sábado, 7 de junho de 2014

 


BAÉ CIDADÃO NATALENSE
Eis o discurso de BAÉ lido na CMN, dia 05, às 18h 
quando  o torcedor nº 1  do AFC, recebeu a cidadania natalense .


MINHAS SENHORAS E MEUS SENHORES




                              QUIS A GRAÇA DE DEUS PRIMEIRAMENTE E A GENEROSIDADE DO VEREADOR MAURICIO GURGEL E DE SEUS PARES, QUE NESTA NOITE EU ME TORNASSE UM CIDADÃO NATALENSE. MAS, ESSE HONROSO TÍTULO SOMENTE OCORREU PELA FORÇA DA TORCIDA DO AMÉRICA, A MINHA MAIOR PAIXÃO.

                             FUI BATIZADO COM O NOME DE ERINALDO RAFAEL DA SILVA, FILHO DE MANOEL GERALDO DA SILVA E RITA RAFAEL DA SILVA PARA MINHA FELICIDADE, VIVOS, RESIDENTES NO BAIRRO DO IGAPÓ, JÁ VELHINHOS, PAIS DE 13 FILHOS, SENDO 12 TORCEDORES DO AMÉRICA E, APENAS O MAIS VELHO, TORCEDOR DO NOSSO MAIOR ADVERSÁRIO.

                            A MINHA INFÂNCIA FOI IGUAL A DOS MENINOS QUE FORAM CRIADOS NAS FAZENDAS DO INTERIOR, NO MEU CASO AS FAZENDAS DE ANGICOS, ONDE MEU PAI SEMPRE TRABALHOU NAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS. TODA MINHA INFÂNCIA, PORTANTO FOI DE MUITA FELICIDADE AO LADO DA MINHA FAMILIA, QUE, UNIDA, SOMAVA ESFORÇOS PARA REALIZAR UMA ATIVIDADE DE SOBREVIVÊNCIA, COLHENDO DA AGRICULTURA OS ALIMENTOS NECESSÁRIOS A UMA VIDA POBRE, É VERDADE, PORÉM HONESTA E TEMENTE A DEUS.

                            DESDE ESSE TEMPO QUE ME TORNEI AMERICANO FANÁTICO. APESAR DAS DIFICULDADES DA DISTÂNCIA, SAÍA DA FAZENDA BOA VISTA, ONDE EU MORAVA COM A MINHA FAMILIA E IA OUVIR PELO RÁDIO DA FAZENDA SÃO MIGUEL, OS JOGOS DO AMÉRICA. GASTANDO DUAS HORAS DE BICICLETA PARA IR E MAIS DUAS PARA VOLTAR. O ESFORÇO COMPENSAVA, PORQUE OUVIR UM JOGO DO AMÉRICA FAZIA BEM A MINHA ALMA. EU VOLTAVA ALEGRE PARA CASA.

                            COM O PASSAR DO TEMPO, O MEU PAI VEIO COM TODA FAMILIA MORAR EM NATAL, JUSTAMENTE QUANDO EU TINHA 19 ANOS DE IDADE, EM 1979. FAMILIA GRANDE TODOS NÓS TÍNHAMOS QUE TRABALHAR DURO PARA AJUDAR O VELHO A MANTER O SUSTENTO DE TODOS. ASSIM FUI TRABALHAR NO COMÉRCIO, PRIMEIRAMENTE NO SUPERMERCADO MEDEIROS, NO BAIRRO DE IGAPÓ, ONDE TRABALHEI POR OITO ANOS E DEPOIS TRABALHEI NO SUPERMERCADO DO PRIMO, TAMBÉM NO REFERIDO BAIRRO. EMBORA TRABALHASSE EM ATIVIDADES CONSIDERADAS “PESADAS”, SEMPRE TINHA UM TEMPINHO PARA IR ASSISTIR OS TREINOS DO AMÉRICA NAS QUARTAS E SEXTAS-FEIRAS, NA ANTIGA POUSADA DO ATLETA. RESTA DIZER QUE OS PATRÕES FAZIAM UMA CARA FEIA DANADA PORQUE EU PERDIA DUAS TARDES NA SEMANA. ENTRETANTO ELES SABIAM QUE SE NÃO ME LIBERASSEM EU IRIA VER O AMÉRICA TREINAR NO PEITO E NA RAÇA, POIS O AMÉRICA SEMPRE FOI O MELHOR PARA A MINHA VIDA.

