CHUPA CABRA – POR QUE OS BANCOS NÃO ALERTAM SEUS CLIENTES? (*)
Nessa última sexta-feira, por pouco não fui mais uma vítima desse golpe que vem se proliferando nos terminais de auto-atendimento das agências bancárias. Pela manhã, fui até o hospital PAPI levando meu neto para uma consulta, pois havia passado a noite anterior com muita febre. Deixei minha esposa com ele em frente ao hospital, e como não havia onde estacionar, prossegui e estacionei o carro em frente à agência do Banco do Brasil da Av. Afonso Pena. Como já estava em frente ao Banco, aproveitei para fazer alguns pagamentos.
Logo que adentrei a área onde se encontram as máquinas de auto-atendimento, notei que havia poucos clientes, fato justificado em virtude de ser um dia feriado. Dirigi-me para uma das máquinas e ao introduzir o cartão, coincidentemente, apareceu uma mensagem dizendo haver problemas com a leitura do cartão.
Logo em seguida um indivíduo se aproxima de mim e solícito informa: “somente as duas primeiras máquinas estão funcionando”. Olhei de relance para a pessoa que me prestava à informação, agradeci, e dirigi-me para as máquinas que ela havia indicado. Ao introduzir o cartão no local adequado, este foi totalmente engolido. Por mais que tentasse não consegui retirá-lo do local. Após várias tentativas sem êxito, resolvi telefonar para os números que apareciam na tela da máquina. Fiz várias ligações, infelizmente não consegui fazer contato com ninguém, pois as ligações não se completavam.
Comecei a ficar preocupado, pois havia deixado meu neto no hospital, com possibilidade de ter contraído dengue e fiquei de retornar logo após estacionar o carro. Naquele instante decidi que não deixaria meu cartão preso naquela maquia e resolvi apelar para a força bruta. Bati forte com o punho fechado na peça que prendia o cartão e logo notei que a mesma cedeu um pouco para a lateral. Naquele instante percebi que tinha sido vítima de uma tentativa de fraude.
Daí pra frente foi fácil perceber que estava diante do famoso golpe do “chupa cabra”. Com dificuldade, retirei a peça que é uma cópia perfeita da existente na máquina que encaixa perfeitamente sobre a original. Como está sobreposta, aumenta o ambiente interno e quando o cliente introduz o seu cartão, este desaparece totalmente no espaço vazio, impedindo a recuperação.
Imediatamente telefonei para a polícia e comuniquei o fato. Minutos depois uma viatura compareceu ao local com três policiais e apreenderam o equipamento. Naturalmente, o meliante, percebendo a movimentação policial evadiu-se. Com toda certeza, ele deveria encontrar-se próximo da agência, me observando, para que logo que saísse se apossaria do cartão.
O que mais me impressiona, é a pouca importância que os Bancos dão a esse tipo de golpe. Esse procedimento criminoso deve acontecer por diversos estabelecimentos bancários, principalmente nos fins de semana e feriados quando o correntista, ao ser lesado, não tem a quem recorrer. Centenas de clientes já devem ter caído nesse golpe, em virtude da simplicidade do equipamento e a facilidade com que eles são colocados pelos golpistas.
Uma medida simples, mas que a meu ver traria resultados imediatos eram os estabelecimentos bancários informarem aos seus clientes o “modus operandi” desses golpistas, através de pequenos cartazes apostos nas salas de auto-atendimento. Com isso os clientes pelo menos tomariam conhecimento, e em casos com o que relatei, possam resolver o problema apenas retirando o equipamento criminoso.
Ora, ora. Como bancário aposentado e acostumado a freqüentar estas salas, sabia que naquele tipo de máquina, não havia a mínima possibilidade de o cartão ser engolido e, desconfiado da fraude, apelei para força física. Por sorte, consegui reaver meu cartão e desmontar a armadilha.
Este artigo tem por finalidade alertar a população para esse tipo de fraude, já que as instituições financeiras que são responsáveis pela segurança de seus clientes quando adentram as suas instalações, não o fazem. Entretanto os golpistas podem ser facilmente identificados. Basta que os gestores examinem as fitas de gravação dos equipamentos instalados nas agências, e os identifiquem no momento em que atuam na instalação desses equipamentos fraudulentos.
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(*) ORMUZ BARBALHO SIMONETTI (Presidente do Instituto Norte-Riograndense de Genealogia-INRG, membro do IHGRN, UBE e ACLA)
Matéria publicada no periódico “O ORNAL DE HOJE” edição de 25 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
RÉQUIEM PARA UM ESTÁDIO (*)
Sob o impacto da manchete de O Jornal de Hoje, edição de 23/24 deste abril: “O último suspiro”, já recolhido à meditação da Semana Santa, ainda mais voltei no tempo e me deparei com o desamor, com a insensatez e com a falta de vontade política para atender às necessidades do povo, que ainda persiste nestas plagas de Poti.
A imprensa vem alardeando o fechamento de hospitais infantis em Natal e Parnamirim, a falta de medicamentos, a insegurança, escola caindo, ruas alagadas, transporte precário, ganância de alguns postos de combustíveis, falta de fiscalização, constatação do caos nos hospitais e estabelecimentos prisionais, estradas e ruas esburacadas. Ao reverso, os políticos especulam o próximo titular da Prefeitura de Natal, os burocratas que já atuaram ou atuam nos palcos da província, sem nada de novo, sem proposta e sem projetos públicos estruturantes, mas apenas os da sobrevivência das oligarquias.
Enquanto isso acontece, são contadas as horas da demolição de um bem público que somou grandes feitos, que alegrou a população mais desprovida de recursos, que ofertou momentos de glória.
Num passe de mágica, tudo isso é passado, não o passado que fica, mas o que se esquece. Alguns cronistas especializados registram o fato como algo comum – Machadão com dias contados - e até relacionam minúsculos acontecimentos negativos como brigas, suicídios, crimes ou quedas fatais em simetria com conquistas. Mas apontam lenitivos - a destruição é sem implosão para não incomodar os vizinhos. Já se comenta como ex-colosso.
Há uma canção que retrata bem esse episódio: “Nossa história acabou, sem um aplauso sequer, quando o pano baixou, uma cena banal, mas um ponto final”.
Sim, o Machadão vai ao chão, foi condenado sem nenhuma defesa, a não ser o grito de um vetusto arquiteto que o concebeu e o apoio de poucos amigos. Os órgãos públicos pouco fizeram; audiências frustradas por orquestrações exóticas, inúteis – somente para seguir o figurino.
Muitos pais e mães se apresentaram para a nova Arena do Futebol, chamada das Dunas e até usaram como argumentos de campanha política. Esqueceram-se, porém, que, de certa forma condenaram o próprio esporte bretão. O América e o Alecrim ameaçam licenciamento, e será que o ABC terá como sobreviver sozinho?
Não sei realmente, mas pressinto que alguma coisa de ruim vai acontecer e justifico: primeiro um julgador declarou improcedente ação do Ministério Público porque entre o tempo do ajuizamento e o seu julgamento o megalomaníaco projeto foi modificado – não mais atingiria outras áreas (o Centro Administrativo, por exemplo), mas somente os Estádios Machadão e Machadinho, sem atentar que o questionamento era em razão da ilegalidade da contratação, sem licitação, para um projeto que não existia e sim uma simples maquete. Mesmo assim o prazo de recurso foi perdido. Aliás, tudo começou com um parecer de um jurista do Estado, que hoje está no píncaro da glória.
Depois disso, dirigentes declararam que a FIFA e a CBF não condicionam, necessariamente, a realização da copa em Natal à complementação do aeroporto de São Gonçalo do Amarante e de obras de mobilidade urbana. Em outras palavras, em relação a isso podemos mesmo continuar na “m”.
E se a coisa der errado, quem vai assumir? Qual o discurso já preparado para o insucesso? E o povo vai deixar impunes esses visionários?
Vão aprendendo logo a música de Chico Buarque sobre o destino da Geni.
Enquanto isso, constrangidamente faço o meu “Réquiem para um Estádio”:
Um dia, numa tarde - a grande festa.
A cidade se engalanava, em fantasia.
O povo, na sua incontida alegria,
Fazia um coro, como uma grande orquestra.
O tempo passa, a festa acaba – desilusão.
Momentos lúdicos ficam pra traz, sem constrangimento.
O povo, na sua infinita letargia, aplaudirá novo momento,
Da cruel, incontornável e definitiva demolição.
Não há certeza, se por algum milagre,
Um novo poema de concreto surja na cidade.
Se o povo, em dia de alegria, ainda poderá sentir,
O sabor de um gol perfeito de um Alberi.
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(*) CARLOS ROBERTO DE MIRADA GOMES – escritor
Fonte: Blog DO MIRANDA GOMES
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(RESPOSTA DE MOACYR)
O TÚMULO DE MINHA ÚLTIMA QUIMERA
Querido irmão Carlos:
Li emocionado seu texto sob o título “RÉQUIEM PARA UM ESTÁDIO”, no qual, mais uma vez me oferece seu ombro amigo para mitigar as inevitáveis dores do existir. Por mera carência intelectual, permita-me lembrar os “Versos íntimos” de Augusto dos Anjos, como forma de lhe agradecer tão generosa e oportuna solidariedade, uma vez que, em minha opinião, ninguém conseguiu pintar com tanto realismo a verdadeira natureza humana, quanto àquele grande vate paraibano.
O quadro que você expôs em prosa, teve a força de impacto da Guernica de Picasso. Estou certo que a maior parte das pessoas lúcidas e sensatas desta comunidade repudiam esta ignomínia que estão praticando contra o povo potiguar, justamente através das pessoas que o povo elegeu para governá-lo, só que não podem se manifestar publicamente, por temor às possíveis represálias do “sistema”.
Neste final das comemorações da Páscoa, é lamentável ter que reconhecer que os exemplos de Cristo, pouco sensibilizaram os humanos, que, cada vez mais se tornam predadores de si mesmos. Tudo que pude dizer sobre essa bandalheira da Copa 2014, já foi dito, como advertência, e de nada serviu, só restando agora esperar o milagre do tal “legado” prometido.
Ao afastar-me da luta desigual, registro com indignação, que esse assalto ao erário e ao patrimônio público, planejado e anunciado há muito tempo, iniciado por governo com extensa lista de improbidades denunciadas e investigadas, veio a tornar-se, por similaridade, uma espécie de latrocínio, na acepção do termo, vez que resultará em morte por destruição perversa e desnecessária de creche, ginásio, estádio, enfim, equipamentos de serventia pública, para educação, esporte e lazer, que de algum modo, representam forma indireta de valorização, educação e eugenia de vidas humanas.
Já foi dito muitas vezes, que esse malfadado elefante branco, poderia ter sido programado para outro lugar mais adequado, poupando o que já existe e que custou o dinheiro do povo, já que somos pobres e não podemos admitir desperdício.
Mas o que vem prevalecendo na mentalidade doentia dos governantes atuais é a perversidade e a morbidez de uma engenharia de destruição e vandalismo gratuito, ou quem sabe, a prevalência da tese, “quanto maior a caça mais nacos da carniça para satisfazer a gula pantagruélica dos abutres”.
Ironicamente, há poucos meses atrás, essa engenharia acariciava a idéia de conservar o patrimônio, e agora avoca o direito de ser seu principal algoz, e aí, diz Augusto dos Anjos “a mão que afaga é a mesma que apedreja”. Dia virá em que o povo encerrará a carreira das nefastas oligarquias que vêm nos empobrecendo nos últimos 50 anos.
Para mim, aquele local outrora sacralizado pela única missa aqui rezada pelo Santo João Paulo II, passará a ser, dos escombros, apenas o “tumulo do formidável enterro de minha última quimera”.
Do irmão e amigo Moacyr
Em Natal, madrugada de 25 /04/2011
sábado, 23 de abril de 2011
DOMINGO, 24 DE ABRIL DE 2011

