sábado, 10 de setembro de 2011

hoje voltei à minha infância
neste sábado de esplendor
cercado pela família
ungido pelo amor

HOJE - MEUS 72 ANOS
Obrigado a todos pelas mensagens

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

ALERTA SEM ECO

Escrevi neste blog um artigo em que demonstrava a minha surpresa e indignação com recente decreto (nº 22.350/2011 ) da Senhora Governadora do Estado, abolindo a exigência de publicação na imprensa oficial das convocações de licitação pela modalidade convite, deixando-a somente na afixação nos quadros de aviso.

Fiz o envio do texto para os jornais da cidade, alguns companheiros de blog e até agora não senti nenhuma repercussão para aquele ato lamentável da Chefe do Executivo Estadual, modificando um instrumento que já entrava no 4º Governo, dando mais segurança para a licitude no processo licitatório.

Tal acontecimento, em meu sentir, representa o desinteresse da sociedade potiguar pelos destinos das coisas públicas, o que constitui uma evidente conivência com procedimentos que possam afastar a licitude nas despesas públicas.

Vale reafirmar que o decreto em comento era inteiramente desnecessário, pois sobre o seu teor já dispunha a Lei federal nº 8666/93, em seu art.22, § 3º. No entanto, em âmbito estadual, o decreto teve o condão de desconstituir a Instrução Interadministrativa nº 01/2001, editada pela Procuradoria Geral do Estado e Controladoria Geral do Estado, que somente trouxe efeito salutar, mas uma vez revogada, dará ensejo para a possibilidade de criar favoritismo entre os licitantes interessados.

Durante algum tempo, de quando em vez, havia uma ameaça de desfazer aquela Instrução Normativa, mas o bom senso fazia retroceder o ímpeto de servidores menos qualificados que nunca se acercaram do valor real daquela norma infraconstitucional. Nessas ponderações para manter a norma sempre esteve presente a CONTROL, que parece agora não ter sido consultada, como igualmente a Procuradoria.

Esse é o tipo de “democracia” que vivemos na conjuntura atual, em todos os níveis. Muita propaganda ilusória, poucas providências eficientes, quase nenhuma transparência – carência do básico na saúde, educação e segurança e tome propaganda na imprensa em geral!

Como ex-Controlador Geral do Estado declaro minha tristeza; como professor de gestão pública, proclamo o encerramento do meu clamor. Sou um descrente.

Pobre Constituição Federal, postergada em dos seus mais altivos dispositivos – o art. 37. Parece até instaurada a campanha “abaixo a publicidade. Viva o acórdão, a politicagem, a corrupção.”. Pensam que o povo é ignorante, bastando uma cestinha básica, uma bolsa qualquer para se calar a boca. Será!!!!!!!!

NÃO CUSTA NADA RELER O MEU ARTIGO “LICITUDE AMEAÇADA”, POR FAVOR!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

NÃO ACREDITO NESSAS COISAS, MAS NÃO É QUE COMIGO quase tudo DEU CERTO!

Divirta-se, conhecendo-se através do seu sígno. (colaboração dos leitores Bandeira e Wellington)


Somente o meu Signo "virgem":


Depois de abrir este e-mail, não há mais volta. Abaixo estão verdadeiras descrições de signos do Zodíaco. Leia o e-mail e encaminhe-o. Isto é real, e se tentar ignorar ou mudar isto, a primeira coisa que você notará amanhã será um dia estranho, que só acabará à meia-noite.

VIRGEM - O Perfeccionista
Dominante em relações.
Conservador.
Quer ter sempre a última palavra.
Argumentativo.
Preocupado.
Muito inteligente.
Antipatiza com barulho e caos..
Ansioso.
Trabalhador.
Leal.
Bonito.
Fácil de falar.
Difícil de agradar.
Severo.
Prático e muito exigente.
Frequentemente tímido.
Pessimista.
9 anos de sorte se você repassar.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

7 DE SETEMBRO - DIA  DA  PÁTRIA
Independência do Brasil: processo histórico culminado com a proclamação de Dom Pedro I.
A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
___________________
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 6 de setembro de 2011

LICITUDE AMEAÇADA

CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES, Professor aposentado da UFRN, advogado

Sob um título pouco esclarecedor: “Licitação Pública”, o DN edição de 06 do mês corrente noticia que “a partir de agora o Governo do Estado não dará ampla publicidade às licitações públicas realizadas na modalidade de convite. Com base na legislação federal, o decreto da governadora Rosalba Ciarlini nº 22.350/2011 determina que a Secretaria de Infraestrutura mantenha atualizado o cadastro dos interessados em obras e serviços de engenharia.”