                            NO ANO DE 1991, NA GESTÃO DO PRESIDENTE JUSSIER SANTOS, ME TORNEI SERVIDOR DO CLUBE, PASSANDO A MORAR NO AMÉRICA ONDE ESTOU ATÉ ESTA DATA. O MEU QUARTO É DECORADO COM TUDO QUE DIZ RESPEITO AO AMÉRICA. NESTE PEQUENO RECANTO É QUE GUARDO AS GRANDES VITÓRIAS DO MEU CLUBE, COMO TAMBÉM AMARGO A TRISTEZA DE SUAS EVENTUAIS DERROTAS. LÁ É QUE ALIMENTO OS MEUS SONHOS PARA OS DIAS FUTUROS. LÁ É QUE SONHO COM A VOLTA DO AMÉRICA A SÉRIE “A” DO CAMPEONATO BRASILEIRO, SE DEUS QUISER.

                            CONFESSO NA PRESENÇA DE TODOS OS AMERICANOS, DOS VEREADORES AQUI PRESENTES E DAS AUTORIDADES QUE FAZEM PARTE DA MESA QUE JÁ VIVI MUITAS EMOÇÕES COMO TORCEDOR DESTE GLORIOSO TIME ALVIRUBRO. ENTRE ELAS, TER SIDO CAMPEÃO DO NORDESTE NO ANO DE 1998, BEM COMO LEMBRO A VIAGEM QUE FIZ COM O AMÉRICA A CIDADE DE PORTO ALEGRE, PARA ASSISTIR O JOGO COM O INTERNACIONAL, UM GRANDE E INESQUECIVEL PRESENTE DO ENTÃO PRESIDENTE DO AMÉRICA, DR. EDUARDO ROCHA.

                            É BOM QUE EU DIGA QUE MESMO PEDALANDO UMA BICICLETA, PELAS RUAS DE NATAL, COM AS CORES DO AMÉRICA E AGITANDO A BANDEIRA DO CLUBE NOS ESTÁDIOS DE FUTEBOL, SEMPRE FUI RESPEITADO PELAS TORCIDAS ADVERSÁRIAS.

                            MAIS UMA VEZ AGRADEÇO A DEUS POR VIVER A GRANDE EMOÇÃO DE SER TORCEDOR DO AMÉRICA E CONTAR COM A AJUDA DE TODOS OS DIRIGENTES DO CLUBE, AO LONGO DO TEMPO, QUE GENTILMENTE ME ABRIGAM COMO UM FILHO ESTIMADO. AGRADEÇO TAMBÉM A TODAS AS TORCIDAS QUE DÃO VIDA AS CORES DO AMÉRICA.

                            FINALMENTE, AGRADEÇO AOS ILUSTRES VEREADORES QUE ME DERAM ESTE TÍTULO DE CIDADÃO NATALENSE, EM ESPECIAL AO VEREADOR MAURICIO GURGEL QUE INDICOU O MEU NOME PARA RECEBER ESTA HOMENAGEM DA CIDADE DO NATAL.

                           VIVA O AMÉRICA!

                           VIVA NATAL!

                           VIVA O BRASIL!

 
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Enviado por Odúlio Botelho Medeiros

sexta-feira, 6 de junho de 2014

INFORMANTE LEVIANO
 

Lamentável a chamada de primeira página do Jornal de Hoje, coluna de Daniela Freire: um influente pesquisador local questiona como estão sendo aplicados os recursos destinados ao IHGRN, que em 2013 teria obtido uma receita superior a R$ 1 milhão. A VERDADE: existem colocações no orçamento da União e do Estado de dotações em torno dessa cifra. Até agora só foi liberada a quantia de R$ 100.000,00 (cem mil reais) do Estado, precisamente no dia 02 de janeiro de 2014.
É bom que venha o Ministério Público fiscalizar, inclusive para chamar à responsabilidade os mentirosos de plantão.
Estou indignado com a notícia “plantada”. Alguém, à sorrelfa, quer se vingar de alguém e atinge uma Diretoria que trabalha dando expediente diário SEM NENHUMA REMUNERAÇÃO.


