores Cavalcanti; VAGO
Cadeira n. 20 – Francisco de Salles Meira e Sá; Pedro Simões
Cadeira n. 21 – Anete Varela; VAGO
Cadeira n. 22 – Rafael Fernandes Sobral; Franklin Marinho de Queiroz ]
Cadeira n. 23 – José Pacheco Dantas; Leonor Soares
Cadeira n. 24 – Manuel Fabrício de Souza (Amarildo). VAGO
Cadeira n. 25 – Bartolomeu Correia de Melo; Ormuz Barbalho Simonetti
sábado, 6 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Dramaturgia sem Ítalo
O ator Ítalo Rossi morreu anteontem, no Rio de Janeiro. Ele tinha 80 anos e estava internado no hospital Copa D’Or. Em janeiro, o ator havia completado 80 anos de idade, com o lançamento da biografia Ítalo Rossi: Isso é tudo. Na ocasião, também comemorou 60 anos de carreira.
O ator nasceu em Botucatu, no interior de São Paulo, e foi integrante do Teatro Brasileiro de Comédia. Ítalo fez carreira no teatro, tendo sido um dos fundadores do Teatro dos Sete. Também atuou na televisão e no cinema. Sua última participação na TV foi no programa humorístico Toma lá, dá cá, da Globo, em que vivia o personagem Seu Ladir, em 2008. No mesmo ano, foi lançado o filme Sexo com amor?, em que interpretou um padre. O enterro ocorreu ontem à tarde no Cemitério do Caju, zona norte do Rio de Janeiro.
Rossi morreu de insuficiência respiratória. Ele fumara por boa parte de seus 80 anos, mas tinha largado o cigarro havia vários meses, segundo Humberto Rossi, seu sobrinho. A morte pegou de surpresa mesmo os mais chegados. O ator foi internado na segunda-feira, com dificuldade para respirar. “Ele tinha problemas respiratórios há muito tempo, mas tinha parado de fumar, depois de várias tentativas. Era vibrante e a cabeça estava excelente”, disse o sobrinho.
Carreira
Ítalo Balbo Di Fratti Coppola Rossi nasceu em Botucatu, interior paulista, no dia 19 de janeiro de 1931. Iniciou a carreira no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Já no primeiro espetáculo, sob a direção de Maurice Vaneau, em A Casa de Chá do Luar de Agosto (1956), recebeu o prêmio revelação de ator da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT.
Em 1959 fundou, ao lado de Fernanda Montenegro, Sergio Britto e Fernando Torres, o Teatro dos Sete, em que atuou com exclusividade durante seis anos, até o encerramento da companhia. No teatro, participou do elenco de mais de 400 montagens. Com 55 anos de carreira, o ator atuou em diversas novelas pela TV Globo, como Escrava Isaura, Senhora do Destino e Belíssima, e era considerado um dos mais importantes atores do País.
Planos
Como diretor, Rossi tinha duas peças planejadas. A atriz Ester Jablonski contou que para ontem estava planejada a primeira reunião do próximo espetáculo: uma peça escrita por Marcelo Rubens Paiva que Rossi dirigiria, tendo Ester como assistente e também como atriz, que se baseia em relatos recebidos pelo Disque-Denúncia e se chama C’est la Vie. “Vamos fazer sem Ítalo. Ele estará presente do jeito dele.” Já Camila Amado, amiga desde os anos 50, revelou outro projeto. “Queríamos levar as crônicas de Danuza Leão para o teatro.”
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Fonte: TRIBUNA POP
O ator Ítalo Rossi morreu anteontem, no Rio de Janeiro. Ele tinha 80 anos e estava internado no hospital Copa D’Or. Em janeiro, o ator havia completado 80 anos de idade, com o lançamento da biografia Ítalo Rossi: Isso é tudo. Na ocasião, também comemorou 60 anos de carreira.
O ator nasceu em Botucatu, no interior de São Paulo, e foi integrante do Teatro Brasileiro de Comédia. Ítalo fez carreira no teatro, tendo sido um dos fundadores do Teatro dos Sete. Também atuou na televisão e no cinema. Sua última participação na TV foi no programa humorístico Toma lá, dá cá, da Globo, em que vivia o personagem Seu Ladir, em 2008. No mesmo ano, foi lançado o filme Sexo com amor?, em que interpretou um padre. O enterro ocorreu ontem à tarde no Cemitério do Caju, zona norte do Rio de Janeiro.
Rossi morreu de insuficiência respiratória. Ele fumara por boa parte de seus 80 anos, mas tinha largado o cigarro havia vários meses, segundo Humberto Rossi, seu sobrinho. A morte pegou de surpresa mesmo os mais chegados. O ator foi internado na segunda-feira, com dificuldade para respirar. “Ele tinha problemas respiratórios há muito tempo, mas tinha parado de fumar, depois de várias tentativas. Era vibrante e a cabeça estava excelente”, disse o sobrinho.
Carreira
Ítalo Balbo Di Fratti Coppola Rossi nasceu em Botucatu, interior paulista, no dia 19 de janeiro de 1931. Iniciou a carreira no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Já no primeiro espetáculo, sob a direção de Maurice Vaneau, em A Casa de Chá do Luar de Agosto (1956), recebeu o prêmio revelação de ator da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT.
Em 1959 fundou, ao lado de Fernanda Montenegro, Sergio Britto e Fernando Torres, o Teatro dos Sete, em que atuou com exclusividade durante seis anos, até o encerramento da companhia. No teatro, participou do elenco de mais de 400 montagens. Com 55 anos de carreira, o ator atuou em diversas novelas pela TV Globo, como Escrava Isaura, Senhora do Destino e Belíssima, e era considerado um dos mais importantes atores do País.
Planos
Como diretor, Rossi tinha duas peças planejadas. A atriz Ester Jablonski contou que para ontem estava planejada a primeira reunião do próximo espetáculo: uma peça escrita por Marcelo Rubens Paiva que Rossi dirigiria, tendo Ester como assistente e também como atriz, que se baseia em relatos recebidos pelo Disque-Denúncia e se chama C’est la Vie. “Vamos fazer sem Ítalo. Ele estará presente do jeito dele.” Já Camila Amado, amiga desde os anos 50, revelou outro projeto. “Queríamos levar as crônicas de Danuza Leão para o teatro.”
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Fonte: TRIBUNA POP
terça-feira, 2 de agosto de 2011