O decreto referido, inteiramente desnecessário, procura dar validade ao que já dispunha a Lei federal nº 8666/93, em seu art.22, § 3º Mas, a sua real finalidade foi desfazer a Instrução Interadministrativa nº 01/2001, editada pela Procuradoria Geral do Estado e Controladoria Geral do Estado, que atravessou três governos, tendo em vista o seu efeito salutar, mas agora revogada, dando azo à possibilidade de criar favoritismo entre os licitantes interessados.

Quando exercia a Chefia da CONTROL propus a referenciada Instrução normativa tendo em conta várias ocorrências corriqueiras na administração, quais sejam: a) a possibilidade de escolha de fornecedores ou prestadores de serviços da simpatia de pessoas do Governo; b) a possibilidade legal de participação de quem não tiver sido convidado, face ao que dispõe a mesma Lei das Licitações em seu art. 22, § 3º já invocado, na parte que explicita “... e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro)horas da apresentação das propostas.” Ora, como saber da existência de uma licitação na modalidade convite, se não foi convocado? Obviamente que uma publicação no Diário Oficial tornaria o certame universal; c) considerado, assim, o convite um chamamento universal, a possibilidade de apresentação de um número inferior de propostas permitiria a contratação da que for ofertada em melhor condição, posto que desnecessário renovar o certame, porquanto houve uma convocação DE TODOS OS CADASTRADOS, ganhando-se o precioso tempo tão reclamado na administração pública, evitando-se a contratação direta sob fundamentos inadequados, como os dos §§ IV e V, distorcidamente utilizados.

Ademais de tudo o quanto até agora argumentado, resta a invocação de princípio maior, DA PUBLICIDADE advindo da Carta Magna, em seu artigo 37.

Resta indagar – num instante em que tanto se propala a propósito de corrupção com as contrações da Copa de 2014, em alguns casos já declarados pelos órgãos de fiscalização, qual o mal que as licitações, pela modalidade “Convite” continuem com a amplitude proporcionada pela sua convocação através, também, de publicação na Imprensa Oficial.

Foi um gol contra da Senhora Governadora! Será que foram consultados a Procuradoria e a Controladoria Geral do Estado? Alguém dirá: e precisa? Respondo: onde está a ética?

Com a experiência que tenho de Professor da disciplina Direito Financeiro e Finanças e do exercício de funções no Controle Externo e Controle Interno, vejo aí o começo de ameaça à licitude!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Eis uma boa receita................

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STRESS

Em uma conferência, ao explicar para a platéia a forma de controlar o estresse, o palestrante levantou um copo com água e perguntou:

-"Qual o peso deste copo d'água? "

As respostas variaram de 250g a 700g.

O palestrante, então, disse:
- "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segurar o copo levantado."

"Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema. Se eu o mantenho levantado por uma hora, vou acabar com dor no braço. Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância."

E ele continuou:

- "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse. Se você carrega a sua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la."

"Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente. Com nossa carga acontece o mesmo. Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga."

Em seguida, ele distribuiu um folheto contendo algumas formas de administrar as cargas da vida, que eram:

1 Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua..

2 Mantenha sempre suas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.

3 Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem.

4 Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante.

5 Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.

6 Se você emprestar R$200,00 para alguém e nunca mais vir essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dela..

7 Pode ser que o único propósito da sua vida seja servir de exemplo para os outros.

8 Nunca compre um carro que você não possa manter.

9 Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.

10 Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto.

11 Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.

12 Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar.

13 Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.

14 Quando tudo parece estar vindo na sua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada.

15 Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive

16 Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez.

17 Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.

18 Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.

19 Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada. Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".

20 Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.
"Portanto, antes de voltarem para casa, depositem sua carga de trabalho/vida no chão. Não carreguem para casa. Vocês podem voltar a pegá-la amanhã. Com tranquilidade."

"Unir-se é um Bom Começo...

Saber Cultivar a União é uma Conquista...

Trabalhar em Conjunto é uma Grande Vitória"
_________________
Colaboração de Bob Furtado



domingo, 4 de setembro de 2011

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Do livro de poemas “Aqui hago justicia”, de Alfredo Pérez Alencart, com traduçãode de António Salvado, em homenagem ao escritor potiguar François Silvestre de Alencar:


Orfandade

Perder um pai

é perder um imã.



Mas tu não és

daqueles que se redobram,

ainda que te atirem

látegos ferozes.



Perder um pai

é nascer duas vezes

saudando ausências

com as mãos

escondidas.



Mas tu não és

engolidor de tristezas:

maduras

em plena infância

e continuas inocente

na tua idade madura.



Perder um pai

é perder

uma luz que não tem

princípio ou fim.