Domingo da Ressurreição do Senhor
A ALEGRIA DO CRISTO VIVO
A história:
Segundo (Lc 23,53), a tumba onde puseram o corpo do Senhor, uma cova escavada na rocha foi fechada com uma grande pedra em forma de roda (ver Mc 15,46), impossível de ser movida por um grupo de mulheres (ver Mc 16,3).
Bem guarnecida a tumba, a pedido dos membros do Sinédrio a Pilatos, seria pretexto para evitar que os discípulos do Senhor fizessem desaparecer o corpo durante a noite para poderem proclamar a ressurreição, como antes anunciado pelo Senhor (ver Mt 27,64). Mas, mesmo assim, os soldados (Mt 28,4) teriam negligenciado, tanto que, na madrugada do primeiro dia da semana estavam dormindo. Um forte tremor os despertou sobressaltados. Ficaram paralisados e “como mortos” (Mt 28,4) ao verem movida a pedra que fechava a tumba e um ser resplandecente sentado nela.
Naquele mesmo momento, chegaram algumas piedosas mulheres com unguentos e aromas para embalsamar o corpo de Jesus segundo o costume judeu (ver Mc 16,1). Não puderam fazer antes de colocá-lo no sepulcro, porque o sábado “já estava avançado” quando desceram da Cruz o corpo de Jesus. Segundo o costume judeu, o novo dia começava não de madrugada, tampouco no amanhecer, e sim no entardecer ou anoitecer, o que para nós é ainda o dia anterior, momento em que se fazia necessário acender luzes. Ao dizer que “o sábado estava avançado” quis dizer que já era a tarde de sexta-feira. Não havia tempo suficiente para embalsamar o corpo do Senhor, porque, uma vez acesas as lâmpadas, devia se guardar repouso absoluto (ver Lc 23,54-56).
Os quatro evangelistas situam a descoberta da tumba vazia nas primeiras horas do que para os judeus era “o primeiro dia da semana”, dia que, desde os tempos apostólicos, veio a chamar-se em latim “Dies Domini” e que, traduzido, significa “Dia do Senhor”. É a raiz da palavra “Domingo”, o primeiro e ao mesmo tempo o “oitavo” dia da semana, porque é considerado um “novo dia”. O Domingo é o Dia do Senhor porque é o Dia de seu triunfo, o Dia grandioso em que o Senhor Jesus ressuscitou rompendo as ataduras da morte, Dia em que Ele fez tudo novo, Dia, portanto, consagrado ao Senhor.
Grande foi a surpresa de Maria Madalena, uma das mulheres que formavam a pequena comitiva, ao chegar ao sepulcro do Senhor, e ver a pedra movida com o sepulcro vazio. Instintivamente lançou-se a correr para comunicar a Pedro e a João o ocorrido. Ao encontrá-los lhes diz: «Foi tirado o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram» (Jo 20,2). Pedro e João foram correndo ao sepulcro para ver por si mesmos o que acontecera. João, que corria mais rápido, chegou primeiro. Ao chegar, «se inclinou e viu os panos no chão, mas não entrou» (Jo 20,5). Esperou que chegasse Pedro para que entrasse ele primeiro, o que se considera um sinal de respeito e reconhecimento da primazia que Pedro tinha entre os Apóstolos. Ao entrar no sepulcro, diz-se de João que «viu e acreditou» (Jo 20,8). O que viu João? Que o corpo de seu Senhor não estava ali. Em que acreditou? O que até então não sabiam como compreender, aquilo que o Senhor havia anunciado repetidas vezes: que depois de morrer «iria ressuscitar dentre os mortos» (Jo 20,9).
Este ato de fé na Ressurreição do Senhor será confirmado imediatamente depois tanto pelo anúncio do anjo às mulheres como pelas próprias aparições do Senhor Ressuscitado aos seus discípulos.
No grupo de mulheres que vão ao sepulcro bem de madrugada, chama a atenção uma ausência: não se encontra dentre elas a Mãe de Jesus. Por que não estava presente? Não seria natural que quem, mais que qualquer outra pessoa, amava Jesus se fizesse presente para dedicar-lhe este último cuidado, o de embalsamar o corpo de seu amado Filho? A razão de sua ausência deve ser encontrada na repreensão que o anjo dirige às mulheres que vão ao sepulcro: «por que buscam entre os mortos o que está vivo?» (Lc 24,5). A Mãe não busca entre os mortos quem ela sabe que está vivo. À diferença dos Apóstolos e discípulos, Ela, sim, acreditou em seu Filho, acreditou que ressuscitaria. Depois da morte do Senhor, Santa Maria é a única que manteve viva a chama da fé e se mantém em espera, preparando-se para acolher o anúncio gozoso da Ressurreição de seu Filho. Analogamente ao sepulcro vazio que se constitui numa forte proclamação da Ressurreição de Cristo, a ausência da Mãe de Cristo no lugar de sua ressurreição é uma magnífica proclamação de sua fé e confiança total nas palavras e promessas de seu Filho. A SANTA MÃE, certamente, foi a primeira a receber a grande notícia. Ela foi a primeira a receber o anúncio do anjo da Encarnação, e ela, também, foi a primeira a receber o anúncio da Ressurreição.
Intenção da liturgia:
Aproximar o sentido do Domingo de Páscoa só com a causa da sexta-feira santa. Entende a Igreja Cristã que o principal aqui é destacar a Cruz que, para muitos, é símbolo de dor, sofrimento; mas para os que buscam a identificação com Jesus Cristo, esta mesma cruz é vitória, é vida. Nas palavras paulinas: "a linguagem da cruz é loucura para aqueles que se perdem, mas para aqueles que se salvam, para nós, é poder de Deus" (cf.: 1Cor 1,18).