LUIZ DA CÂMARA CASCUDO
Aos 20 anos, em 1918, fez sua estréia nas páginas de A Imprensa, o jornal do seu pai. Foi o repórter que acompanhou Joca do Pará numa reportagem sobre as rondas da polícia montada vigiando a noite da cidade. Aos 21,fez sua estréia como escritor ao lançar seu primeiro livro - Alma Patrícia, há noventa anos. E há 25 anos fechou seus olhos para sempre, aos oitenta e seis anos e mais de uma centena de livros. Genial e humilde. Pobre e feliz.
Filho único de Francisco Justino de Oliveira Cascudo e Ana Maria da Câmara Cascudo, ele comerciante e coronel da Guarda Nacional, ela dos afazeres domésticos, nasceu Luís da Câmara Cascudo em Natal, a 30 de dezembro de 1898, onde viveu 88 anos até seu coração parar na tarde do dia 30 de julho de 1986.
Na água do primeiro banho, a mãe despejou um cálice de vinho do Porto para ter saúde e o pai temperou com um patacão do Império, para ganhar fortuna. O padre João Maria, o santo da cidade, batizou-lhe na Igreja do Bom Jesus Dores, na Ribeira, ali onde nasceu, anunciando seu nome em latim: Ludovicus! E a poetisa Auta de Souza, amiga de sua mãe, embalou nos braços tépidos, o choro forte do menino-homem.
Como o sobrevivente de quatro irmãos, teve a infância guardada entre cuidados com ama de companhia, professora particular e proibido do encanto das ruas. No verão, vivia os dias de calor na beira do mar, entre barcos e pescadores, e o inverno passava no sertão, ouvindo o aboio dos vaqueiros e o desafio de cantado. E assim sedimentou, entre espumas e espinhos, a sua cultura descobridora do homem brasileiro.
Desejou ser um nobre médico de província e chegou a cursar os primeiros anos Faculdade de Medicina da Bahia e no Rio de Janeiro. Mas terminou cumprindo destino de ser bacharel em Direito, na velha Faculdade de Direito do Recife onde ainda ouviu o eco dos discursos de Joaquim Nabuco e Tobias Monteiro versos de Castro Alves horrorizados com a escravidão.
Sonhou ser jornalista, e foi. Seu pai, nessa época ainda um homem rico, instalou o jornal A Imprensa para o filho. Nas suas páginas, o estudante que lia até a madrugada, passou a exercitar o gosto de escrever, mantendo a coluna Bric-à-Brac, na qual treinou seu olhar perscrutador observando costumes, hábitos e tradições de seu povo. Um repórter a registrar os quadrantes da vida comum.
O primeiro livro, Alma Patrícia, um olhar pioneiro sobre os poetas e prosadores de sua cidade, sai dos prelos em 1921. Na véspera da Semana de Arte Moderna de 1922 que aconteceria, meses depois, em São Paulo. O movimento estético encontrou no jovem escritor natalense um dos precursores no Nordeste. O professor de História que se revelara com as biografias do Marquês de Olinda e do Conde d'Eu, publicadas na Coleção Brasiliana, foi além dos feitos históricos. Voltou seu olhar para o Brasil para ser um dos grandes fundadores do homem brasileiro, ao lado de Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda
Leitor dos clássicos e das vanguardas dos anos vinte, não demorou a entrar sintonia com os modernistas. Colaborou nas suas revistas, recebeu Mário de Andrade em Natal, e começou a sua construção da cultura popular do seu povo. Ergueu as bases da etnologia, psicologia, antropologia e sociologia do homem brasileiro, vendo e ouvindo, anotando e estudando. Crenças e costumes, hábitos e tradições, cantos e danças, jogos e técnicas, no lazer e no trabalho, na vida e na morte - tudo para conhecê-lo na sua riqueza, singularidade, mutações e permanências.
No final dos anos trinta, lança Vaqueiros e Cantadores e fixa seu nome como legenda nos estudos folclóricos que chamaria de Ciência do Povo. Funda a Sociedade Brasileira de Folclore; propõe uma teoria em tomo do conceito de Cultura Popular; ergue com erudição o corpus conceitual da Literatura Oral no Brasil e sistematiza sua classificação; e faz a sua longa viagem de estudos ao continente africano, como um grande viajante do Século XX, para beber nas fontes ancestrais o vinho arcaico do passado e escrever Made in África, restauração da arqueologia cultural brasileira, cartografia indispensável à compreensão das nossas raízes que pareciam perdidas há cinco séculos. .
Autor de verdadeiros clássicos da cultura brasileira, como o Dicionário do Folclore, Cultura e Civilização, História da Alimentação e História dos Nossos Gestos; ensaísta insuperável da Jangada e da Rede de Dormir; etnólogo dos costumes e superstições; tradutor de Montaigne e Henry Koster; estudioso das lendas, da novelística popular, dos contos infantis, e observador dos medos e assombrações, a obra de Câmara Cascudo é um vasto continente a contracenar com um arquipélago de ilhas temáticas nascidas de todos os seus olhares e saberes específicos articulados entre si.
Com mais de uma centena de títulos. entre livros, traduções, opúsculos, e alguns milhares de artigos publicados no Brasil e em vários países, traduzido na França, Itália, Espanha e Japão, viveu como um descobrir, vendo e ouvindo, lendo e perguntando, anotando e escrevendo, sem nunca pensar em deixar a sua terra Natal, entre o rio, o mar e os morros, traços de sua própria fisionomia. Ainda nos anos trinta, o seu pai ficou pobre e o menino virou arrimo de família com a rica fortuna de um destino que faria de sua obra uma marca vitoriosa na história intelectual do Brasil.
Uma vez, em 1960, foi convidado para reitor da Universidade Nacional de Brasília pelo próprio presidente Juscelino Kubitschek que veio a Natal visitá-lo. Não aceitou. Convidado para ensinar em várias universidades da América Latina, Europa e Estados Unidos, nunca aceitou. Quando se negou a lançar a sua candidatura à Academia Brasileira e Letras, Afrânio Peixoto, seu amigo, in¬conformado em não vê-lo imortal, biografou numa frase perfeita o traço mais determinante de sua personalidade de espírito e de gênio: Câmara Cascudo é um provinciano incurável.
Luis da Câmara Cascudo viveu e morreu na sua aldeia Genial e humilde. Pobre e feliz.
Vicente Serejo 31/07/2011
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Fonte: Blog Genealogia e História - Ormuz Barbalho Simonetti
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
DESPEDIDA DO TREMA
É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, com acentuada inteligência. A consequência não poderia ser outra: uma agradável leitura.
Despedida do TREMA_________
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüenta anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora.
Fui expulso pra sempre do dicionário.
Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé. Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I.
Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões.
Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?...
A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER.
Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo.
Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos.
Saio da língua para entrar na história.
Adeus, Trema.
______________________
Colaboração do leitor DIDI AVELINO, RJ
É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, com acentuada inteligência. A consequência não poderia ser outra: uma agradável leitura.
Despedida do TREMA_________
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüenta anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora.
Fui expulso pra sempre do dicionário.
Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé. Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I.
Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões.
Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?...
A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER.
Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo.
Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos.
Saio da língua para entrar na história.
Adeus, Trema.
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Colaboração do leitor DIDI AVELINO, RJ
domingo, 31 de julho de 2011
TRISTE FIM
Carlos Roberto de Miranda Gomes
Dos dias de glória e alegria,
O velho estádio hoje sofre o revés,
No desmonte dos algozes infiéis,
Provoca agora apenas nostalgia.
Nenhum clamor ecoa na cidade,
Parece aguardar o seu destino,
Esperançoso que da Graça do Divino,
Possa acontecer algum milagre.
________________________