O QUE É EXEMPLO E O QUE É ENROLAMENTO
Por Flávio Rezende*
            Os seres que cultivam os valores humanos tais como fraternidade, tolerância, amizade, pureza, generosidade, paz, serviço voluntário e os demais que já sabemos, ficam encantados com lindas fotos, vídeos enobrecedores, frases edificantes e buscam ajudar ou fazer parte de ações humanitárias, pois, sentem prazer e júbilo no envolvimento com as coisas do bem.
         Esses seres, que existem espalhados pelo planeta, gostam dos arquitetos que trabalham unindo conhecimento técnico com projeção de suas obras impregnadas de respeito à natureza e formas que elevem o pensar e a boa mobilidade de todos. Esses seres curtem quando todos os profissionais liberais executam seus ofícios levando em conta todas as nuances positivas e ofertam serviços diversos com o tempero do amor e o açúcar do humanismo.
         Os seres de bons hábitos e pensamentos altruístas vibram quando pessoas decidem direcionar suas existências para o universo político, pois acreditam que a difícil decisão, precisa necessariamente agregar valores missionários, uma vez que esse rumo constrói ou destrói vários outros caminhos, daí ser fundamental que a política seja o espaço de almas boas e verdadeiramente servidoras do bem-estar coletivo.
         Quando esses seres observam os movimentos de um semelhante chamado Mujica, que habita ao sul do continente, entram em êxtase com sua simplicidade, com a dispensa de aparatos exagerados de segurança, de transporte e de moradia, que apesar de ocupar o mais alto cargo de seu País, o Uruguai, vive da mesma maneira que antes, não perdendo nenhuma oportunidade de estar com as pessoas, ouvindo, abraçando, sorrindo, como um cidadão qualquer, vestindo as mesmas roupas de sempre e buscando a todo custo melhorar a vida do coletivo.
         Seres da seara política como Mujica, Gandhi, Luther King, Mandela, Lincoln e tantos outros, elevam a alegria planetária dos seres de bem, que nutrem nestes exemplos suas vidas, buscando amparo em suas posições, falas e posturas, tornando o planeta mais lúcido e a história mais bela.
         Aqui no Brasil, os seres do bem ficaram todos animados quando tempos atrás surgiu uma estrela no céu da política nacional, anunciando uma constelação de novas maneiras de agir e um modus operandi ético e cheio de esperanças para um novo cenário.
         O tempo passou, importantes e salutares políticas públicas foram implementadas, o céu estava em constante êxtase até que as nuvens negras começaram a surgir encobrindo o límpido e apreciado azul celeste.
         No começo os seres acreditavam que aquele extraordinário líder não sabia de nada, ouviam suas desculpas e promessas de afastamento das nuvens negras, mas, infelizmente, a tempestade foi aumentando, novos temporais surgindo de todos os lados, enchentes, todo tipo de precipitação apareceu e, o líder, encharcado, começou a vacilar, uma conversa aqui, outra diferente ali, até que a nação, vítima do dilúvio, entendeu que o meteorologista sabia sim de tudo, mas não podia informar e nem medidas tomar para estancar as águas, pelo simples fato de estar todo molhado, impossível fazer algo, era parte do temporal e só lhe restava bazofiar.
         Hoje os seres de bem lamentam a perda de um Mujica verde e amarelo. O que se apresentou como um possível líder do bem, não anda mais como antes, perdeu a humildade no caminho, prefere a companhia dos companheiros filósofos do esquerdismo ineficiente, buscando inspiração em mumificados sistemas falidos e em decomposição, do que a companhia do povo, do qual se aproxima apenas para pedir, justo o povo que tanto lhe deu.
         Hoje o que poderia ser o nosso Mujica distribui frases desconexas e compartilha alegorias vazias para parte de uma plateia eletrizada e anestesiada, virou um ilusionista, ainda prometendo requentados paraísos, que teve oportunidade de criar, mas cedeu a tentação de dominar a tudo e a todos e governar sob o signo da subordinação e da coação.
         Mujica é um homem do povo e dá sem querer nada em troca, nem para si e nem para os seus, pois não os tem. Não se apossa dos seres, serve-os com dignidade e humildade crescentes.  O nosso arremedo de líder perdeu todas as características de suas origens, no vestuário, na aparência, nos hábitos, sendo hoje um traidor da esposa e da pátria, a mãe maior, posto que cheio de conversa fiada, não faz um “mea culpa” corajoso e assume que junto com seu stablishment, equivocadamente projetou tomar posse do Brasil, no lugar de governá-lo com os valores que alguns acreditam que já teve um dia.
         Agora é tarde. A esposa ainda aguenta a farsa da fidelidade, mas a pátria, acordada, brada aos quatro cantos: queremos o prometido e não concordamos que práticas condenáveis ontem e sempre, sejam ainda utilizadas sob o manto da mentira, deixando os seres de bem decepcionados e os demais sem o mínimo que um bom gestor deve ofertar: segurança, saúde e transporte de boa qualidade.
         Dinheiro tem e muito, mas o líder se faz de doido e o povo já atento pode sentenciar que doido também apanha (nas urnas).
·         É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (escritorflaviorezende@gmail.com)

quinta-feira, 5 de junho de 2014

 
EM RÍTMO DE COPA

Mais uma vez retomo o assunto da Copa do Mundo de 2014, às vésperas de sua iniciação.
Açodamento indiscutível, daí alguns equipamentos "inaugurados" sem que estejam plenamente acabados. Mas o que fazer? Concluí-los no espaço mais curso de tempo.
Gostaria de renovar o apelo para nossos desportistas e ao povo em geral - não vamos apoiar esses movimentos contrários à Copa, pois o fato já está completamente confirmado. Precisamos, isto sim, aproveitar o ensejo para, na oportunidade própria, apontar os enormes equívocos e exigir o término das obras denominadas como "legado da copa".
Vamos nos preparar para receber condignamente os visitantes, dando apoio de toda a ordem, particularmente oferecendo uma hospitalidade marcante, capaz de influenciar um retorno breve.
Precisamos demonstrar que somos integrantes de uma nação solidária, ordeira, amante da liberdade.
Vamos, afinal, torcer com todo o ardor pelo nosso HEXA campeonato. BRASSIIILLLLL!!!!!!