O QUE HÁ EM TI E EM MIM

Ivam Pinheiro


Descobri agora que há em ti

A leveza do voar do colibri

O encanto belo de uma flor

O amor imantado no coração

Sensação guardada no amor

Desejo de ternura e emoção.



Achei querer bem no olhar

O seu sorriso lindo estava lá

Já perfeito de alegrias e luz

O teu ser é imensidão e há

Ensejo de graças que seduz

Sonhos e desejos de cantar.



Cantar o amor no teu nome

Beijos doados em voz rouca

Louca paixão na agonia some

O amor supera a sua timidez

E o grito de gozo sai da boca

Amor que recusa um talvez.




DEL AMOR QUE PERMANECE

Lúcia Helena Pereira



Háblame de ese amor que queda

en el perfume de la rosa que te dí

y deshojaste en la madrugada insomne.



Preciso saber de ese amor inmenso,lento,volviendo

para quedar un día, preso entre nosotros dos

Concha del mar,luna de abril, brisa que el viento agrede



Háblame de esa rosa que queda

en un jarro de vidrio azul desvanecido

donde ella se destaca y se duerme

amaneciendo en un sudor de luz.



Háblame de ese amor que queda en la dulzura de un cansancio de esperas

En la luminosidad de un día festejado de sol

en la hora íntima de juntar nuestros cuerpos ...

y manos!!



Preciso de esa sonrisa tuya,amorosa

de la traslúcida hora de afecto y de orgasmo

de una flor,prendida al gajo

y desprendiéndose,pariendo solita



Háblame del amor que queda eterno

Lindo y lírico,pleno de noches y madrugadas

el amor que nada pide,recibe



Y se dá!


(tradução)


DO AMOR QUE FICA

Lúcia Helena Pereira



Fale-me desse amor que fica

No perfume da rosa que te dei

E desfolhaste na madrugada insone.



Preciso saber desse amor imenso, lento, chegando

Para ficar um dia, preso entre nós dois,

Concha do mar, luar de abril,

Brisa que o vento agride.



Fale-me dessa rosa que fica

Num jarro de vidro azul esmaecido,

Onde ela se destaca e adormece,

Amanhecendo em suor de luz.



Fale-me desse amor que fica

Na doçura de um cansaço de esperas,

Na luminosidade de um dia festejado de sol,

Na hora íntima, de juntarmos nossos corpos...

E mãos!



Preciso desse sorriso seu - amoroso,

Da translúcida hora da afeição e do orgasmo

De uma flor, presa ao galho,

E se desprendendo, parindo sozinha...



Fale-me do amor que fica - eterno,

Lindo e lírico, cheio de noites e madrugadas,

O amor que nada pede, recebe



E se dá!







sábado, 3 de setembro de 2011


A ALEGRIA DA COMUNICAÇÃO

Jamais pensei, que com o passar do tempo, eu fosse me adaptar com a modernidade.

Quando surgiu a era do computador pessoal, cheguei a discriminar quem dele se utilizava, insinuando que era coisa de quem queria aparecer. Contudo, a evolução foi tão rápida e eficiente, que fui, de pronto, procurar quem me ensinasse as novas aptidões da cibernética.

Então entendi o quanto estava ultrapassado e dei-me ao aprendizado, com aplicação. Hoje, a internet faz parte da minha vida, curando minha ansiedade, as minhas insônias e alargando a minha correspondência até tornar-se algo indispensável no dia a dia.

Há momentos em que todos nós entramos em depressão, por algum motivo e a cura logo vem quando conseguimos uma instantânea comunicação com os parentes e amigos, ou recebemos verdadeiras pérolas de mensagens pelo meio virtual, dando-nos a paz ansiada.

O novo veículo de comunicação tornou possível a fazer a intriga do bem, e a desfazer inimizades.

É, ainda, um excelente instrumento de trabalho, permitindo o envio de textos, avisos e convocações, além do seu uso para negócios comerciais e bancários.

Para difundir minhas idéias, críticas e ponderações, a par da colaboração dos amigos, mantenho um blog (http://cmirandagomes.blogspot.com) o qual procuro, dentro do possível, mantê-lo atualizado com notícias do cotidiano e, aos domingos, para refrescar o dia, sempre mensagens poéticas.

Espero o comparecimento permanente ao nosso informativo virtual e receberemos sua colaboração com grande alegria.

Atenciosamente, Carlos Roberto de Miranda Gomes

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


Nasceu GUILHERME

Quando o dia começava a adormecer e a noite apresentava os seus primeiros sinais, no penúltimo dia de agosto de 2011, este velho recebia o seu 7º presente de DEUS – nasceu Guilherme, segundo fruto de Rocco José e Daniela, para se juntar a Maria Clara e toda a sua família que ali se fazia presente, dando graças por ele haver chegado normal e com saúde.