JAMYLES
Tu foste
o nosso Sol
neste mundo
sem amor,
sem esperança,
sem poesia.
De velas cegas
e de vazio esquecimento.
Os pássaros, agora,
executam uma Sinfonia:
"Jamyles Mimosa"
"Jamyles Mimosa"
Anunciando-te
Ao Reino de Deus.
Natal/RN, 29/30.07.2011
Eduardo Gosson
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INCLEMÊNCIA
Rizolete Fernandes
Img: Christian Coigny - Women Outside_09
a dor
é ferroada
Quando sorrateira
se instala
gota em gota
vira enxurrada
Se de repente
aguda inteira
fica
sendo passageira
A dor
faz inclemente
quem a sente
(Fonte: blog Márcia Sanchez Luz)
sábado, 30 de julho de 2011

MINHA CIDADE – um projeto elogiável
CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES – escritor/blogueiro
A sociedade potiguar vem sendo premiada com a execução de um projeto cultural, de invulgar importância – “Minha Cidade”, levado à cabo pela equipe da IntertvCabugi.
Com eficiência e simpatia, adota um formato de rara beleza, divulgando as potencialidades e história de cada município do Rio Grande do Norte, despertando a atenção dos telespectadores para o melhor conhecimento dos que pretendem viajar para uma visita às diversas comunas apresentadas.
Cuida-se, assim, de uma maneira inteligente de descobrir grandezas escondidas, enfatizando as tradições, a economia, a cultura e a toponímia de cada lugar, trazendo orgulho para os conterrâneos e dando novo alento para a geografia humana das cidades visitadas.
Sou um fiel apreciador do programa e o tenho recomendado aos meus familiares e amigos, com um retorno inteiramente positivo, tornando-se o horário num momento de encontro familiar diante da telinha.
Parabéns aos produtores e apresentadores do programa, que já está a merecer o reconhecimento oficial das instituições públicas e privadas do nosso Estado.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O QUE AVANÇA PODE DETERMINAR A CHEGANÇA FINAL
Por Flávio Rezende*
Todos nós sabemos o quanto é bom os benefícios que as coisas modernas proporcionam. Lentamente o homem está deixando de sentir dor, de precisar andar muito, de viver pouco e, começamos a receber informações que em breve não vamos precisar mais verbalizar as coisas, nem comer, nem ficaremos com órgãos doentes e nem membros quebrados ou paralisados.
Pesquisas recentes apontam no sentido de tornar o homem um híbrido com máquinas, chip já é realidade dentro e fora da gente e, a nanotecnologia começa a tomar nosso corpo como cobaia e, já deve ter por ai, pequeninas maquininhas fazendo um tour por nossas avenidas sempre avermelhadas.
O que pode ter de negativo nisso tudo? A reflexão que faço é que, chegará o dia em que a réplica perfeita de um cérebro humano vai ser feita, contendo a engenhoca todas as condições de dotar uma máquina com as mesmas funções que, até onde sabemos só nós possuímos.
Uma vez instalada uma tecnologia dessas numa máquina, a mesma passará a ter inteligência não mais artificial e sim natural, podendo tomar decisões que, caminhe em direção à eliminação do seu criador.
Com capacidade suficiente para se replicar e sem a barreira de questões éticas e nem religiosas, uma vez que as máquinas não possuirão a cultura e nem o DNA que estes itens têm na raça humana, as máquinas poderão se rebelar contra nosso presumível comando e, passar a nos destruir para que sozinhas, possam exercer suas atividades da maneira que desejem.
Apesar das facilidades relatadas no início deste texto, sabemos que a dor nos ensina, proporcionando a muitos o devido crescimento espiritual, pois pedagógica que é geralmente deixa algum caminho a ser refeito.
Apesar da comodidade dos veículos e meios de transporte inventados, a falta do caminhar tem ocasionado uma série de problemas de saúde, especialmente a obesidade e as taxas alteradas que tanto conhecemos.
Mesmo sabendo ser bom viver bastante, fica claro que a vida acontece de maneira correta dentro de uma cronologia sabiamente estabelecida, viver muito mais cria uma série de situações desagradáveis, pois as gerações mudam seus costumes, o espírito fica cansado a despeito do corpo recauchutado ou não e, ninguém em sã consciência fica feliz em passar tanto tempo encarnado.
Gosto dos avanços da tecnologia e sei que eles estão criando muitas facilidades e alegrias, mas, mesmo sendo um otimista juramentado, visualizo que no futuro, as máquinas com poderes humanos que estamos criando, serão as rebeldes que determinarão a mudança de nossa espécie deste planeta para outro.