Toda esta história da "última semana" de Jesus é atual. Por mais que liturgicamente se faça memória dela todos os anos, ela é uma história cotidiana, pois fala de cada um, na realidade em que cada qual vive e procura seguir Jesus Cristo ou mesmo experimentar os valores cristãos, transmitidos e ensinados por ele.
Diariamente a dicotomia da morte e vida se nos apresenta como um desafio e, ao mesmo tempo, como chance de, em cada situação, com espírito novo, viver como Jesus viveu. Buscar primeiro o Reino de Deus e sua Justiça é ter sempre diante dos olhos o grande mandamento que resume toda esta semana e para o qual a mesma converge: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". E tudo o mais virá de acréscimo, mas com o esforço e trabalho pessoal, em vista de uma vida realmente justa, em qualquer aspecto ou situação da vida.
__________________
FONTE: internet, com algumas adaptações

Domingo da Ressurreição do Senhor
A ALEGRIA DO CRISTO VIVO
A história:
Segundo (Lc 23,53), a tumba onde puseram o corpo do Senhor, uma cova escavada na rocha foi fechada com uma grande pedra em forma de roda (ver Mc 15,46), impossível de ser movida por um grupo de mulheres (ver Mc 16,3).
Bem guarnecida a tumba, a pedido dos membros do Sinédrio a Pilatos, seria pretexto para evitar que os discípulos do Senhor fizessem desaparecer o corpo durante a noite para poderem proclamar a ressurreição, como antes anunciado pelo Senhor (ver Mt 27,64). Mas, mesmo assim, os soldados (Mt 28,4) teriam negligenciado, tanto que, na madrugada do primeiro dia da semana estavam dormindo. Um forte tremor os despertou sobressaltados. Ficaram paralisados e “como mortos” (Mt 28,4) ao verem movida a pedra que fechava a tumba e um ser resplandecente sentado nela.
Naquele mesmo momento, chegaram algumas piedosas mulheres com unguentos e aromas para embalsamar o corpo de Jesus segundo o costume judeu (ver Mc 16,1). Não puderam fazer antes de colocá-lo no sepulcro, porque o sábado “já estava avançado” quando desceram da Cruz o corpo de Jesus. Segundo o costume judeu, o novo dia começava não de madrugada, tampouco no amanhecer, e sim no entardecer ou anoitecer, o que para nós é ainda o dia anterior, momento em que se fazia necessário acender luzes. Ao dizer que “o sábado estava avançado” quis dizer que já era a tarde de sexta-feira. Não havia tempo suficiente para embalsamar o corpo do Senhor, porque, uma vez acesas as lâmpadas, devia se guardar repouso absoluto (ver Lc 23,54-56).
Os quatro evangelistas situam a descoberta da tumba vazia nas primeiras horas do que para os judeus era “o primeiro dia da semana”, dia que, desde os tempos apostólicos, veio a chamar-se em latim “Dies Domini” e que, traduzido, significa “Dia do Senhor”. É a raiz da palavra “Domingo”, o primeiro e ao mesmo tempo o “oitavo” dia da semana, porque é considerado um “novo dia”. O Domingo é o Dia do Senhor porque é o Dia de seu triunfo, o Dia grandioso em que o Senhor Jesus ressuscitou rompendo as ataduras da morte, Dia em que Ele fez tudo novo, Dia, portanto, consagrado ao Senhor.
Grande foi a surpresa de Maria Madalena, uma das mulheres que formavam a pequena comitiva, ao chegar ao sepulcro do Senhor, e ver a pedra movida com o sepulcro vazio. Instintivamente lançou-se a correr para comunicar a Pedro e a João o ocorrido. Ao encontrá-los lhes diz: «Foi tirado o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram» (Jo 20,2). Pedro e João foram correndo ao sepulcro para ver por si mesmos o que acontecera. João, que corria mais rápido, chegou primeiro. Ao chegar, «se inclinou e viu os panos no chão, mas não entrou» (Jo 20,5). Esperou que chegasse Pedro para que entrasse ele primeiro, o que se considera um sinal de respeito e reconhecimento da primazia que Pedro tinha entre os Apóstolos. Ao entrar no sepulcro, diz-se de João que «viu e acreditou» (Jo 20,8). O que viu João? Que o corpo de seu Senhor não estava ali. Em que acreditou? O que até então não sabiam como compreender, aquilo que o Senhor havia anunciado repetidas vezes: que depois de morrer «iria ressuscitar dentre os mortos» (Jo 20,9).
Este ato de fé na Ressurreição do Senhor será confirmado imediatamente depois tanto pelo anúncio do anjo às mulheres como pelas próprias aparições do Senhor Ressuscitado aos seus discípulos.
No grupo de mulheres que vão ao sepulcro bem de madrugada, chama a atenção uma ausência: não se encontra dentre elas a Mãe de Jesus. Por que não estava presente? Não seria natural que quem, mais que qualquer outra pessoa, amava Jesus se fizesse presente para dedicar-lhe este último cuidado, o de embalsamar o corpo de seu amado Filho? A razão de sua ausência deve ser encontrada na repreensão que o anjo dirige às mulheres que vão ao sepulcro: «por que buscam entre os mortos o que está vivo?» (Lc 24,5). A Mãe não busca entre os mortos quem ela sabe que está vivo. À diferença dos Apóstolos e discípulos, Ela, sim, acreditou em seu Filho, acreditou que ressuscitaria. Depois da morte do Senhor, Santa Maria é a única que manteve viva a chama da fé e se mantém em espera, preparando-se para acolher o anúncio gozoso da Ressurreição de seu Filho. Analogamente ao sepulcro vazio que se constitui numa forte proclamação da Ressurreição de Cristo, a ausência da Mãe de Cristo no lugar de sua ressurreição é uma magnífica proclamação de sua fé e confiança total nas palavras e promessas de seu Filho. A SANTA MÃE, certamente, foi a primeira a receber a grande notícia. Ela foi a primeira a receber o anúncio do anjo da Encarnação, e ela, também, foi a primeira a receber o anúncio da Ressurreição.
Intenção da liturgia:
Aproximar o sentido do Domingo de Páscoa só com a causa da sexta-feira santa. Entende a Igreja Cristã que o principal aqui é destacar a Cruz que, para muitos, é símbolo de dor, sofrimento; mas para os que buscam a identificação com Jesus Cristo, esta mesma cruz é vitória, é vida. Nas palavras paulinas: "a linguagem da cruz é loucura para aqueles que se perdem, mas para aqueles que se salvam, para nós, é poder de Deus" (cf.: 1Cor 1,18).