 
UMA TRAGÉDIA URBANA
Geniberto Paiva Campos   - DF , junho 2014
O  segundo dia do mês de junho ficará marcado por um evento ao mesmo tempo  trágico e simbólico. No  Rio de Janeiro, início da tarde deste dia, um Homem morreu dentro de um ônibus ,após um enfarte seguido de parada cardíaca.
 Dizem que a morte de um  homem é uma tragédia, a morte de centenas, uma estatística. Este Homem, premiado fotógrafo profissional, deixou esposa e filhos e  um legado artístico. Ele fotografava a Natureza.
O lado simbólico da notícia do jornal: este cidadão carioca começou a se sentir mal, com  intensas dores no peito, logo após entrar no coletivo, chamando atenção dos passageiros. Como estava próximo de um hospital público, o Instituto de Cardiologia de Laranjeiras, o  condutor do veículo parou em frente à portaria principal, na intenção de socorrer o  Homem, que mostrava os sinais da gravidade da sua situação. A porta do hospital, no entanto, não se abriu para socorrer o paciente enfartado. A instituição estava em greve e, ademais, não dispunha de serviço de emergência. Foi o que alegaram, negando o socorro.
Antes que o assunto caia no conveniente  esquecimento, afinal, quem ainda se lembra da morte estúpida do cinegrafista da TV Bandeirantes que documentava as manifestações no centro do Rio?   é necessário comentar algo sobre o simbologia desta nova tragédia urbana.
UM HOMEM MORREU, SEM SOCORRO MÉDICO ESPECIALIZADO, DIANTE DE UM HOSPITAL CARDIOLÓGICO, CUJA PORTA NÃO SE ABRIU PARA ACOLHER A SUA  DOR NO PEITO. Que expressa, clinicamente, a ocorrência de   que algo grave está acontecendo. Segundo registram  todos os manuais médicos.
 Esta ocorrência – omissão de socorro por um hospital público - sinaliza , ainda, algo muito grave. Do ponto de vista do Homem enfartado. E do ponto de vista de um sistema de saúde, no mínimo insensível à dor alheia. Que fecha suas portas, negando atendimento para um cidadão que tem os cuidados da sua saúde assegurados na Constituição.
O que ocorre com o nosso sistema de saúde? A tragédia da morte deste cidadão brasileiro é, talvez, emblemática. Uma metáfora do permanente descaso dos serviços públicos para com os “direitos de cidadania”. Talvez, hoje, uma banal construção retórica.  Ironicamente inserida na ““Constituição Cidadã”. Nada mais.
Quem sabe, esteja chegando a hora de, finalmente, trazer ao proscênio o cidadão usuário do sistema único de saúde. Fazê-lo acreditar nos seus direitos. E no respeito que lhe é devido pelos prestadores de serviços públicos. Que o seu adequado e competente atendimento –“integral”, conforme assegura os mandamentos do SUS - não é um favor, uma espécie de caridade atualizada, mas um DIREITO NATURAL, assegurado na Lei Maior do país.
Que a morte, talvez evitável, deste Homem  não tenha sido em vão.   

 

 

 

 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

EM CLIMA DE COPA


Usando das prerrogativas de todo brasileiro, assumo, também, a condição de técnico de futebol para opinar sobre a partida BRASIL 4 x 0 PANAMÁ.
O placard foi bom, mas o jogo!!!!
A equipe brasileira me pareceu fora de ritmo, um pouco pesada, jogando com violência, o que é um perigo se pegarmos um juiz europeu - pode haver expulsão.
Neymar muito "irritadinho" para o meu gosto. Parece que começa a crescer o rei na barriga.
Vamos corrigir esses defeitos no próximo amistoso.
Não concordo com essa onda de protestos contra a Copa. O fato é consumado, vamos agora dar prova de educação ou então que apareçam os "brucutus" sem mensagem objetiva.