Embora tenha passado quatro vezes pela emoção dos filhos, o nascimento de um neto nos leva a renovar o amor no coração e comprovar a grandeza do Criador.

Eu te abençôo GUILHERME, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Seja bem vindo neste mundo de incoerências e desigualdades, para cumprir uma missão de melhorar a qualidade de vida do seu povo. Para isso vamos prepará-lo com amor e particular dedicação.

Um grande beijo dos avós felizes Carlos de Miranda Gomes e Therezinha

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Revivendo Veríssimo de Melo (90 anos de nascimeto)

Odúlio Botelho Medeiros – Vice-presidente da ALEJURN – Do IHGRN

Lembro-me bem, como se hoje fosse! Caminhávamos pelo Grande-Ponto, quando se encontraram o meu tio-sogro Enoir Botelho e o escritor Veríssimo de Melo, em uma manhã ensolarada de verão pleno. Foi uma festa! Abraços, cumprimentos guardados no tempo e no espaço. É que, Enoir, como Veríssimo, foram jogadores de futebol na juventude, justamente na fase em que o chamado esporte bretão estava nos seus primórdios aqui na terrinha. O primeiro, foi embora para servir à Marinha do Brasil, ausentando-se da cidade por muito tempo, enquanto Vivi postara-se sempre, e permanentemente, em Natal, ao lado dos fandangos, dos pastoris, das lapinhas, dos maracatus, dos bumba-meu-boi, das cheganças, dos cocos de roda, das rendeiras, das benzedeiras, dos cantadores de viola, dos cordelistas, de Djalma Maranhão, de Câmara Cascudo, de Newton Navarro, de Zé Areia, do jornalismo telúrico, eis que, naquela época, escrevia uma coluna no Diário de Natal, que retratava o cotidiano potiguar, suas figuras humanas com cheiro de maresia e da brisa do Rio Potengi. Assisti, ao lado de Marta, prima que se tornou minha mulher, todo o desfilar de emoções incontidas propiciadas pelos dois amigos de antanho. Relembraram, ali mesmo, naquele instante matinal de 1956, todo um passado ido e vivido, repleto de reminiscência juvenil, recheado de velhos sonhos e conjecturas. Veríssimo lembrava os tímidos namoros, as primeiras serenatas ao luar, as tênues manifestações intelectuais, os primeiros versos, as travessias a nado para a Redinha. Enoir, seu companheiro de andanças e peladas de futebol, a tudo ouvia e confirmava tudo, especialmente as relembranças de Natal das décadas de 30/40, como se o tempo tivesse parado para ambos, naquele momento. E foi justamente, a partir desse diálogo de eternal felicidade, que passei a conhecer, admirar e a acompanhar a obra de Veríssimo de Melo. Assim destaquei o Vivi folclorista, o professor de etnografia, de filosofia, de antropologia cultural, o diretor do Museu Câmara Cascudo, o presidente do Conselho Estadual de Cultura, o membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras. Pude captar, com o transcorrer do tempo, a sua luta em prol do desenvolvimento da cultura popular – desde aquela época tão relegada a plano secundário – carente de apoio e de incentivo oficial. Mesmo assim, qual um desbravador ou como um espadachim aguerrido, Veríssimo de Melo não se entregava ao desânimo e lutava e lutava... Os anos passavam e ele crescia. Crescia na literatura, na admiração do povo e alicerçava a sua magnífica obra. E tantos foram os livros, e tantas foram as noites de pesquisas, que o homem nos legou um trabalho literário do melhor quilate, da maior repercussão para as gerações futuras. É notório que esse esforço veio beneficiar a todos, porquanto nos brindou com uma vasta produção intelectual, representada pelos seguintes livros: Adivinhas (1948); Acalantos (1949); Parlendas (1949); Rondas Infantis Brasileiras (1953); Jogos Populares do Brasil (1956); Gestos Populares (1960); Cantador de viola (1961); Folcrore Infantil (1965); Ensaios de Antropologia Brasileira (1973); O Conto Folclórico no Brasil (1976); Folclore Brasileiro: Rio Grande do Norte (1978); Tancredo Neves na literatura de Cordel (1986); Medicina Popular no Mundo em Transformação (1996); em 2007 foi editado pelo Sebo Vermelho, a obra póstuma Natal há 100 anos passados, entre outros títulos, permitindo, dessa forma, que os mais novos, os construtores do Brasil de hoje e do futuro, possam cultivar o gosto pela cultura popular, base essencial para a memória de um povo. Em boa hora, a FUNCARTE, sob a tutela do seu valoroso Presidente, Prof. Roberto Lima (que está no lugar certo) fez promover o Seminário Viva Vivi, que além de muito concorrido, contou com a participação de intelectuais da terra e de pessoas compromissadas com o folclore potiguar, que é muito rico, por sinal. Estamos convictos de que a obra e o legado deixado pelo eminente conterrâneo servirá de base às próximas gerações, para a preservação dos costumes e das tradições do nosso povo. Viva, Vivi!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

ONDE ESTARÁ A VERDADE!