Toda esta história da "última semana" de Jesus é atual. Por mais que liturgicamente se faça memória dela todos os anos, ela é uma história cotidiana, pois fala de cada um, na realidade em que cada qual vive e procura seguir Jesus Cristo ou mesmo experimentar os valores cristãos, transmitidos e ensinados por ele.
Diariamente a dicotomia da morte e vida se nos apresenta como um desafio e, ao mesmo tempo, como chance de, em cada situação, com espírito novo, viver como Jesus viveu. Buscar primeiro o Reino de Deus e sua Justiça é ter sempre diante dos olhos o grande mandamento que resume toda esta semana e para o qual a mesma converge: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". E tudo o mais virá de acréscimo, mas com o esforço e trabalho pessoal, em vista de uma vida realmente justa, em qualquer aspecto ou situação da vida.
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FONTE: internet, com algumas adaptações
SÁBADO, 23 DE ABRIL DE 2011

Sábado de Aleluia
Dia do Silêncio
O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia que antecede à Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. Também nominado como Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
São realizadas as exéquias, a virgília, as orações e o jejum. Nesse dia costuma-se execrar a figura de Judas, o traidor. Embora Cristo o tenha perdoado.
_________________________
RECEBO O QUE ME DAIS
Recebo o que me dais, Senhor.
Colhi de vossas mãos
o tenro fruto do amanhã:
a esperança.
Destes-me o esplendor
e também a solidão -
e fiquei só entre os irmãos.
E assim para sempre ouviria
unicamente a minha voz
não fora o amor
ou a morte -
ambos arautos da união.
Recebo o que me dais, Senhor.
Com resignação,
recebo o que me dais.
Mas afastai de mim o cálice escuro
que ensombra os espaços
e turva os horizontes.
E porque sois o Caminho
a Verdade e a Vida
Revelai-vos!
Para que eu veja pelos vossos olhos
e em vosso amor
a salvação que anunciais.
Recebo, em festa, o que me dais, Senhor. (Horácio Paiva)
______________________________
______________________________
SÁBADO, 23 DE ABRIL DE 2011
UM VISIONÁRIO DE FÉ

Com esta expressão o escritor ROSTAND MEDEIROS lança, hoje, na cidade de São Miguel, o livro que conta a vida exemplar de JOÃO RUFINO.
A obra nos mostra a história de um homem simples, onde desponta em seus ditos, gestos e ações “a expressão da alma despida de ansiedade e necessidade, preparada desde cedo para ouvir e compreender a linguagem de Deus e dos homens.” (Sueli Alves)
“Seu João é um homem singular, simpático, singelo e simples, mas de gestos largos e uma generosidade imensurável, sem medida mesmo.” (José Gaudêncio Torquato)
“A vida deste ser humano sublime só nos renova a crença em Deus e na sabedoria do trabalho do homem. No caso de Seu João Rufino, devemos ressaltar a enorme capacidade de vencer com seu próprio esforço e dedicação em fazer o bem.” (Raimundo Fagner)
Esses depoimentos dos seus amigos foram devidos à perspicácia e dedicação com que Rostand Medeiros os colheu, num trabalho elogiável, que registra de forma perene a saga de um homem do interior que vence toda a adversidade possível e se torna o patriarca de uma grande família e de um pequeno império empresarial representado pelo Grupo 3 Corações, originário da torrefação “Nossa Senhora de Fátima”, que se tornou “Grupo Santa Clara”, tudo construído com o maior exemplo de honestidade, dignidade, amor e solidariedade.
Tive a grande satisfação de receber o livro, delicadamente oferecido pelo autor e que tive a honra de fazer a sua leitura antes do lançamento. APROVO, mas preciso de uma complementação. No seu retorno da festa, meu Caro Rostand, me traga um pacotinho do “Abençoado Café de Seu João Rufino”, daquele que ainda se faz na heróica Serra de São Miguel.
Esta é a mensagem deste blogueiro Carlos de Miranda Gomes

Sábado de Aleluia
Dia do Silêncio
O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia que antecede à Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. Também nominado como Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
São realizadas as exéquias, a virgília, as orações e o jejum. Nesse dia costuma-se execrar a figura de Judas, o traidor. Embora Cristo o tenha perdoado.
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RECEBO O QUE ME DAIS
Recebo o que me dais, Senhor.
Colhi de vossas mãos
o tenro fruto do amanhã:
a esperança.
Destes-me o esplendor
e também a solidão -
e fiquei só entre os irmãos.
E assim para sempre ouviria
unicamente a minha voz
não fora o amor
ou a morte -
ambos arautos da união.
Recebo o que me dais, Senhor.
Com resignação,
recebo o que me dais.
Mas afastai de mim o cálice escuro
que ensombra os espaços
e turva os horizontes.
E porque sois o Caminho
a Verdade e a Vida
Revelai-vos!
Para que eu veja pelos vossos olhos
e em vosso amor
a salvação que anunciais.
Recebo, em festa, o que me dais, Senhor. (Horácio Paiva)
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SÁBADO, 23 DE ABRIL DE 2011
UM VISIONÁRIO DE FÉ

Com esta expressão o escritor ROSTAND MEDEIROS lança, hoje, na cidade de São Miguel, o livro que conta a vida exemplar de JOÃO RUFINO.
A obra nos mostra a história de um homem simples, onde desponta em seus ditos, gestos e ações “a expressão da alma despida de ansiedade e necessidade, preparada desde cedo para ouvir e compreender a linguagem de Deus e dos homens.” (Sueli Alves)
“Seu João é um homem singular, simpático, singelo e simples, mas de gestos largos e uma generosidade imensurável, sem medida mesmo.” (José Gaudêncio Torquato)
“A vida deste ser humano sublime só nos renova a crença em Deus e na sabedoria do trabalho do homem. No caso de Seu João Rufino, devemos ressaltar a enorme capacidade de vencer com seu próprio esforço e dedicação em fazer o bem.” (Raimundo Fagner)
Esses depoimentos dos seus amigos foram devidos à perspicácia e dedicação com que Rostand Medeiros os colheu, num trabalho elogiável, que registra de forma perene a saga de um homem do interior que vence toda a adversidade possível e se torna o patriarca de uma grande família e de um pequeno império empresarial representado pelo Grupo 3 Corações, originário da torrefação “Nossa Senhora de Fátima”, que se tornou “Grupo Santa Clara”, tudo construído com o maior exemplo de honestidade, dignidade, amor e solidariedade.
Tive a grande satisfação de receber o livro, delicadamente oferecido pelo autor e que tive a honra de fazer a sua leitura antes do lançamento. APROVO, mas preciso de uma complementação. No seu retorno da festa, meu Caro Rostand, me traga um pacotinho do “Abençoado Café de Seu João Rufino”, daquele que ainda se faz na heróica Serra de São Miguel.
Esta é a mensagem deste blogueiro Carlos de Miranda Gomes
sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sexta-feira Santa
A dor, o sacrifício e a morte
A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.
São João, teólogo e cronista da paixão, nos leva a contemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia.
Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.
A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.
Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.
A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria contempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.
O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um último, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.

Descoberta do Brasil
O termo descoberta do Brasil se refere à chegada, em 22 de abril de 1500, da frota comandada por Pedro Alvares Cabral ao território onde hoje se encontra o Brasil. A palavra "descoberta" é usada nesse caso em uma perspectiva eurocêntrica, referindo-se estritamente à chegada de europeus às terras do atual Brasil, que já eram habitadas por vários povos indígenas.
Embora quase exclusivamente utilizado em relação à viagem de Cabral, o termo "descoberta do Brasil" também pode referir-se à suposta chegada de outros navegantes europeus antes de Cabral. Esse é o caso das possíveis expedições do espanhol Vicente Yáñez Pinzón em 26 de janeiro de 1500, e de Duarte Pacheco Pereira em 1498.
A chegada em Vera Cruz
Chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil
Pedro Álvares Cabral, capitão-mor da expedição que descobriu o Brasil.
No dia 24 de Abril, Cabral recebeu os nativos no seu navio. Então, acompanhado de Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia e Pero Vaz de Caminha, recebeu o grupo de índios que reconheceram de imediato o ouro e a prata que se fazia surgir no navio — nomeadamente um fio de ouro de D. Pedro e um castiçal de prata — o que fez com que os portugueses inicialmente acreditassem que havia muito ouro naquela terra. Entretanto, Caminha, em sua carta,[5] confessa que não sabia dizer se os índios diziam mesmo que ali havia ouro ou se o desejo dos navegantes pelo metal era tão grande que eles não conseguiram entender diferentemente. Posteriormente, provou-se que a segunda alternativa era a verdadeira.
O encontro entre portugueses e índios também está documentado na carta escrita por Caminha. O choque cultural foi evidente. Os indígenas não reconheceram os animais que traziam os navegadores, à exceção de um papagaio que o capitão trazia consigo; ofereceram-lhes comida e vinho, os quais os índios rejeitaram. A curiosidade tocou-lhes pelos objectos não reconhecidos - como umas contas de rosário, e a surpresa dos portugueses pelos objetos reconhecidos - os metais preciosos. Fez-se curioso e absurdo aos portugueses o fato de Cabral ter vestido-se com todas as vestimentas e adornos os quais tinha direito um capitão-mor frente aos índios e estes, por sua vez, terem passado por sua frente sem diferenciá-lo dos demais tripulantes.
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Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
História do Brasil
quinta-feira, 21 de abril de 2011

Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes)
Martírio de Tiradentes, óleo sobre tela de Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo (1854 — 1916).
Nome completo Joaquim José da Silva Xavier
Nascimento 12 de Novembro de 1746
Fazenda do Pombal, Minas Gerais, Brasil
Morte 21 de abril de 1792 (45 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade Brasileiro
Ocupação Dentista, Alferes e Ativista político
Ideias notáveis mártir da Inconfidência Mineira
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (Fazenda do Pombal[1], batizado em 12 de novembro de 1746 — Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792) foi um dentista, tropeiro, minerador, comerciante, militar e ativista político que atuou no Brasil colonial, mais especificamente nas capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Brasil, é reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil, patrono também das Polícias Militares dos Estados e herói nacional.
O dia de sua execução, 21 de abril, é feriado nacional. A cidade mineira de Tiradentes, antiga Vila de São José do Rio das Mortes, foi renomeada em sua homenagem.
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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Quinta-feira Santa
Eucaristia: Sacramento do amor
A liturgia da Quinta-feira Santa nos fala do amor, com a cerimônia do Lava-pés, a proclamação do novo mandamento, a instituição do sacerdócio ministerial e a instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz nosso alimento, dando-nos seu corpo e sangue. É a manifestação profunda do seu amor por nós, amor que foi até onde podia ir: "Como Ele amasse os seus amou-os até o fim".
A Eucaristia é o amor maior, que se exprime mediante tríplice exigência: do sacrifício, da presença e da comunhão. O amor exige sacrifício e a Eucaristia significa e realiza o sacrifício da cruz na forma de ceia pascal. Nos sinais do pão e do vinho, Jesus se oferece como Cordeiro imolado que tira o pecado do mundo: "Ele tomou o pão, deu graças, partiu-o e distribuiu a eles dizendo: isto é o meu Corpo que é dado por vós.
Fazei isto em memória de ' mim. E depois de comer, fez o mesmo com o cálice dizendo: Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22,19-20). Pão dado, sangue derramado pela redenção do mundo. Eis aí o sacrifício como exigência do amor.
O amor, além do sacrifício, exige presença. A Eucaristia é a presença real do Senhor que faz dos sacrários de nossas Igrejas centro da vida e da oração dos fiéis.
"A hora santa diante da Eucaristia deve nos conduzir até a hora santa diante dos pobres. Nossa Eucaristia é incompleta se não levar-nos ao serviço dos pobres por amor”.
Caridade solidária é o gesto de descer até o necessitado para tirá-lo da sua miséria e trazê-lo de volta a sua dignidade. A Eucaristia é o gesto da caridade solidária de Deus pela humanidade. "Eu sou o Pão da vida que desceu do céu. Quem come deste Pão vencerá a morte e terá vida para sempre".

A ÚLTIMA CEIA
à mesa tomam assento os convidados
e pães verdes são servidos -
pães e vinho verdes
na última homenagem à esperança
(Horácio Paiva)
quarta-feira, 20 de abril de 2011

JESUS ESTÁ TRISTE
A Quarta-feira Santa dá início ao sofrimento de Jesus, daí ser chamada de Quarta-Feira de Trevas. Sabendo o destinoo que lhe fora reservado, recolhe-se às orações e se prepara para os dias de tormenta. Por tal razão a tradição é antiqüíssima no resguardo desse dia, determinado à meditação e o início da chamada Semana Santa, cujos desdobramento passam pela Última Ceia, julgamento, sofrimento, morte e ressurreição de Cristo, como redenção final do seu povo. Desde o séc. VII, celebra-se com orações litúrgicas as exéquias do Senhor. No séc.VIII, a liturgia franco-romana já conhece o apagar das luzes durante o ofício, na Sexta-feira e no Sábado. No século IX, também na Quinta-feira Santa. Desde o séc.XII, o nome ‘ofício das trevas’ indica a oração noturna (matinas e laudes) do ofício divino nos dias Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa e Sábado de Aleluia. As matinas e laudes rezadas seguidas contam 14 salmos e nove leituras, das quais algumas lamentações do profeta Jeremias. É “de trevas” pois, no decorrer dele, apagam-se sucessivamente 14 velas em memória das trevas que cobriram a terra na morte do Senhor. Para este fim, é usado um candelabro triangular com 15 velas. A vela da ponta, a décima quinta, representa o Cristo. As outras representam os onze apóstolos e as três Marias. Segundo vários autores medievais, apagar uma vela após cada salmo significa o abandono de Jesus por seus seguidores, pricipalmente no horto. A liturgia antiga colocava a última vela acesa atrás do altar para trazê-la de volta mais tarde, talvez no amanhecer, simbolizando assim a morte e a ressurreição do Senhor.[1] v. Círio pascal. w A décima quinta vela no alto do candelabro triangular é chamado galo ou galo das trevas, também em Portugal. w No final do ofício cantado em latim, era costume fechar os livros com força exagerada. Segundo o Goffiné, "remata o officio um rumor confuso, que lembra o tropel e queda tumultuosa da cohorte, que, guiada por Judas, veio alta noite aprisionar a divino Salvador no Horto das Oliveiras”.[2] Já para outros, o barulho no final do ofício significa o terremoto que acompanhou a morte de Jesus, ou então a destruição de Jerusalém. w Antigamente, na igreja matriz de Iguape (SP), "sobre o assoalho de largas tábuas de madeira de lei os pés dos fiéis, batendo fortemente, produziam um ruído de trovão, no ofício das trevas na Semana Santa".[3] w O “ofício de trevas”, que indicava as orações noturnas de três dias seguidos, hoje se resume em uma única celebração. E, devido ao excessivo verbalismo e a pouca fantasia litúrgica, somente em poucos lugares encontramos esta cerimônia cantada. “O ofício das trevas é, na realidade, o início de todo um ritual, quase em extinção, das solenidades da Semana Santa.
terça-feira, 19 de abril de 2011

AINDA MOTIVADO PELO PERÍODO PASCAL, REPRODUZO ESTA LIÇÃO QUE NOS IMPÕE UMA PROFUNDA REFLEXÃO. Com o abraço de paz e amizade de Carlos Gomes
"O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS"
(Mário de Andrade)
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, que não se encanta com triunfos, que não se considera eleita antes da hora, que não foge de sua mortalidade. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade!
O essencial faz a vida valer à pena. E para mim, basta o essencial!
O corolário é este aqui, da genial Clarice Linspector:
Não tenho tempo pra mais nada. Ser feliz me consome muito."
segunda-feira, 18 de abril de 2011

Estimados LEITORES,
Diz o Livro da Sabedoria, que para tudo há um tempo certo e agora É TEMPO DE CELEBRAR A VIDA, DE COMEMORAR A VITÓRIA DE CRISTO, ATRAVÉS DO SEU EXEMPLO, DO SEU AMOR, DOS ENSINAMENTOS, DE SUA DOR E DE SUA GLÓRIA. Mesmo para aqueles que teimam em não acreditar na sua ressurreição, lhes propomos a paz e a confraternização, desejando a todos uma SEMANA DE LUZ, REFLEXÃO E COMPAIXÃO, REPARTINDO O AMOR COM TODA A HUMANIDADE.
CARLOS GOMES E FAMÍLIA
domingo, 17 de abril de 2011