DIA 5 DE JUNHO

https://thumbp2-gq1.mail.yahoo.com/tn?sid=2146197615&mid=AEoNiWIAAB4vU4jq9vC9wChJBR0&midoffset=2_0_0_1_240316&partid=2&f=1648&fid=Inbox&w=3000&h=3000
Amig@s,

Repasso convite para a bela exposição fotográfica de Amaro Bezerra, com a dica de que, se puderem, não deixem de conferir.
Abraços,
Rizolete
De: Amaro Bezerra <amarobezerra@yahoo.com.br>
Para AMIGOS

Amigos, no próximo dia 05/06/2014 será a vernissage da minha primeira exposição de fotografias. Convido-os para seguirem comigo "NO RASTRO DAS ÁGUAS". Será no Salão de Convenções do Hotel Parque da Costeira - Via Costeira/Natal/RN, às 19:30 h. Espero contar com a presença de todos vocês. Um grande abraço, Amaro.

terça-feira, 3 de junho de 2014


REFLITA.


"EIS O HOMEM",  disse Pilatos, ao falar de Jesus!!!

Em química, Ele converteu a água em vinho;

Em biologia, nasceu sem a concepção normal;

Em física, desmentiu a lei da gravidade, quando andou sobre as águas e
 subiu aos céus;

Em economia, Ele refutou a lei da matemática ao alimentar 5000 pessoas
com somente cinco pães e dois peixes;
e ainda fazer sobrar 12 cestos cheios.

Em medicina, curou os enfermos e os cegos sem administrar nenhuma dose
de medicamento

A história é contada antes DELE e depois DELE, Ele é o PRINCÍPIO e o FIM;
Ele foi chamado Maravilhoso, Conselheiro, o Príncipe da Paz, o Rei dos
Reis e Senhor dos Senhores;

Na religião, disse que ninguém vem ao Pai senão por Ele;
Ele é o único caminho;

Então... Quem é Ele?
Ele é Jesus!

Os olhos que leem esta mensagem não temerão o mal.
A mão que enviar esta mensagem, não trabalhará em vão.
E a boca que diz amém a esta oração sorrirá sempre.
Permanecerá em Deus e buscará seu rosto sempre.
AMÉM!!!

O maior homem da história: Jesus!!!
Ele não tinha servos, e no entanto O chamavam de Senhor.
Não tinha nenhum grau de estudo, e no entanto O chamavam de Mestre.

Não tinha medicamentos, mas era chamado de médico.

Ele não tinha exército, mas reis O temiam...

Ele não ganhou batalhas militares, e no entanto, conquistou o mundo!
Ele não cometeu nenhum delito, e no entanto foi crucificado.

Foi enterrado em uma tumba, e no entanto, Ele vive!!!
Me sinto honrado em servir a este líder que nos ama!

Se você crê Nele, reenvie esta mensagem. Fará bem a muitas pessoas.
Se você não O buscar, com certeza Ele irá te procurar!!!
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Recebi pela internet, mas desconheço o autor ou autora, mas achei lindo e verdadeiro.

segunda-feira, 2 de junho de 2014



A dor e a delícia de ser brasileiro

Por Alberto Carlos Almeida |

O paciente é o Brasil. A terapia foi motivada pela proximidade da Copa do Mundo. O país decidiu falar por meio de suas celebridades, que vão à mídia para criticá-lo. Fizeram isso Ney Matogrosso, Paulo Coelho, Zico e Ronaldo. O paciente chega angustiado à sessão de terapia e desembucha a falar sobre seus mais profundos sentimentos existenciais. Nesse caso, nada pior em nossa existência do que ser brasileiro. O sofrimento da alma é muito grande. O paciente fica emocionado e chora ao afirmar que, por sermos brasileiros, somos incapazes de organizar uma Copa no mesmo padrão da que fizeram Alemanha, Estados Unidos e outras potências com as quais neuroticamente buscamos nos comparar.

Segundo a classificação oficial das neuroses, há pelo menos seis tipos distintos de transtornos, dentre os quais os bastante conhecidos transtorno de ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo. Nosso paciente, porém, é criativo, em tudo é diferente dos demais, é um caso raro, talvez único. Recentemente, ele narrou como foi a inauguração do estádio do jogo de abertura da Copa. Em vez de afirmar que não houve dificuldades de transporte, estacionamento e deslocamento da torcida em um jogo para o qual todos os ingressos tinham sido vendidos, ele disse que havia três placas de sinalização com nomes diferentes para o mesmo local, considerou ter sido esta uma falha gravíssima e a aproveitou para cuspir em sua própria imagem.

É paradigmático que Ney Matogrosso tenha expressado essa dor existencial da alma, esse complexo de vira-latas rodriguiano, justamente quando se encontrava em Portugal. Ora, justo Portugal, cujo maior legado para o mundo foi ter criado o Brasil. Justo Portugal, que foi ultrapassado por sua criatura em numerosas coisas, tais como PIB, complexidade da economia, dinamismo, vitórias desportivas, produção científica. O entrevistador, em sessão de terapia, se disse perplexo com suas declarações sobre quão inferior e cheio de defeitos era o Brasil. Incrível que a sessão de análise tenha sido em Portugal, nosso criador e por quem temos imenso respeito, mas que hoje não serve de exemplo para nós em praticamente nada.