Quem sabe em nova moradia, com as lições do passado e as cicatrizes das nossas inconsequências, possamos finalmente evoluir para termos as maravilhas do avanço tecnológico aliado às necessidades da correta postura espiritual, posto que, cheios de benefícios materiais, ainda sentimos ódio, inveja, matamos uns aos outros, somos indiferentes, bélicos e só conhecemos o amor que os mestres tanto falam, em poesias, textos, cartões de datas festivas e na oralidade.
O amor que é real para os iluminados não é um amor carnal, possessivo, teórico, é universal e só será conhecido de fato para quem o vivenciar, na percepção da unidade na diversidade e no entendimento que o fundir dos valores humanos, forjado no big-bang da vida plena, é o UM tão necessário a nossa sobrevivência cósmica.
____________________________________________________
*É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (escritorflaviorezende@gmail.com)
Por Flávio Rezende*
Todos nós sabemos o quanto é bom os benefícios que as coisas modernas proporcionam. Lentamente o homem está deixando de sentir dor, de precisar andar muito, de viver pouco e, começamos a receber informações que em breve não vamos precisar mais verbalizar as coisas, nem comer, nem ficaremos com órgãos doentes e nem membros quebrados ou paralisados.
Pesquisas recentes apontam no sentido de tornar o homem um híbrido com máquinas, chip já é realidade dentro e fora da gente e, a nanotecnologia começa a tomar nosso corpo como cobaia e, já deve ter por ai, pequeninas maquininhas fazendo um tour por nossas avenidas sempre avermelhadas.
O que pode ter de negativo nisso tudo? A reflexão que faço é que, chegará o dia em que a réplica perfeita de um cérebro humano vai ser feita, contendo a engenhoca todas as condições de dotar uma máquina com as mesmas funções que, até onde sabemos só nós possuímos.
Uma vez instalada uma tecnologia dessas numa máquina, a mesma passará a ter inteligência não mais artificial e sim natural, podendo tomar decisões que, caminhe em direção à eliminação do seu criador.
Com capacidade suficiente para se replicar e sem a barreira de questões éticas e nem religiosas, uma vez que as máquinas não possuirão a cultura e nem o DNA que estes itens têm na raça humana, as máquinas poderão se rebelar contra nosso presumível comando e, passar a nos destruir para que sozinhas, possam exercer suas atividades da maneira que desejem.
Apesar das facilidades relatadas no início deste texto, sabemos que a dor nos ensina, proporcionando a muitos o devido crescimento espiritual, pois pedagógica que é geralmente deixa algum caminho a ser refeito.
Apesar da comodidade dos veículos e meios de transporte inventados, a falta do caminhar tem ocasionado uma série de problemas de saúde, especialmente a obesidade e as taxas alteradas que tanto conhecemos.
Mesmo sabendo ser bom viver bastante, fica claro que a vida acontece de maneira correta dentro de uma cronologia sabiamente estabelecida, viver muito mais cria uma série de situações desagradáveis, pois as gerações mudam seus costumes, o espírito fica cansado a despeito do corpo recauchutado ou não e, ninguém em sã consciência fica feliz em passar tanto tempo encarnado.
Gosto dos avanços da tecnologia e sei que eles estão criando muitas facilidades e alegrias, mas, mesmo sendo um otimista juramentado, visualizo que no futuro, as máquinas com poderes humanos que estamos criando, serão as rebeldes que determinarão a mudança de nossa espécie deste planeta para outro.
Quem sabe em nova moradia, com as lições do passado e as cicatrizes das nossas inconsequências, possamos finalmente evoluir para termos as maravilhas do avanço tecnológico aliado às necessidades da correta postura espiritual, posto que, cheios de benefícios materiais, ainda sentimos ódio, inveja, matamos uns aos outros, somos indiferentes, bélicos e só conhecemos o amor que os mestres tanto falam, em poesias, textos, cartões de datas festivas e na oralidade.
O amor que é real para os iluminados não é um amor carnal, possessivo, teórico, é universal e só será conhecido de fato para quem o vivenciar, na percepção da unidade na diversidade e no entendimento que o fundir dos valores humanos, forjado no big-bang da vida plena, é o UM tão necessário a nossa sobrevivência cósmica.
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*É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (escritorflaviorezende@gmail.com)
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
DIA DO ESCRITOR
Como devidamente programado, no dia 25 passado, no auditório da Aliança Francesa, gentilmente cedido pela sua Direção, foi realizada a sessão especial comemorativa do DIA DO ESCRITOR.