A IRA SAGRADA DE UM ARQUITETO-DESPORTISTA
O SHOW TEM QUE CONTINUAR
Nestes últimos dias deu-se o auge do FEBEAPA, nunca se falou tanta bobagem de uma só vez em Natal. O secretário dos esportes da Prefeitura, que se diz candidato a “gerir” a Arena das Dunas, para fazer até 60 shows internacionais por ano, botando Los Angeles prá trás, acreditando em mobilidade urbana de Natal como exemplo para o Brasil, e que, pra tanto, está sendo concluído um estudo de desapropriação de 490 a 550 casas. Imagine-se que, só ali em Potilandia, Lagoa Nova e Candelária, deverão ser “confiscadas” pelo menos umas 100 casas,e/ou prédios comerciais, para fazer o tal túnel entre a Av. Cap-mór Gouveia e o anel viário do Campus, mas, por certo as 500 pessoas desalojadas poderão morar
ali bem em frente sob o viaduto.
Natal virou o mundo de Disney, mágicos, saltimbancos e duendes.
Dizendo o contrário, vem o outro, da Secopa e diz, jogando a peteca para a Prefeitura, se esta não sanar suas pendências, mesmo sem as obras de mobilidade, o governo do Estado garante que tá dentro da Copa. Há dois anos que se ouve essa enrolada, tá dentro, tá fora, tá dentro...aliás esse mesmo secretário já disse que a Arena das Dunas vai ser para shows, e só eventualmente servirá para futebol (Naturalmente se Messi e Cristiano Ronaldo descobrirem Natal). Se é assim, por que não construir a arena da Copa em Ponta Negra, que é o bairro dos turistas, deixando o Machadão a cumprir sua missão? Qual o argumento técnico, urbanístico, econômico e ambiental que justifica a obrigatoriedade de derrubar um bem público existente, para construir outro muitas vezes mais caro no mesmo lugar? Outro secretário confessa falta de recursos para o prolongamento da Av. Prudente de Morais, mas, resumindo, mobilidade urbana e aeroportos, que eram as palavras-chave para justificar o “LEGADO”, agora são coadjuvantes, apenas a Arena das Dunas é condição sine qua non. Aposto que os apaniguados do governo entendem mobilidade urbana como um substantivo abstrato.
Outro cortesão afirma: “Herança de Carlos Eduardo na Urbana pode inviabilizar Copa”.É muita desfarçatez, pois, sem pretender defender ou julgar a administração do ex- prefeito, a bem da verdade, afirmo que foi ele quem garantiu o convite a Natal, quando enviou à CBF um documento imprescindível em 31/05/2007. Todavia, foi aquela autoridade posteriormente traída quando, juntamente com a então governadora do Estado, em novembro de 2008 assinou enganado por esta, o compromisso final junto à CBF/FIFA. Em conseqüência foi banido da Copa. E aí começou a bandalheira. TODOS, TODOS mesmo, sabem disso, mas ninguém tem coragem de dizer. Diante do rolo compressor da estupidez junto à corrupção, prevalece a lei do silêncio.
Finalmente, a Governadora dá o “”Grito do Ipiranga” - o RN vai começar sua grande obra redentora concorrendo à medalha de ouro do EXTERMÍNIO, iniciado com a creche. E agora José, vocês “desportistas” do RN, que não usaram a força de suas torcidas para evitar o “desmanche”, vão jogar aonde, que tal o estadinho João Camara lá das Rocas, basta que lhe seja dado o pomposo nome de “Arena do Vanvão”, com todo respeito ao grande homem que foi João Severiano da Camara.
Humor negro à parte, não existe problema, a solução para o futebol está na cara, basta fazer a Arena Das Dunas no bairro dos ricos, e, uma modesta reforma no Machadão. Infelizmente ninguém quer enxergar o ÓBVIO ULULANTE. Segundo o dito popular, “o pior cego é o que não quer ver.” Ou quando não lhe convém.
Moacyr Gomes da Costa Arquiteto – 16/04/2011
sábado, 16 de abril de 2011

José Antônio Reguffe (PDT-DF) foi o deputado proporcionalmente mais votado do país nas eleições
É de verdade. Aconteceu no nosso congresso nacional em Brasília.
Deputado do PDT que rejeitou benefícios cria inimigos na Câmara
Maurício Savarese
Do UOL Notícias
Em Brasília
Comentários [213]
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"Eu quero falar sobre as minhas propostas. As propostas." Deputado proporcionalmente mais votado do país aos 38 anos de idade, José Antônio Reguffe (PDT-DF) quer evitar rótulos depois de já ter se tornado um incômodo para vários colegas. Novato na Câmara, abriu mão de uma série de benefícios, de forma irrevogável e sem precedentes. Defensor da austeridade no Congresso, onde é chamado de demagogo e de Dom Quixote por (muitos) adversários, ele cobra mais ousadia nos cortes de gastos públicos do governo da presidente Dilma Rousseff.
Com mais de 266 mil votos, ou 19% dos eleitores no Distrito Federal, o economista carioca ganhou destaque na Câmara Distrital durante o escândalo que levou à queda do então governador, José Roberto Arruda. Lá, tomou medidas semelhantes às que adotou no Congresso Nacional no início de seu primeiro mandato. Abriu mão dos 14º e 15º salários, rejeitou a cota de passagens aéreas, fixou em nove o número de assessores de gabinete –poderiam ser 25–, e descartou receber qualquer verba indenizatória até o fim do mandato.
"Se o político faz algo errado, jogam pedra. Se faz o que é certo, querem julgar a intenção. Eu pelo menos estou fazendo a minha parte. Tudo que eu proponho eu dou exemplo antes no meu gabinete", disse Reguffe ao UOL Notícias. "Quem dera tantos fossem demagogos como eles acham que eu sou. O contribuinte agradeceria. A população hoje não acredita na classe política. Isso é culpa dos personagens, por desvios éticos inaceitáveis. Mas também é culpa do sistema como um todo. Um sistema que os políticos profissionais não querem mudar."
De acordo com cálculos do pedetista, ao final do seu mandato ele terá economizado aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões com suas medidas. Se todos os 513 deputados tomassem as mesmas iniciativas, a economia seria de mais de R$ 1,2 bilhão –embora esteja nesse valor o auxílio-moradia, fundamental para parlamentares de fora de Brasília. "Podem me criticar por qualquer coisa, menos dizer que eu não fiz no meu mandato exatamente o que disse que ia fazer na minha campanha”, afirma Reguffe. "Isso que fiz é compromisso de campanha."
Ver em tamanho maior, um dos pedidos comentados:
Deputado rejeita benefícios e cria inimigos na Câmara

Deputado proporcionalmente mais votado do país aos 38 anos de idade, José Antônio Reguffe (PDT-DF) abriu mão de uma série de benefícios na Câmara, de forma irrevogável e sem precedentes, o que gerou inimizades Divulgação
Governo e propostas
Eleitor de Marina Silva (PV) na disputa presidencial, o pedetista aprova as medidas "impopulares, mas necessárias" de Dilma na área econômica, como o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) no uso de cartão de crédito no exterior e os cortes no orçamento, que superam os R$ 50 bilhões. Mas acredita que é pouco diante do "governo gordo" que gasta 90% do que arrecada com custeio da máquina. "O Estado não tem de ser eficiente. Precisamos fazer um choque de gestão para que o Estado cumpra sua função", disse.
Um dos alvos do deputado em seus primeiros meses de Congresso é o projeto do trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo, aprovado esta semana e que destinará R$ 20 bilhões em financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) a uma obra que ele considera "uma corrupção das prioridades". “Temos que investir em educação, saúde e segurança pública. Não é prioridade construir um trem”, disse ele, pausadamente, por conta de uma gripe pesada, mas que não o impediu de ir às votações na Câmara na quarta-feira (13).
O deputado defende, entre outras medidas de austeridade, a redução do número de ministérios e dos cargos de confiança. Ele também defende uma correção nos limites de isenção da tabela de Imposto de Renda, o que aliviaria a carga tributária sobre assalariados e membros da classe média. "O governo só propõe corrigir a tabela em 4,5%, abaixo da inflação no período. Se usarmos o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais 1%, podemos diminuir a defasagem na tabela. A proposta atual aumenta mais a carga tributária", disse.
Ao lado de colegas que o criticam e fazem piada do seu jeito espartano, ele atua na comissão pela reforma política com cinco propostas: acabar com a reeleição para cargos majoritários e limitação de uma recondução em cargos legislativos; voto distrital; fim do voto obrigatório; abertura para revogação de mandatos de eleitos que não cumpram seus compromissos e campanha e financiamento público de campanha, com possibilidades idênticas para todos os partidos. "Tem de ganhar pelo conteúdo, e hoje é uma competição para arrecadar", avalia.
Da mesma forma que fez na Câmara Distrital, onde não faltou em nenhuma sessão ordinária ao longo de seu mandato, Reguffe participa da Comissão de Defesa do Consumidor no Congresso. Defende o fim da assinatura básica de telefone, água e luz. Os planos de saúde também atraem a antipatia do pedetista. "Precisam ser fiscalizados", afirmou. Simpatia ele só se permite ter em público pelo catolicismo –frequenta missas todos os domingos– e pelo Flamengo. "Nenhum dos dois é por demagogia", brinca. "Nem o resto."
Graça e paz da parte de Deus e do Senhor Jesus Cristo.
Flávio Ataliba.
sexta-feira, 15 de abril de 2011