Não é mera coincidência que a sessão terapêutica protagonizada por Paulo Coelho também tenha sido no exterior, desta vez na França, um país cujo sistema político permite que uma mesma pessoa acumule os cargos de prefeito e deputado, onde o presidente não pode ser processado e onde vão para o segundo turno não apenas os dois candidatos mais votados, mas todos que tiverem acima de uma determinada proporção de votos. Por isso, muitas vezes o eleito não tem mais do que 50% dos votos.

Pois bem, Paulo Coelho deu uma entrevista para o "Le Journal du Dimanche" e afirmou que o Brasil estava próximo de uma explosão social. Talvez estivesse inspirado na Revolução Francesa e sua incapacidade de ter abolido lá atrás o que viriam a ser os privilégios dos políticos de hoje na França. Coelho chegou ao extremo de chamar de imbecil o maior artilheiro de todas as Copas do Mundo, Ronaldo, por ele ter afirmado que Copa do Mundo não era feita com hospitais, mas com estádios.

A proximidade da Copa faz milagres, quando se trata de mudança. Ronaldo disse isso em 2011. Agora, a poucos dias da Copa, ele também foi para a sessão de análise com o já conhecido transtorno de vira-latas. Ronaldo acabou de afirmar que se sente envergonhado de seu país. Ainda bem que não deu o passo seguinte e afirmou que se sente envergonhado de si próprio, pelo fato de ser brasileiro - o pior de todos os transtornos da alma - e como tal ter mudado de posição sobre a Copa em tão pouco tempo. Ronaldo disse algo bastante emblemático: afirmou que estamos passando uma imagem ruim para fora do Brasil. Se ele não fez como Ney Matogrosso e Paulo Coelho, falando a mídias internacionais, compensou mostrando sua preocupação neurótica com o que os outros pensam de nós.

Eis uma pergunta simples que o terapeuta faz ao paciente: que ideia o brasileiro tem de si mesmo? Essa pergunta suscita outra questão para o paciente: que ideia o brasileiro tem do inglês, do alemão, do americano? É comum que a resposta seja dada sem que sejamos capazes de acreditar naquilo que vemos, sem acreditar na evidência objetiva, que mostra o país caminhando para a frente, ao seu modo, mas avançando. A evidência que revela instituições políticas fortes, uma economia pujante e diversificada, um povo vibrante e uma sociedade que tem defeitos, como qualquer outra sociedade, mas que tem numerosas virtudes, dentre as quais uma intensa e alegre sociabilidade. O lorde inglês não é assim, tampouco o kaiser alemão.

Nosso terapeuta vai adiante e pergunta ao paciente se o transtorno de vira-latas não estaria correlacionado com algo mais, talvez com uma visão negativa ou positiva deste ou daquele político, deste ou daquele governo. O paciente se nega a responder, mas o terapeuta vai adiante e utiliza a hipnose. Nesse estado de transe, o paciente admite que há alguma ligação, sim, entre o que ele pensa do atual governo, entre o que ele pensa de Dilma, e como ele avalia a Copa do Mundo. Não satisfeito, o terapeuta decide perguntar a todo o país sobre sua visão de Copa do Mundo, e eis que os resultados são surpreendentes.

Em primeiro lugar, o apoio (e crítica) à Copa do Mundo, considerando-se um argumento positivo e outro negativo, é bem equilibrado: 49% consideram que a Copa do Mundo é boa para o Brasil, porque traz mais investimentos e gera mais empregos para a população, ao passo que 46% acham que a Copa do Mundo é ruim para o Brasil, porque o dinheiro gasto com os estádios poderia ter sido usado para saúde e educação. O país está dividido ao meio. O mais interessante foi o que a hipnose descobriu: quanto melhor a avaliação do governo Dilma, mais o paciente acha que a Copa é boa para o Brasil, e quanto pior a avaliação do governo Dilma, mais o paciente considera que a Copa é ruim para o Brasil.

Dentre aqueles que consideram o governo Dilma ótimo, 74% acham que a Copa é boa e vai gerar empregos. Essa proporção cai para 70% entre os que acham o governo bom e vai caindo sucessivamente, até somente 24% entre os que consideram o governo péssimo. O inverso acontece no julgamento negativo da Copa: 72% dos que acham o governo Dilma péssimo afirmam que a Copa é ruim para o Brasil, porque retira recursos de saúde e educação e os direciona para os estádios. A proporção é de 66% para quem acha o governo ruim e somente 24% para quem diz que o governo Dilma é ótimo.