Os trabalhos foram abertos com um pronunciamento do Presidente Eduardo Gosson e em seguida composta a Primeira Mesa com a Deputada Federal Fátima Bezerra e o Professor Fabiano dos Santos abordando as políticas públicas para o desenvolvimento da cultura no Brasil, com participação da platéia.

A Segunda Mesa foi composta pelos escritores Jarbas Martins, Francisco Alves, Nelson Patriota, sob a coordenaçao de Eduardo Gosson e com a participação de Eulício Farias Júnior, abordando a vida e a obra do grande escritor Eulício Farias de Lacerda e o lançamento oficial do "Prêmio Escritor Eulício Farias de Lacerda". Os depoimentos pungentes dos participantes deram um brilho especial e emocional ao evento, que atingiu a sua finalidade e muito bem comemorou a data. Os detalhes do Concurso literário devem ser buscados no site da UBE/RN.
Como devidamente programado, no dia 25 passado, no auditório da Aliança Francesa, gentilmente cedido pela sua Direção, foi realizada a sessão especial comemorativa do DIA DO ESCRITOR.

Os trabalhos foram abertos com um pronunciamento do Presidente Eduardo Gosson e em seguida composta a Primeira Mesa com a Deputada Federal Fátima Bezerra e o Professor Fabiano dos Santos abordando as políticas públicas para o desenvolvimento da cultura no Brasil, com participação da platéia.

A Segunda Mesa foi composta pelos escritores Jarbas Martins, Francisco Alves, Nelson Patriota, sob a coordenaçao de Eduardo Gosson e com a participação de Eulício Farias Júnior, abordando a vida e a obra do grande escritor Eulício Farias de Lacerda e o lançamento oficial do "Prêmio Escritor Eulício Farias de Lacerda". Os depoimentos pungentes dos participantes deram um brilho especial e emocional ao evento, que atingiu a sua finalidade e muito bem comemorou a data. Os detalhes do Concurso literário devem ser buscados no site da UBE/RN.
segunda-feira, 25 de julho de 2011

25 DE JULHO
DIA DO ESCRITOR
Hoje é dia do escritor
Numa entrevista, Ignácio de Loyola Brandão, à pergunta sobre qual seria o papel do escritor no Brasil, respondeu que "o papel do escritor no Brasil, ou no mundo, ou na lua é escrever. Nada mais do que isso. Escrever. O escritor não tem missões, não tem mensagens, não tem funções".
Talvez ele queira dizer que o escritor não precisa ser o redentor do mundo, o salvador da pátria ou o libertador da lua; não tem a missão de solucionar problemas e não carrega em seu coração a mensagem essencial dos santos e revolucionários.
Um escritor não precisa cumprir uma função específica que escape à sua intrínseca função de escrever o que bem entenda, embora aconteça com muitos de nós precisarmos escrever "em função" da estrita sobrevivência. Cumprindo uma responsabilidade, escrevemos coisas meio burocráticas, meio publicitárias, um livro contando a história de uma empresa, a resenha de um livro que não seria o nosso preferido... Enfim, mas estamos escrevendo. E com muita honra.
Nada de errado escrever para sobreviver. Contanto que, depois, à noite, alta madrugada, seja a hora em que o escritor escreva a indignação, o silêncio, o grito, o muxoxo, o sussurro. Nesta hora o escritor sofrerá ou gozará com o gosto de cada palavra.
Depois de escrever cartas comerciais durante o dia, por exemplo (como Fernando Pessoa), é a hora de viver no mundo outro do texto. Apesar de não haver tantos moinhos como antigamente por aí, D. Quixote precisa sair em busca de novas aventuras.
Eu, porém, diria que todo o ser humano tem missões, mensagens e funções, mesmo que sejam as mais quixotescas e ingênuas do mundo. E que o escritor, como qualquer ser humano, tem as suas.
E a missão do escritor é, sim, ser escritor.
E a mensagem do escritor se confunde com sua função: escrever é viver.
Agora, dia 25 de julho, é dia do escritor. Descobri folheando a minha agenda. E decidi comemorar a data imaginando que tipo de presente um escritor gostaria de receber.
Um computador novo? Um crédito para comprar cem livros em qualquer livraria do mundo? Um mês de férias para, em paz, escrever um romance? Ou uma tradicional caneta tinteiro?
Pensando bem, o grande presente para o escritor continuará sendo o mesmo de todos os tempos: os seus leitores.
Por Gabriel Perissé
(autor dos livros LER, PENSAR E ESCREVER e O LEITOR CRIATIVO)
CONVITE
O presidente da União Brasileira de Escritores – UBE/RN convida Vossa Senhoria para participar do Dia do Escritor (25 Julho), ocasião em que será debatido com a deputada Fátima Bezerra as propostas do Governo Federal para a Cultura com ênfase na nova lei dos direitos autorais e o lançamento do Prêmio Escritor Eulício Farias de Lacerda, seguido de um debate com os escritores Francisco Alves, Jarbas Martins e Nelson Patriota acerca de sua importância literária.
Eduardo Gosson
Presidente
PROGRAMAÇÃO
25.07.2011, segunda-feira
19h - Propostas do Governo Federal para a Cultura e a nova lei dos direitos autorais
(Deputada Federal Fátima Bezerra)
20h30 – Prêmio Escritor Eulício Farias de Lacerda
(Jarbas Martins, Francisco Alves e Nelson Patriota)
Moderador: Eduardo Gosson
Local: auditório da Aliança Francesa, rua Potengi,459, Petrópolis
Informações: 9983-6081
domingo, 24 de julho de 2011