Pois é, falaram tanto, que desta vez a verdade foi embora...

O assunto, que foi uma luta intensa do arquiteto Moacyr Gomes da Costa, autor do projeto do Machadão - o primeiro a ser enganado pelos arautos da Arena das Dunas, que o haviam convidado a ir ao Rio de Janeiro e expor ao pessoal da FIFA a possibilidade de reforma do Machadão para a Copa 2014, trabalho naquela oportunidade aprovado, mas posteriormente deturpado para o projeto do “Estrelão” e depois a “Arena das Dunas”, numa sequência de enganações, contratações sem licitação, até a situação em que se encontra agora - apoiado, desde o início por renomados jornalistas e profissionais liberais.

Denúncias ao Ministério Público, processo arquivado pela Justiça, a farsa de um projeto que não existia, mas apenas uma maquete, a declaração que no RN não havia quem pudesse elaborar o projeto pretendido, daí a busca do escritório de Coutinho Diegues Cordeiro Arquitetura e depois da Stadia, tendo no meio o cartola Carlos de La Corte e o Secretário Fernando Fernandes.

Toda a imprensa brasileira e, em especial, a potiguar, questionaram essas contratações, com inexigibilidade de licitação ou sua dispensa e a falta de transparência, fora os engodos nas audiências públicas e quando da presença em Natal dos representantes da Fifa. Eu fiz coro com essa indignação através de inúmeros artigos que publiquei na imprensa e nos blogs que criei = http://mirandagomes.zip.net (desativado, mas ainda na internet até sua última edição em 14.11.2010) e o http://cmirandagomes.blogspot.com (este ainda existente).

Aliás, em meu blog desativado, o último artigo teve por manchete: “ OS MISTERIOSOS ATRASOS PARA INÍCIO DAS OBRAS DA COPA 2014”.

Acabo de ler nos jornais locais: “COPA DE 2014 – Contrato pode ter favorecido consultor” (DN); “Ex Secretário nega lobby em contratos” (TN); e mais profundamente o NOVO Jornal com destaque no seu caderno cidades: "GOELA abaixo. Desabafo/Ex-Secretário Estadual de Turismo, Múcio Sá revela que a FIFA impôs ao Governo a assinatura de contratos com empresas de sua preferência para que Natal continuasse coo uma das sedes da Copa do Mundo de 2.014". Enfim, tudo decorreu de reportagem publicada pela Folha de São Paulo, segundo a qual, o ex-sócio de um consultor do Comitê Organizador Local (COL) para o mundial teria recebido R$ 2,3 milhões pelo projeto da Arena das Dunas. Ex-titular da SECOPA, Fernando Fernandes, admite que fiscal do COL sugeriu contratação. Governo atual evita comentar contrato e diz que quando chegou “já estava assim”.
Alguma bandidagem, muitos covardes, grandes omissões.

Vai ficar por isso mesmo? E onde estão o Ministério Público e o Tribunal de Contas, que possuem processos de apuração desses episódios?

A SOCIEDADE POTIGUAR AGUARDA INFORMAÇÕES VERDADEIRAS!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

DIA 01 DE SETEMBRO PRÓXIMO, PAULO DE TARSO CORREIA DE MELO LANÇARÁ SUA NOVA OBRA: "LIVRO DE LINHAGENS"



IMORTAL DA ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LETRAS, DA ACADEMIA CEARAMIRINENSE DE LETRAS, MEMBRO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN E DE OUTRAS ENTIDADES CONGÊNERES, PROFESSOR UNIVERSITÁRIO APOSENTADO, ENTRE TANTOS OUTROS TÍTULOS. O SEU SUCESSO ESTÁ GARANTIDO PELA EXCELÊNCIA DOS SEUS TRABALHOS.
O EVENTO OCORRERÁ A PARTIR DAS 18:HORAS, NA ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LETRAS, À RUA MIPIBU, 443, PETRÓPOLIS, NESTA CAPITAL.













domingo, 28 de agosto de 2011


TRÊS POEMAS, TRÊS ESTILOS




Sheyla Maria Ramalho Batista

Eu, dançarina nos lábios do sol
Borboleta no vaso da inocência
Tépido raio de luz na tênue candura
Do amor, remanso da treva vespertina.