Diante das evidências obtidas por meio da hipnose, o terapeuta acha que os casos de Paulo Coelho e Ronaldo podem não ser somente complexo de vira-latas, mas apenas uma mudança de suas visões acerca do governo Dilma. Como ambos já deram no passado declarações favoráveis à Copa, pode ser que a recente mudança de posição face ao mais importante torneio de futebol do mundo tenha sido motivada por uma mudança de suas avaliações do governo Dilma.

O vira-latas, porém, está lá. Ambas as celebridades não criticaram o governo, criticaram o Brasil. Fizeram críticas ao país, e não ao governo Dilma: o Brasil estaria à beira de uma convulsão social, o Brasil viria a ter uma imagem negativa no exterior. As críticas ignoram completamente as evidências objetivas do que está acontecendo: na França, é recorde o número de franceses que viajará ao exterior para assistir à Copa do Mundo, nunca tantos ingressos foram vendidos (aliás, o fato de os brasileiros serem os principais compradores é apresentado como um sinal de nossa inferioridade pelos que sofrem do transtorno de vira-latas), o álbum de figurinhas da Copa é um sucesso absoluto.

Aliás, o terapeuta recomenda como parte do tratamento para o transtorno de vira-latas que aqueles acometidos por este mal façam o álbum da Copa e se dirijam para os pontos de troca de figurinhas. É uma experiência única, mais do que educativa e, provavelmente, só acontece no Brasil. Obtive no último fim de semana pouco mais de 160 figurinhas para os álbuns dos meus filhos. Há pessoas de todas as idades, famílias, casais de namorados, amigos, todos movidos por uma grande relação de confiança que possibilita que os bolinhos de figurinhas repetidas passem de mão em mão e depois retornem ao seu dono com as figurinhas devidamente trocadas. Não há roubo de figurinhas nem malandragens, a ajuda mútua é o que guia os participantes desses encontros.

Este é o país que os pacientes acometidos pelo transtorno de vira-latas não conhecem. Esta é a delícia de nossa existência como brasileiros.

Alberto Carlos Almeida, sociólogo, é diretor do Instituto Análise e autor de "A Cabeça do  Brasileiro".
alberto.almeida@institutoanalise.com 
www.twitter.com/albertocalmeida
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Colaboração recebida de Geniberto Campos, Brasília-DF

domingo, 1 de junho de 2014



Marinho Chagas morre aos 62 anos

O ex-lateral da Seleção Brasileira na Copa de 74 morreu na madrugada deste domingo (1), em João Pessoa.

Diógenes Dantas,
Arquivo/CBF
Marinho tinha 62 anos e estava na capital paraibana para lançar a réplica da camisa que ele usou na Copa de 1974.
Marinho Chagas, o ex-lateral da Seleção Brasileira na Copa de 74, morreu na madrugada deste domingo (1), em João Pessoa. Ele estava internado deste ontem (31) após passar mal por conta de uma hemorragia digestiva.
marinho-copa330_topoMarinho tinha 62 anos e estava na capital paraibana para lançar a réplica da camisa que ele usou na Copa de 1974. 
O ex-jogador estava internado no Hospital de Trauma Humberto Lucena.
Marinho foi internado várias vezes por problemas relacionados ao álcool.
Marinho Chagas teve passagens por Riachuelo, ABC, América, Náutico, Botafogo, São Paulo, Fluminense e Cosmos, dos Estados Unidos. Ele foi treinador do Alecrim.
O ex-jogador foi homenageado pela Federação Norte-Rio-Grandense de Futebol na inauguração da Arena das Dunas, sede da Copa da Fifa em Natal, em janeiro deste ano.
Na praça de Mirassol, a Prefeitura de Natal montou uma instalação para lembrar os bons tempos do único jogador potiguar a participar de uma Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.


Ex-lateral da seleção brasileira, Marinho Chagas morre aos 62 anos

Ex-jogador havia sido internado no sábado em João Pessoa (PB) e não resistiu

Do R7
Marinho Chagas morre em João PessoaGazeta Press
O ex-lateral Marinho Chagas, que atuou pelo Brasil na Copa de 1974, morreu, aos 62 anos, na madrugada deste domingo (1º), em João Pessoa (PB). Após passar mal em um evento, no sábado (31), enquanto discursava, ele foi internado no Hospital de Emergência e Trauma, em decorrência de uma hemorragia digestiva, e não resistiu.
O corpo do ex-jogador da seleção brasileira Marinho Chagas será velado no estádio Frasqueirão, em Natal, onde ele nasceu. De temperamento irreverente, ele era ídolo na cidade, tendo atuado pelo ABC, clube ao qual pertence o estádio, antes de ter fama nacional.
O velório acontece neste domingo (1), e o enterro ocorrerá às 9h desta segunda-feira (2) no cemitério Morada da Paz.
A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nota lamentando a morte do ex-jogador, um dos destaques no futebol brasileiro dos anos 70.  
— O presidente da CBF, José Maria Marin, lamenta a morte daquele que foi um grande jogador, a quem admirava pelas atuações na seleção brasileira e manifesta os pêsames à família.  
Marinho Chagas, natural de Natal, revelou ainda jovem seu estilo impetuoso e ousado. Do Riachuelo, foi para o Náutico e, encantando por sua técnica ofensiva, logo foi contratado pelo Botafogo-RJ, com o qual despontou como um dos grandes nomes do futebol na época, chegando à seleção para disputar o Mundial em 1974.  
Ele também atuou em outros clubes, como Fluminense e São Paulo, marcando época no futebol paulista, compondo a famosa "Máquina Tricolor".
Marinho Chagas também deixou sua marca pelo futebol dos Estados Unidos, onde defendeu o NY Cosmos, no auge da equipe, e o Fort Lauderdale Stikers, entre outros, antes de encerrar a carreira, no Augsburg, da Alemanha. 