O QUE SIGNIFICA SOLIDÃO
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...
Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos
que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar
os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente
para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa
alma....
Chico Buarque de Holanda

"Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
O QUE É VIVER BEM?
Um repórter perguntou à CORA CORALINA (poetiza que viveu até 95 anos) o que é viver bem?
Ela disse-lhe: “Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros.
Então silêncio! Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que eu sou?
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
Cora Coralina morreu em 1985 aos 95 de idade, cuidou do seu interior mais do que seu exterior, tinha todas as linhas da vida no rosto, e que vida !
sábado, 23 de julho de 2011

REFLEXOS DE TEMPOS PASSADOS . . .
Jean Baptiste Colbert – ministro de estado de Luis XIV
Reims, 29 de Agosto de 1619 – Paris, 06 de Setembro de 1683
Jules Mazarin – nascido na Itália foi cardeal e primeiro ministro da França
(Pescina, 14 de julho de 1602 — 9 de março de 1661)
Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não
é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é
possível continuar a gastar, quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se
parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado
para a prisão. Então, ele continua a endividar-se...todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah, sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro. E como
é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E então...os ricos?
Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver
centenas de pobres.
Colbert: Então, como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente!
Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos.
É um reservatório inesgotável!
Extraído de “Diálogos de Estado”___________________
Colaboração de Ivoncisio M. Medeiros
sexta-feira, 22 de julho de 2011

Olímpio: medalha igual à do ministro Garibaldi Filho.
Homenagem
A exemplo do que o comando nacional da aeronáutica fez nesta quarta-feira, 20, ontem, em Brasília, distinguindo o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB), ministro da Previdência Social, e outros destaques nacionais com a Medalha Mérito Santos Dumont, em função do 138° aniversário do cientista, a Base Aérea de Natal fez o mesmo com expoentes do Rio Grande do Norte em Parnamirim. Só um civil estava entre os agraciados com a medalha. Foi o médico Olímpio Maciel.
___________________________
Fonte: Jornal virtual de Roberto Guedes
CONVITE
O presidente da União Brasileira de Escritores – UBE/RN convida Vossa Senhoria para participar do Dia do Escritor (25 Julho), ocasião em que será debatido com a deputada Fátima Bezerra as propostas do Governo Federal para a Cultura com ênfase na nova lei dos direitos autorais e o lançamento do Prêmio Escritor Eulício Farias de Lacerda, seguido de um debate com os escritores Francisco Alves, Jarbas Martins e Nelson Patriota acerca de sua importância literária.
Eduardo Gosson
Presidente
PROGRAMAÇÃO
25.07.2011, segunda-feira
19h - Propostas do Governo Federal para a Cultura e a nova lei dos direitos autorais
(Deputada Federal Fátima Bezerra)
20h30 – Prêmio Escritor Eulício Farias de Lacerda
(Jarbas Martins, Francisco Alves e Nelson Patriota)
Moderador: Eduardo Gosson
Local: auditório da Aliança Francesa, rua Potengi,459, Petrópolis
Informações: 9983-6081
quinta-feira, 21 de julho de 2011
HÁ 75 ANOS 
THEREZINHA ROSSO GOMES, filha de Rocco Rosso e Rosa Maria Lovisi Rosso, estes de origem italiana, minha vizinha da Rua Meira e Sá 118, namoro de infância pelos idos de 1959, noivado no dia 6 de janeiro de 1962 e casamento em 16 de março de 1963, na Igreja de Santo Antonio - Praça Batista Campos, da Paróquia da Trindade - Belém do Pará. Mãe dedicada de Rosa Ligia, Thereza Raquel, Carlos Rosso e Rocco José, avó devotada de Lucas Antônio, Carlos Victor, Raphael Rosso, Gabriela Rosso, Maria Clara e Carlos Neto, na expectativa da chegada de Isabela, amiga de todos os familiares, conciliadora, devota como sua mãe, minha pastora dos olhos castanhos e de tranças, minha primeira paixão. O que dizer sobre você? Te amo, pois tudo o que pudesse falar cairia no lugar comum da bondade, do carinho, da fidelidade e da dedicação, às vezes da paciência e da tolerância. Nesta data, entrego o meu coração já combalido, mas é o que de mais precioso que tenho. Compartilho o meu amor e a minha fidelidade. DEUS TE PROTEJA. BEIJOS, BEIJOS, BEEEEIIIJJJOOOSSS MIL. São os desejos do seu "Preto".
PASTORA DOS OLHOS CASTANHOS
(Horondino Silva/Alberto Ribeiroio)
Ó pastora dos olhos castanhos
Sempre a guardar teus rebanhos
De manhã eu de longe te aceno
Sonho teu olhar
Nem me vê chamar
Ó pastora dos olhos castanhos
Meu pensamento é só teu
Quando quiseres amor
Sabes que teu pastor Sou eu.
A tardinha tu voltas e as tranças tu soltas
Ao vento que te beija
Vais lavar teus pezinhos no rio
E eu pastor, maldoso te espio
Vendo o céu constelado
Eu sonho acordado
E chego a pensar
Que a lua é uma pastora
Nos campos do céu Rebanhos a guardar.
(Gravações imortais de Silvio Caldas e Paulinho da Viola)