Sou ondas de sonho, quase manta
dos campos esquecidos da alegria.
Trago nos cabelos cheiro de mar
tecido em prata de luar matutino.

Ah! Nos olhos, revelo indiscreta
A chama púrpura flamejante, própria
Fundição no rubro orgasmo do céu.

Eu, dançarina nos lábios de mel
Carnuda pitanga por trás de fino véu
Borboleta dançarina sob fio do anel
Sou passo da ninfa em sensível fogaréu.
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Rizolete Fernandesa

Sem retorno

A quem se põe em rota cumpre ter
olhos de mapa
nos lábios um jeito de indagar
e saber
por mais árduo seja
transpor a íngreme estrada
a rude escarpa
que nada é motivo assaz
de meia volta e volver
ao ponto de partida
pelo atalho.


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Diva Cunha

Minha mãe diz
que eu sou da pá virada
a da vida torta
os modelos dela são outros:
santa terezinha do menino Jesus
santa rita de cassia
santas

fora as santas domésticas
que foram sacrificadas
no dia a dia
e ninguém viu
sangradas como galinhas
maceradas em vinha d’alhos
postas a dormir no sereno
para secar odores
enfurnadas como bananas verdes
esfregadas nos ladrilhos
claros dos banheiros
costuradas em botões de quatro furos
esbofeteadas e sacudidas
como colchões e almofadas
para desprender o pó das horas

secaram todas
nos linhos broncos
dos lençóis bordados
ao morrer, não morreram
entregaram a alma a deus,
que provavelmente não as perdoou
pelo gasto inútil
que fizeram dos seus talentos.

sábado, 27 de agosto de 2011


UM BOM FIM DE SEMANA PARA TODOS



"As vezes quando tudo dá errado acontecem coisas tão maravilhosas
que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo "


“Entra na minha casa...

Entra na minha vida...

Mexe com minha estrutura...

Sara todas as feridas...

Me ensina a ter santidade...

Quero amar somente a Ti!

Por que o Senhor é o meu Bem maior...

Faz um milagre em mim!”




Mande essa casinha para todos os amigos que você deseja ver

abençoados por Deus!



___________
Colaboração de Ricardo da Câmara Guedes

quinta-feira, 25 de agosto de 2011


Dia do Soldado
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa


O Dia do Soldado é instituído em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército brasileiro, nascido em 25 de agosto de 1803 que entra na História como "o pacificador" e sufoca muitas rebeliões contra o Império.

BIOGRAFIA

Marechal de Exército- Luís Alves de Lima e Silva - Duque de Caxias - Patrono do Exército Brasileiro (25 de agosto 1803 - 7 de maio 1880) "Nasceu na Fazenda de São Paulo, Vila de Porto de Estrela, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Em 22 nov 1808, assentou praça como cadete no 1º Regimento de Infantaria, ingressando, posteriormente, na Academia Real Militar. Tenente, integrou o recém-criado Batalhão do Imperador, como ajudante, com ele recebendo o batismo de fogo, em 3 maio 1823, nas lutas pela independência na Bahia, quando pôde revelar excepcionais qualidades de iniciativa, comando, inteligência e bravura. Com pouco mais de 20 anos, já era capitão e participou, ainda com o Batalhão do Imperador, da Campanha da Cisplatina. Em 2 de dezembro 1839, já Coronel, passou a encarnar a auréola de Pacificador e Símbolo da Nacionalidade, ao ser nomeado Presidente da Província do Maranhão e Comandante-Geral das Forças em Operações, para debelar a "Balaiada", após o que recebeu o título de Barão de Caxias e a promoção a Brigadeiro. Entrou na História como "O Pacificador" e sufocou muitas rebeliões contra o Império. Também pacificou São Paulo e Minas Gerais, em 1842, razão por que foi promovido a Marechal-de-Campo graduado. Em fins de 1842, foi nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército em operações no Rio Grande do Sul, para combater a Revolução Farroupilha, que já durava 8 anos, e ao término da qual foi efetivado como Marechal-de-Campo, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul e distinguido com o título de Conde. Em 1851, foi novamente nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército do Sul. Desta feita, para lutar contra Oribe, no Uruguai, e, logo a seguir, contra Rosas, na Argentina. Vitorioso mais uma vez, foi promovido a Tenente-General e elevado à dignidade de Marquês. Em 16 junho de 1855, foi Ministro da Guerra e, em 1856, Presidente do Conselho de Ministros, ambos pela primeira vez. Em 10 de outubro de 1866, foi nomeado Comandante-em-Chefe das Forças do Império em operações contra as tropas do ditador Lopez do Paraguai, sendo efetivado no posto de Marechal-de-Exército, assumindo, em 10 de fevereiro de 1867, o Comando-Geral das forças em operações, em substituição ao General Mitre, da Argentina. Segue-se uma série de retumbantes vitórias, em Itororó, Avaí e Lomas Valentinas, a rendição de Angustura e a entrada em Assunção, quando considerou encerrada a gloriosa Campanha por ele comandada. "Pelos relevantes serviços prestados na Guerra do Paraguai", o Imperador lhe concedeu, em 23 março de 1869, o título de Duque - o mais alto título de nobreza concedido pelo imperador. Caxias foi Ministro da Guerra e Presidente do Conselho de Ministros por mais duas vezes; a última de 1875 a 1878. Faleceu na Fazenda Santa Mônica, nas proximidades do Município de Vassouras - RJ, sendo o seu corpo conduzido para o Rio e enterrado no Cemitério do Catumbi. Hoje, os restos mortais do Patrono do Exército e os de sua esposa jazem no mausoléu defronte do Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio de Janeiro".