A PÉROLA RARA
Na última vez que estive na Praia da Pipa, recebi em minha casa o casal Levi e sua esposa Ana Lucia. Levi é o filho mais novo do saudoso vereador Dioclécio Sérgio de Bulhões, e sua esposa, também nascida de boa cepa, é filha de Ivanildo José da Silva, o Ivanildo Sax de Ouro, pernambucano de nascimento e potiguar por opção.
O meu amigo Levi, considerado por seus pares um dos melhores artistas plástico dessa aldeia de Poti, tem seus trabalhos espalhados por vários Estados de nossa federação, inclusive em outros países. Nessa breve visita, onde retornou a Natal no mesmo dia, aproveitou para observar, com olhos de artista, as belas paisagens da Pipa. Essas observações são fundamentais para dar continuidade ao trabalho de ilustração do meu próximo livro, “A PRAIA DA PIPA DOS MEUS AVÓS”, que ele vem desenvolvendo, desde o ano passado.
O livro será lançado ainda este ano com o selo editorial “NAVE DA PALAVRA”, da UBE-RN - União Brasileira de Escritores, secção Rio Grande do Norte. O trabalho será composto por 30 ilustrações que retratam toda a história da praia da Pipa de antigamente. Nesse trabalho, o artista optou por utilizar a técnica mista, que junta na mesma gravura o bico de pena e a pintura acrílica. Já estou de posse de alguns desses trabalhos e posso adiantar que aos meus olhos e de minha família ficaram como esperávamos: um belo trabalho, a altura do talento do artista.
Foi um dia maravilhoso onde tivemos a oportunidade de recordar nossas travessuras de adolescentes quando eu freqüentava a “turma da Princesa Isabel”, rua onde ele morava. Nessa época, costumávamos a nos reunir em frente à Bodega de Floriano, que ficava nas esquinas das ruas Apodi com a Princesa Isabel. Essas reuniões deram origem a “Confraria de Floriano”, onde anualmente, no mês de novembro, reúnem-se na residência de um dos “confrades”, os integrantes da época para matar um pouco a saudade do tempo que passou, mas isso é outra história que contarei depois.
Como sabia que o casal era apreciador de um bom caranguejo cozinhado no leite de coco, encomendei no dia anterior três cordas de goiamum. Aproveitei a oportunidade para juntar a encomenda 1 Kg de marisco, que igualmente vai muito bem ao tempero. Essa iguaria se constitui, na minha modéstia opinião, o mais gostoso caldo para tira-gosto, principalmente quando a bebida é uma brasileiríssima cachaça. Esses moluscos, muito utilizados em nossa culinária de frutos do mar, são pequenos animais marinho encontrados principalmente em áreas de manguezais. Os que compramos, foram colhidos nos mangues da Lagoa de Guaraíras. Verdadeiras fontes de nutrientes essenciais, eles são ricos em vitamina B, B1, B2, zinco, selénio, cálcio, magnésio e iodo.
Como o casal não pôde nos visitar no sábado, dia em que os esperávamos, perderam a oportunidade de saborear o goiamum ao leite de coco, feito com todo o carinho pela minha esposa, que tem a habilidade tanto de fazer como de degustar esses crustáceos. Os recebemos então no dia seguinte, e como recompensa, guardei para o casal o sururu que foi servido apenas no domingo, como tira-gosto, em forma de caldo.
Lá pelas tantas, entre um copo e outro, conversávamos amenidades. Ele, grande apreciador de cerveja, sorvia cada copo como se fosse o último. Por minha vez, como de costume, preferi degustar em pequenos goles, uma boa cachaça.
Estávamos em animada conversa quando foi servido o caldinho de sururu ao leite de coco. Logo na primeira porção que me foi servida, mastiguei algo estranho. A princípio pensei tratar-se de uma pedra e temi pela possibilidade de ter quebrado algum dente. Mas, ao colocar a mão na boca e retirar aquele corpo estranho, surgiu diante dos meus olhos algo bem diferente do que esperava ver. Fiquei observando na ponta de meu dedo indicador uma bela e minúscula pérola. A princípio não acreditei no que meus olhos viam, ao tempo que meu celebro insistia no que me recusava a acreditar. Até aquela data nunca tinha ouvido falar que alguém tivesse encontrado uma pérola dentro de um marisco, mesmo porque não era de meu conhecimento que fosse possível encontrar pérolas dentro desses moluscos. Sempre ouvia falar que elas são encontradas dentro de ostras.
Estudando o assunto descobri que as pérolas são materiais orgânicos produzidos por moluscos, principalmente pelas ostras. Formam-se a partir de vermes ou grãos de areia que invadem seu organismo. Valorizadas como gema desde a antiguidade, a jóia é objeto de desejo das mulheres, e sinônimo de glamour. As pérolas de melhor qualidade são encontradas no Golfo Pérsico, porém também são encontradas na Índia, América Central, Austrália e Sri Lanka. No Japão, as que são “cultivadas” em criatórios, a produção é em larga escala, mas o preço é bem inferior. Nesta região e na Coréia, desde a antiguidade, existe um grupo de mulheres apneístas – que consegue prender a respiração por bastante tempo - especialistas na caça de pérolas a grandes profundidades.
O confrade e amigo Edgar Ramalho, geólogo e especialista em gemas, ao ver a notícia juntamente com a foto da pérola no meu blog – www.ormuzsimonetti.blogspot.com, pediu-me para analisá-la. Na última terça-feira, dia 12, levei-a até ele que após minucioso análise comprovou sua autenticidade.

Pois bem, na ocasião o achado causou espanto a todos os presentes e imediatamente lembrei-me de minha filha caçula Priscilla, que havia ficado em Natal. Estava impossibilitada de viajar, pois aguarda para qualquer instante partilhar do milagre da vida, com o nascimento da doce Isabella, sua primeira filha e minha segunda neta. Essa pérola, que chegou a mim de uma maneira tão inusitada, certamente foi enviada por interseção de Maria mãe de Deus, de quem é extremamente devota, que cheia de graças, se antecipa em presentear essa outra pérola que logo vai chegar a um mundo de incertezas, mas que terá Sua proteção e o amor incondicional de seus familiares.
Parafraseando o poeta cantor e compositor Chico Buarque de Holanda, desejo que ela seja “pura como o grito mais profano, com a graça do perdão. E que ela faça vir o dia, dia a dia mais feliz e seja da alegria sempre uma aprendiz”.
Natal, 05 de abril 2011.
Em tempo: Isabella nasceu ontem dia 15 com 3,1 kg. Linda e saudável.
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ORMUZ BARBALHO SIMONETTI (Presidente do Instituto Norte-Riograndense de Genealogia-INRG, membro do IHGRN da UBE-RN e ACLA) – www.ormuzsimonetti@yahoo.com.br
PUBLICADO NO PERIÓDICO “O JORNAL DE HOJE” EDIÇÃO DE 15.04.2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011

Copa 2014 - Como dourar a pílula
Recebi de Moacyr e assino em baixo:
Grato pelo convite para o lançamento do “Comitê Popular Copa 2014”. Informo que, igualmente o sistema Confea/Crea fará nos próximos dias um seminário com as mesmas louváveis intenções.
Lamento não ter maior otimismo sobre os resultados desses eventos. Acho que a sociedade civil acordou tarde do devaneio do “legado” induzido por espertalhões daqui e do estrangeiro, para sacar dinheiro fácil das populações ingênuas e incautas, como fizeram recentemente com os pobres sul africanos.
Infelizmente a parcela maior do povão não poderá adquirir o livro do jornalista inglês Andrew Jennings, que desmascara todo esse embuste, e que, provavelmente estará nas livrarias, traduzido em português, na próxima semana.
Parece que todos, plebe e nobres da corte estão se sentindo meio encabulados, meio culpados pela dinheirama que já escorregou pelo ralo, que ainda será muito maior, pelo papelão resultante da própria negligência, pasmaceira,ou interesses outros, mas temos que admitir que o saque está praticamente consumado. Tudo que se fizer daqui pra frente, é só para adoçar a salada, ou dorar a pílula.
Ainda há tempo para resolver a poda do cajueiro de Pirangí.
O abraço de sempre
Moacyr Gomes
14/04/2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011