THEREZINHA ROSSO GOMES, filha de Rocco Rosso e Rosa Maria Lovisi Rosso, estes de origem italiana, minha vizinha da Rua Meira e Sá 118, namoro de infância pelos idos de 1959, noivado no dia 6 de janeiro de 1962 e casamento em 16 de março de 1963, na Igreja de Santo Antonio - Praça Batista Campos, da Paróquia da Trindade - Belém do Pará. Mãe dedicada de Rosa Ligia, Thereza Raquel, Carlos Rosso e Rocco José, avó devotada de Lucas Antônio, Carlos Victor, Raphael Rosso, Gabriela Rosso, Maria Clara e Carlos Neto, na expectativa da chegada de Isabela, amiga de todos os familiares, conciliadora, devota como sua mãe, minha pastora dos olhos castanhos e de tranças, minha primeira paixão. O que dizer sobre você? Te amo, pois tudo o que pudesse falar cairia no lugar comum da bondade, do carinho, da fidelidade e da dedicação, às vezes da paciência e da tolerância. Nesta data, entrego o meu coração já combalido, mas é o que de mais precioso que tenho. Compartilho o meu amor e a minha fidelidade. DEUS TE PROTEJA. BEIJOS, BEIJOS, BEEEEIIIJJJOOOSSS MIL. São os desejos do seu "Preto".
PASTORA DOS OLHOS CASTANHOS
(Horondino Silva/Alberto Ribeiroio)
Ó pastora dos olhos castanhos
Sempre a guardar teus rebanhos
De manhã eu de longe te aceno
Sonho teu olhar
Nem me vê chamar
Ó pastora dos olhos castanhos
Meu pensamento é só teu
Quando quiseres amor
Sabes que teu pastor Sou eu.
A tardinha tu voltas e as tranças tu soltas
Ao vento que te beija
Vais lavar teus pezinhos no rio
E eu pastor, maldoso te espio
Vendo o céu constelado
Eu sonho acordado
E chego a pensar
Que a lua é uma pastora
Nos campos do céu Rebanhos a guardar.
(Gravações imortais de Silvio Caldas e Paulinho da Viola)