           A data me envia para os idos de 1959, quando ingressei no 16º Regimento de Infantaria, na Companhia de Comando e Serviços - CCS, sob a administração geral do então Ten.Cel. DIÓSCORO GONÇALVES VALE e de Companhia de MÍLTON FREIRE DE ANDRADE.
           Desse tempo só guardo gratas lembranças, pela convivência, patriotismo, igualdade e companheirismo.
           Sim, fui Cabo, com muito orgulho = 604 (Carlos). Fui agraciado com a "Medalha Marechal Hermes - Aplicação e Estudo".
Aqui a minha saudade e o meu respeito ao SOLDADO BRASILEIRO.


H O J E

quarta-feira, 24 de agosto de 2011




O Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte,
deputado Ricardo Motta,
tem a honra de convidar Vossa Senhoria para participar da Sessão Solene em homenagem (in memoriam) aos 25 anos do falecimento do escritor Luís da Câmara Cascudo.

26 de Agosto de 2011, (sexta-feira), às 10 horas.
Plenário deputado Clovis Motta- ALRN
Praça 07 de setembro, s/n, centro, Natal/RN
Traje: passeio completo
Propositor: dep. Walter Alves

e-mail: cerimonial.alrn@bol.com.br








A MESMA RUA, A MESMA PRAÇA, AS MESMAS COISAS...

Volto ao mesmo assunto, para justificar o título - continuam as mazelas de antes, em todos os setores, conforme noticiam os jornais da cidade:

...na educação...
MOTIVADO POR BULLYING? pulo de garoto de 15 anos do primeiro andar de uma sala do Colégio Marista;
...saúde...
VARELA SEM NEUROCIRURGIA - falta de recursos;
...segurança...
PM É EXECUTADO - polícia persegue suspeitos;
ACORDO É DESCUMPRIDO - presos ainda lotam DPs;
CORREGEDORIA PODERIA DIFICULTAR CORRUPÇÃO EM ALCAÇUZ - Promotora avalia falta de fiscalização...
MAIS ADOLESCENTES ENVOLVIDOS COM TRÁFICO - aumento de 17,3%;
...Religião...
IGREJA CATÓLICA PERDE FIÉIS - aumenta o percentual de ateus;
...mobilidade urbana...
RISCO -  cratera aberta em ladeira...pode provocar acidentes de trânsito e deslizamentos;
BANHEIROS DO AUGUSTO SEVERO -  4° pior dentre cidades-sede;
assistência...
IDOSOS BRASILEIROS ESQUECIDOS;

Enquanto isso - políticos, entre comes e bebes, decidem o destino do Poder nas próximas eleições...ACORDES e ACORDOS; pendências impedem verbas da CEF para a Copa... Motta deve ser antecipadamente reeleito Presidente da AL.

É UMA QUESTÃO DE PRIORIDADES!
E  O  P O V O   OH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

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CARTA AO AMIGO JUSSIER SANTOS



Caro Jussier:

Louvável seu obstinado grito contra o crime de lesa-pátria que os políticos deste infeliz pais estão cometendo contra o povo que os elegeu, em humilhante processo de subserviência aos interesses escusos dos facínoras que se apossaram da alegria ingênua do povo pobre, que é o futebol.
Lamento dizer que o crime já está consumado e seu corajoso depoimento se perderá no tempo, pois, povo sem memória não tem história. Despojaram-nos da dignidade e soberania, vendo nosso patrimônio dilapidado, e o erário saqueado, escorrendo pelas cuecas de grife dos gigolôs que exploram a única paixão até então permitida à plebe.
Há tempos venho lhe dizendo que nesta bandalheira não me meto mais , pois a ordem é seguir o conselho das cafetinas da corte, “relaxem e gozem”.
Só me manifesto sobre o assunto neste momento, porque fui citado nominalmente no ultimo dia 21/08/2011 no programa de Nelson Freire na SIM TV, sobre o brutal e desnecessário trucidamento do patrimônio público representado pelo extermínio do complexo do estádio Machadão, em troca de um hipotético “Legado”, dito salvador do Brasil, em simulacro de debate com intuito de esclarecer a opinião pública, mas que, na prática deixaram mais confusão.
Disse o super secretário da SECOPA, que, fora antes contrário ao extermínio do Machadão para dar lugar àquele faraônico projeto de DUBAI, unanimemente condenado no fórum do CREA de julho de 2009, pelas maiores autoridades sobre trânsito, saneamento e meio ambiente, tendo até provocado uma ação cautelar do MP, e que findou superado pela lavagem cerebral do governo, resultando em pizza.
Confirmou que convidou o Engenheiro José Pereira e a mim, para uma avaliação de nosso projeto de adaptação do Machadão, elaborado rigorosamente em obediência às condições exigidas pela FIFA, conforme CD em nosso poder, e, até colaborou na análise de nosso Orçamento Estimativo que resultou em um custo de R$ 86,950 milhões (nele incluído um edifício garagem de R$ 29,369 milhões, que seria transformado após a copa em centro administrativo para o Município). Pretendia o secretário, colher argumentos para engajar-se na defesa daquela solução racional e lógica que poderia colocar Natal na Copa, sem maiores custos.
No atual Governo, estranhamente, o aludido secretário, embora engenheiro, descobriu nova tese matemática, ou seja, na sua ótica, R$ 450 milhões é uma quantia menor que R$ 86,950 milhões, (sem comentário), e daí, tomou uma posição radicalmente oposta, agora em defesa da implosão ou da marreta, para demolir o patrimônio público, com a cumplicidade da maioria dos vereadores, da unanimidade da assembléia estadual, da negligencia de todas as instituições de defesa da cidadania, da passividade dos clubes e das federações desportivas, e com o consentimento do povaréu anestesiado pela propaganda enganosa.
Dá pena ver-se a humilhação dos tradicionais clubes da cidade, mendigando dos governantes, gambiarras em estádios obsoletos ou submetendo seus torcedores a viagens caras e cansativas para ver jogos em outras cidades e o desperdício do esforço de quase 100 anos de dedicação dos velhos desportistas deste Estado do “Já teve”. DaÍ, caro amigo, minha admiração pela sua luta quase quixotesca, sozinho e apenas amparado na sua convicção e no comportamento cavalheiresco de sempre.
Chamado a explicar a sustentabilidade do elefante branco, disse o secretário em comento que conta com os eventos internacionais provavelmente tipo Lady Gaga, Madonna, Barcelona, Real Madri, Cirque du solei, Holliday on ice e similares, chegando até a fazer uma comparação jocosa e injusta com o empresário Nevaldo Rocha, sem atentar que esse notável empreendedor não usa marreta para destruir nada, somente constrói, com o uso de seu talento e de sua notável equipe, sem BNDES, sem fundo garantidor, sem bolsas ludoterápicas, com seriedade, e, ainda arca com a violenta carga tributária que sustenta os mensaleiros desta república.
Eu já disse antes, a salvação (não sei de quem) serão os terrenos do fundo garantidor que valem em torno de R$ 1 bilhão.
Se o “debate” continuar, conforme prometido, ainda resta muita pergunta incômoda a ser feita, principalmente : a) “o local da Arena das Dunas foi efetivamente escolhido num passeio aéreo, por amor à primeira vista? ou qual teria sido o critério técnico ou urbanístico, em se tratando do maior nó viário da cidade?; b) “ vamos demolir o estádio porque ele vai cair sozinho, audaciosa afirmação do anterior secretário da SECOPA, em audiência pública na assembléia, (Outubro de 2009)segundo ele, por opinião de um engenheiro (não disse quem), sabendo-se que dito secretário é leigo em assunto de engenharia, num auditório lotado de engenheiros e arquitetos e o pior, em grosseiro desrespeito à presença do professor José Pereira da Silva, que recentemente tinha feito uma recuperação estrutural daquele patrimônio; c) Se a “presidenta” resolver levar à frente a atual “faxina” em curso, e se o fato vier a suspender o “legado”, após a destruição dos bens públicos, quem pagará pela orgia? ; d) e o EIA/RIMA, carro chefe da vigilância das defensorias do meio ambiente? Essas respostas têm que chegar ao público.
Acredito que você não se incomodará se eu tentar divulgar esta mensagem, até mesmo para que você não fique só
Um abraço do amigo e admirador
Moacyr Gomes
Em 23/08/2011