COMEÇAMOS BEM
Apesar da noite chuvosa de ontem, foi realizada no aconchegante salão do Solar Bela Vista, gentilmente cedido ao Instituto Norte-Riograndense de Genealogia, a palestra do nosso confrade JOÃO FELIPE DA TRINDADE, dissertando sobre “Genealogia - fontes para se construir uma árvore genealógica”.
Com um trabalho criterioso, enriquecido com cerca de 150 documentos, João Felipe deu início, de forma brilhante, as atividades do nosso Instituto para 2011.
Ficamos felizes com a iniciativa do INRG, comandado pelo companheiro Ormuz Barbalho Simonetti, que promete novas reuniões culturais para o próximo mês.
Congratulamo-nos com as pessoas interessadas que compareceram ao evento e debateram com o palestrante sobre fontes primárias e outros recursos modernos que enriquecem a história genealógica do nosso Estado.
Parabéns.
terça-feira, 12 de abril de 2011

AS LIÇÕES PERMANENTES DA VIDA
O QUE É VIVER BEM?
Um repórter perguntou à CORA CORALINA (poeta que viveu até 95 anos) o que é viver bem?
Ela disse-lhe: “Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros.
Então silêncio! Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que eu sou?
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
Cora coralina morreu em 1985 aos 95 de idade, cuidou do seu interior mais do que seu exterior, tinha todas as linhas da vida no rosto, e que vida !
Xô Botox! Viva as linhas de expressão e da vida!
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Colaboração da minha amiga Marilene Leforestier
segunda-feira, 11 de abril de 2011

C O N V I T E
O INSTITUTO NORTE-RIOGRANDENSE DE GENEALOGIA – INRG tem a satisfação de CONVIDAR os seus associados e pessoas interessadas para assistirem a reunião-palestra, que será realizada com a participação especial do nosso Vice-Presidente JOÃO FELIPE DA TRINDADE, o qual abordará o tema: “Genealogia - fontes para se construir uma árvore genealógica”
DATA/HORÁRIO: dia 12 de abril, às 19,30 horas
LOCAL: Solar Bela Vista – Av. Câmara Cascudo (antiga Junqueira Aires) – Natal
Natal, 07 de abril de 2011
ORMUZ BARBALHO SIMONETTI
Presidente

HÁ 4 ANOS
A data de hoje contabiliza o quarto aniversário da ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DO RIO GRANDE DO NORTE – ALEJURN, Entidade cultural nascida no solo fértil da Procuradoria Geral do Estado, partindo da ideia proposta pelo sempre produtivo escritor e advogado Jurandyr Navarro da Costa, com o apoio de abnegados companheiros, a destacar, Odúlio Botelho, Arthunio Maux, Luciano Nóbrega, Anna Maria Cascudo, Zélia Madruga e Adalberto Targino, dentre outros, tendo sido entregue a batuta, inicialmente ao Acadêmico Targino, que lhe deu régua e compasso.
Como na partitura de uma sinfonia, os seus quadros de Patronos e Acadêmicos foram paulatinamente preenchidos até a complementação de 40 nomes, seguindo o modelo da Academia Francesa de Letras.
Em que pese a sua tenra idade, a ALEJURN já registra uma série de boas ações, a partir de sua memorável sessão de instalação e posse, daí inaugurando um projeto de “Resgate da Memória Potiguar”, que já proporcionou a proclamação do elogio de vários Patronos.
Não bastasse essa iniciativa louvável da novel Academia, proporcionando a alegria dos familiares dos homenageados e o melhor conhecimento de todos sobre as figuras que brilharam nas letras jurídicas do passado, ainda está sendo viabilizada a apresentação de palestras sobre temas jurídicos relevantes.
Sob o comando de Jurandyr Navarro, nesta segunda Diretoria, a Academia se renova em permanentes confraternizações, com sessões regulares, e já agora preparando a edição de sua Revista, entregue à competência de Luciano Nóbrega.
A criação do Memorial da Academia e do Quadro de Honra são formas de consagração dos paradigmas do Direito, garantia da permanência da memória histórica e da obra deixadas por figuras que nunca podem ser esquecidas.
Em recente artigo do nosso Presidente Jurandyr, publicado em O Jornal de Hoje, edição dos dias 9/10 passados, termina com esta frase:
“Como foi dita acima, a Academia de Letras Jurídicas, mercê de Deus, primeiramente, tem sido próspera na meta programática, de pugnar pelo estudo do Direito, sua história, pela literatura em geral e demais ramos do conhecimento humano, ação esta benéfica à nossa sociedade politicamente organizada.”
domingo, 10 de abril de 2011

ESTOU FAZENDO A MINHA PARTE!!!
NÃO DEIXEM DE LER!!! É IMPORTANTE PARA O SEU BOLSO!!! GASOLINA
(GNV, DIESEL e ÁLCOOL)
Como poderemos baixar os preços???
Você lembra do Criança Esperança?
A UNICEF e a Rede Globo ‘abriram as pernas’...
Foi a força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO que DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.
Então continue a ler. Não deixe de participar, mesmo que vc HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no custo e conseqüentemente repassados a você.
Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool . Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool.
QUAL É A MÁGICA ??
Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos "quatro ventos" O Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO.
Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,84 (cartel do DF) o litro: a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas "terras tupiniquins"
CHEGA !!!
Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
Unindo todos em favor de um BEM COMUM !!!
Existia uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: "NÃO COMPRE GASOLINA" em um certo dia da semana previamente combinado não funcionou.
Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelo próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam "prejudicando a si mesmos" ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se você não compra gasolina hoje... vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que um problema para os vendedores.
MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em "relações de comércio e leis de mercado", que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.
Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são "meia-dúzia".
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós, os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!!
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz,na parte mais sensível do corpo humano: o BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!
MAS COMO ??!!
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e não podemos deixar de comprar gasolina, GNV, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM, se todos juntos agirmos para
FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.
É assim que o mercado age!!!
Isso é Lei de Mercado e Concorrência
Aqui está a idéia:
Para os próximo meses (junho/julho/agosto de 2011...) não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc...) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias de mercado.
Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA
Mas, para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
É realmente simples de se fazer!!
Continue abastecendo e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um BR (Petrobrás). Porque a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e consequentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
Mas não vá recuar agora... Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de pessoas!!
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais
(30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas, (300 x 10 = 3.000), e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
É UMA "PROGRESSÃO GEOMÉTRICA" QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!
Quanto tempo levaria a campanha?
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se voce repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR),
(fonte da ANP - Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
Isto seria um impacto violento e de consequências invariavelmente conhecidas...
A BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte.
PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS ! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!
O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!!
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Colaboração de Newton Avelino
PRIMEIRA RELAÇÃO DE POSTOS
Estou nessa corrente e você?
VAMOS LÁ AMIGOS, VAMOS FAZER A NOSSA PARTE!!!
POSTOS MAIS BARATOS DA CIDADE SEGUNDO LEITORES:
Posto SHELL que fica ao lado do cemitério do Alecrim com a gasolina R$ 2,66.
Posto Ayrton Senna (Av. Ayrton Senna, 2109 ? Nova Parnamirim) - R$ 2,69.
Posto Carrefour/Shell na ZN o preço da gasolina é R$ R$ 2,72.
Posto da Shell no final da Rio Branco ? já na Ribeira está atualmente a R$ 2,73.
Posto ALE no final da Rio Branco (Ribeira) Gasolina a R$ 2,73.
Posto Ferreirinha (Ribeira?) - R$ 2,73
Posto ALE da praia do meio, gasolina R$ 2,75.
Posto de Agnelo na Cohabinal em Parnamirim Gasolina R$ 2,76.
Posto BR perto do SENAC, R$ 2,76.
Posto BR na esquina da Alexandrino com rua Canindés tá de R$ 2,78.
Posto da Rua Apodi com a Campos Sales, R$ 2,78.
Posto ao lado do SESC na Ayrton Senna, Gasolina: R$ 2,78.
Posto BR na Ayrton Sena em frente a padaria kipao, gasolina a R$ 2,79.
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Colaboração de José Carlos (linsleite)
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