CONVITE DOS PARTICIPANTES DO SEXTO VOLUME DA ANTOLOGIA LITERÁRIA SPVA/RN COM LANÇAMENTO PARA 29/07/2011 NO IF/RN DA AV. DEODORO, NATAL/RN
A SPVA/RN sempre pensa e realiza com muito amor poético, literário e artístico toda sua produção de eventos e de publicações. Sempre é uma grande luta contínua, principalmente por falta de recursos para o auto-financiamente, esse é inexistente. Assim, torna-se de primordial importância o engajamento dos autores em sistema de coprodução editorial e financeira em suas obras impressas. Hoje, já é realidade o selo editorial da SPVA/RN, fato que motiva mais ainda seus sócios a continuarem na árdua labuta literária.
A coletânea foi plantada na época em que o jornalista poeta Paulo Augusto presidia a entidade e delegou à sócia Jania Souza a tarefa de organizar a primeira Antologia Literária sem pretensão de continuidade. Contudo, o resultado foi laureado com enorme sucesso que mobilizou o interesse dos filiados e admiradores, promovendo cinco volumes em sistema de autofinanciamento dos participantes para tornar possível o sonho da publicação.
Em 2007, decidiu-se angariar recursos públicos para a edição do sexto volume em comemoração aos 10 anos de existência da entidade, já reconhecida de utilidade pública nos níveis municipal e estadual através de leis específicas pelo seu trabalho em prol da cultura como ponto de afirmação da identidade do povo potiguar. Esse projeto foi aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Município de Natal - Lei Djalma Maranhão, tendo certificado de captação liberado, todavia a entidade não conseguiu empresas onde captar os recursos da renúncia fiscal do município. Porém, com a criação e dotação do FUNDO MUNICIPAL DE CULTURA, em 2010, com nova roupagem, a ANTOLOGIA LITERÁRIA SPVA foi aprovada para satisfação dos seus participantes e, principalmente, para alegria da rede municipal de ensino, onde os exemplares serão distribuídos gratuitamente para compor o acervo das bibliotecas das escolas com recitais dos poetas, músicos e atores da entidade. Cada biblioteca escolar deverá receber três exemplares para seus alunos deliciarem-se nas leituras.
A título de Direito Autoral cada autor receberá um exemplar e terá sua obra sendo apreciada pelas novas gerações, participando na formação de novas platéias, no incentivo à leitura, no incentivo ao surgimento de novos talentos.
O sexto volume percorreu quatro anos de dificuldades para se realizar concretamente, demonstrando que a força da união e a fé no objetivo final são fundamentais para a execução de um sonho sonhado por tantos. Atravessou três gestões administrativas: primeiro (Lei Djalma Maranhão) e segundo (BNB) projetos lançados na administração do poeta e artista plástico Pedro Grilo Neto; o terceiro para o Fundo Municipal de Cultura, na gestão da poeta professora Geralda Efigênia, sendo efetivamente lançada e distribuída gratuitamente nas escolas municipais na gestão do poeta filósofo Maurício Cardoso Garcia.
PARABÉNS AOS AUTORES QUE SEMPRE ACREDITARAM
São 258 páginas escritas por 70 autores, sócios da entidade e convidados.
Revisão dos escritores: Diulinda Garcia, José de Castro e autores.
Fotografias de Emmanoel Iohanan; autores; Antonius Manso assina fotografia do escritor Paulo Augusto.
A capa tem por tema a obra visual em óleo sobre tela com título PAZ de autoria do poeta e artista plástico Paulo Alves de Souza.
Impressão realizada pela GRÁFICA PRINT de Natal, localizada na Rua Felipe Camarão com muito profissionalismo e atenção.
A Editoração Eletrônica, Projeto Gráfico e design da Capa, além da Apresentação são assinados pelo poeta, escritor e mestrando Márcio Ribeiro, sempre perfeccionista, responsável e de ímpar eficiência permeada por singular paciência na execução de atividades tão estressantes, mas prazerosas.
A mim, coube o prazer de reunir os participantes, organizar e coordenar nosso projeto, decepcionar-me com os percalços da burocracia e da vida e não desistir jamais do resultado final com o apoio do Conselho Municipal de Cultura da Cidade de Natal decisivo para a realização dessa enorme e maravilhosa empreitada.
Muito obrigada à confiança depositada em nosso trabalho.
PARTICIPANTES DO SEXTO VOLUME DA ANTOLOGIA LITERÁRIA SPVA/RN, EDIÇÃO 2011
Agslene Martins
Alexandre Abrantes
Américo Pita
Ana Clara de Araújo Nogueira
Antoniel Campos
Arlete Santos
Auzêh Freitas
Ciano
Cintia Gushiken
Cláudio Everton Martins
Clébia da Costa Pereira
Conde Abbate
Dean de Sena
Deth Haak
Diulinda Garcia
Dorinha Timóteo
Eliane Moreira Dias
Elias do Egito
Elizeu Pereira da Silva
Emmanoel Iohanan
Fernando Towar
Francisco de Assis Silva dos Santos
Francisco de Paula Pinto
Franklin Capistrano
Geralda Efigênia
Graça Faro
Graziela Costa Fonseca
Henrique Eduardo de Oliveira
Hilda Furacão
Hilton da Cruz Gouveia
Ivete Ramalho
Jania Souza
Janilson Dias de Oliveira
Jeovânia P
Jesuína Wanderley
João Andrade
João Carlos da Silva Lopes
João Paulo
Jorgenete Florentino da Silva Chaves
Jorgete Florentino da Silva Leite
José Acaci Rodrigues
José de Castro
Josenildo Brasil
Lêda Maciel
Lúcia Helena Pereira
Luiz Gonzaga de Freitas
Luiz Monte Guimarães Nobre
M. C. Garcia
Manoel dos Santos e Silva
Márcio Fernandes Ribeiro
Marcos Cavalcanti
Maria do Céo Costa
Maria de Fátima Bezerra da Silva
Maria Rosineide Otaviano da Silva
Maria Vilmaci Viana (Vivi)
Mário Mousinho Pereira
Mery Medeiros Pereira
Noelma Marcina Nogueira Souza de Oliveira Vale
Paulo Alves de Souza
Paulo Augusto
Pedro Grilo Neto
Rosa Firmo Bezerra Gomes
Rosa Ramos Regis da Silva
Rubens Barros de Azevedo
Sheyla Maria Ramalho Batista
Socorro Evangelista
Vital Nogueira de Souza
Zé Martins
Zélia Faria Corrêa
Zenildo Cezar Costa Ferreira
Lançamento dia 29/07/2011 das 19 às 22h
Local: INSTITUTO FEDERAL da Avenida Rio Branco, Centro, Natal, RN
Evento: CESTA CULTURAL
Comemoração dos 14 anos da SPVA/RN
Entrada livre
terça-feira, 19 de julho de 2011

CENTENÁRIO DA LIGA DE ENSINO DO RN
PROGRAMAÇÃO DE HOJE
19 de julho - Missa em Ação de Graças pelo centenário da LIGA e DE 7º dia do felecimento da Professora Margarida Morgantini, às 9h, no Centro de Convivência Clara Camarão, celebrada pelo arcebisbo Dom Matias Macedo.
Homenagem a Noilde Ramalho pelos 91 anos que completaria e pela sua dedicação à frente da Escola Doméstica durante 63 anos, além de ter sido a idealizadora do Complexo Educacional Henrique Castriciano e da Faculdade Natalense para o Desenvolvimento do Rio Grande do Norte (FARN).
Descerramento de um busto da educadora, nos jardins do HC/FARN, trabalho do artista plástico Eri Medeiros.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
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