 

POEMAS DISPERSOS DE CIRO TAVARES


RONDÓ

                        Ciro José Tavares.

            “É a tua tristeza o que antiquíssimas estrelas

            Dançando com sandálias de prata sobre o mar,

            Cantam em sua alta e solitária melodia.”

            W. Yeats, in À Rosa na Cruz do Tempo.

 

            Ah!  Musa divina que solitária  habitas

            estrela nascente de constelação inatingível.

            Apenas tu sabes da adônica paixão que me domina.

            Alongo-me total  para inexistir distância entre nós dois e peço

            Que doída atravesses meu doído corpo e venhas

            ao meu encontro inspirar minha canção.

            Não tardes musa dos sonhos quero sentir

o aroma de dálias e rosas desprendido do louro acobertado

pelo azul  celeste da tua túnica inconsútil.

Desejo embriagar-me dos teus beijos e neles ser eterno,

ao beber na taça dos teus lábios de romã o néctar dos deuses.

Amanhã, musa estelar, ao voltares à amplidão do universo,

antes que eu me afogue na tristeza da ausência,

leva-me na ternura das mãos entrelaçadas

e frente ao tempo e ao espaço hás de ser  poema irresgatável.

 

DESPEDIDA
                        Ciro José Tavares.
 
            No fim da madrugada veio e despediu-se,
            a claridade de miríades de acesos candelabros.
            Por uma fração de segundos aquietei-me nos Seus raios
            que sumiram quando corri à janela para abraçá-la   e falar de amor.
            Ressentido gritei para que deuses escutassem:
            Foges de mim, Selene porque tens medo. Não queres a revelação
            da enlouquecida e tardia paixão do teu poeta solitário.
            Amanhã serás quarto minguante, no escuro do céu abandonada,
            como se fosses uma cimitarra suspensa na tristeza.
Ainda assim seguirei esquecido amante dos mistérios,
até voltares plenilúnio, explosão de luz de acessos candelabros
a mostrar sombras silenciosas dos teus mares inalcançáveis.
           
 

CRÔNICA DA SAUDADE – III POR EDUARDO GOSSON
 

 
EDUARDO GOSSON 

Hoje, 01 de junho, faz 55 anos que faço parte deste mundo. Nasci na Maternidade Januário Cicco, às 7h 20m, com 2,7 quilos e setecentas gramas. Praticamente, um galeto. Nesta primeira infância sofri de um problema intestinal, que o meu médico Dr. Wilson Ramalho, diagnosticou como gastroenterite, uma pequena inflamação nos intestinos. Meus filhos FAUSTO E THIAGO (gêmeos univitelinos) nasceram com o mesmo problema, só que mais acentuado daí que, quase tudo que comiam, não fazia digestão, não virava bolo fecal. Faço essas breves considerações porque “no tempo não havia horas”, só a eternidade como testemunha. E lá se vão 22 anos presenciando as coisas boas e más da vida. Nessa data juntávamos a família e íamos todos para o Farol Bar aproveitar os prazeres da carne: picanha e outras iguarias. Revendo os álbuns de família revejo os enteados Pedro Neto (04 anos), Maria Lorena (06 anos) e os filhos Thiago e Fausto (08 anos). E aperta uma saudade imensa, principalmente porque falta um – FAUSTO que resolveu antecipar a volta para o Pai Celestial. Diz o Poeta português FERNANDO PESSOA: “ah! Sozinho na beira do cais nesta manhã de verão: toda saudade é um cais de pedra”. Também participavam as tias Jamyles e Hulimase (eternas mães, avós e bisavós) e avó Regina, sempre bem arrumada e cheirando a perfume francês”. Pronta para fazer negócio: para ela tudo tinha valor de troca, de uso. E as atividades comerciais deixavam-na feliz. Hoje a Terra ficou mais pobre com a sua partida e o Céu ganhou novas cores. Eu não sabia que doía tanto!