sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
terça-feira, 28 de novembro de 2017
A LIÇÃO FOI DADA –
O ano de 2017 não foi nada bom para o
futebol potiguar. Salvando-se o Globo FC, do municipio de
Ceará-Mirim/RN, com sua ascensão para a série C do certame nacional, o
resto teve um caminho sombrio e negro.
O ABC FC, nosso representante no
privilegiado grupo da série B do futebol brasileiro, teve um início bem
animador. Bons resultados colhidos e a esperança de um desempenho
satisfatório no decorrer do campeonato nacional, mantendo—se no grupo.
Infelizmente, não aconteceu. Problemas
na gestão técnica e administrativa do clube levaram à bancarrota o
glorioso time alvinegro, que permaneceu na zona de rebaixamento em quase
todas as rodadas do certame, chegando a perder doze partidas
consecutivas, a maioria dentro do seu próprio Estádio.
A troca incessante de treinadores,
contratações e mais contratações desnecessárias e caras, bem como os
cofres vazios, fizeram com que o time afundasse para o fosso negro do
rebaixamento, com a mais apagada das campanhas já realizadas em toda a
sua gloriosa história centenária no futebol brasileiro.
Diante de todo esse triste vexame, no
final da competição, uma luz de esperança e renovação acendeu, quando
foram feitas radicais e necessárias modificações em toda estrutura do
clube: afastamento da diretoria; mudança no comando técnico usando a
prata de casa; oportunidade dada aos jovens e bons atletas das
categorias de base. Isso foi o bastante para mudar literalmente as
amargas e constantes derrotas e passar a ser um time vitorioso,
revelando excelentes atletas escondidos e apagados no abafador do
esquecimento.
Das seis últimas partidas disputadas,
os “meninos” da base venceram quatro. Uma façanha, uma lição de ânimo e
de esperança para o time mais querido do Estado.
Já o América FC, na disputa da série D, o sub-produto do futebol brasileiro, tinha como certa a sua ascensão à série C.
Iniciou a jornada de maneira
surpreendente, vencendo bem os seus adversários, deixando a nítida
impressão do seu retorno à série C, de onde jamais deveria ter saído.
No final, veio a decepção, não conseguindo se manter no grupo. Uma tremenda frustração. Uma grande e vergonhosa decepção.
Diante de tudo que foi visto, fica a
lição de sabedoria, ousadia e coragem do novo ABC, que partiu para a
valorização dos seus jovens e promissores atletas das categorias de
base, procurando não inchar o time com contratações de jogadores não
qualificados contratados por treinadores de “fora”. Procurando e
aproveitando bem as nossas comissões técnicas, não navegando na “onda”
daqueles que falam muito, que só fazem pedir reforços caros e não
ajudam financeiramente em nada os clubes. São os verdadeiros “coveiros”
do nosso futebol.
A lição foi dada, resta tão somente aprender e executá-la.
Feliz 2018!
Berilo de Castro – Médico, escritor, membro do IHGRN – berilodecastro@hotmail.com.br
As opiniões contidas nos artigos são de responsabilidade dos colaboradores
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
dia 27 (HOJE)
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017
SEM LUAR E SEM VIOLÃO –
Estamos vivenciando um grande e inimaginável dilema na política nacional com reflexos destrutivos para toda nação. Momento que teve início com a caça às bruxas, mais especificamente com as operações deflagradas pela Polícia Federal, na busca incessante daqueles que, de forma espúria e descabida, fraudaram os cofres públicos sem dó nem piedade.
Dezenas e mais dezenas de operações foram, e continuam sendo, feitas a cada dia que passa. O que se tem observado de forma clara, constante e permanente é o envolvimento em massa dos nossos representantes, seja no Senado da República, na Câmara Federal, nas Assembleias Estaduais e nas Câmaras Municipais. É um momento nunca visto: contagioso e sistêmico.
Diante de tudo isso, ficamos a imaginar: quem ainda está limpo nesse cenário tão obscuro e vergonhoso? Quem pode substituir quem? Presenciamos aqueles que ocupam cargos importantes no governo atual, com maior intensidade nos Ministérios, na Câmara, no Senado chegando a encabeçar as listas dos Procuradores Federais e da Polícia Federal, como responsáveis pelos atos ilícitos que ora tristemente assistimos.
E aí, fazer o que? O próprio Presidente da República tem sido o alvo maior nas investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, junto a nossa maior e mais corruptora — a empresa JBS e por último em maracutaia portuária com a empresa Rodrimar.
Ficamos todos pasmos diante desses acontecimentos, procurando encontrar um representante público que tenha o seu nome limpo, não bichado; que não tenha sido citado nas delações premiadas pelos corruptores lapinantes. Na escuridão do fosso, ficamos cegos e sem ter por quem gritar.
Chego a triste conclusão e com o queixume de um velho modinheiro, numa noite sem luar e sem violão: assim não há seresta.
Berilo de Castro – Médico, escritor, membro do IHGRN – berilodecastro@hotmail.com.br
As opiniões contidas nos artigos são de responsabilidade dos colaboradores
h o j e
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BLÁ, BLÁ, BLÁ...
UM CANTOR DAS ARÁBIAS
Valério Mesquita*
Era domingo e o sol convidava o natalense para o litoral. Nada como o mar
e a brisa para reparar a fadiga da rotina semanal do trabalho. E dentro desse
enfoque, surge o publicitário Tertuliano Pinheiro, que recebeu um convite
amistoso do seu amigo Nelson Freire para visita e almoço no aprazível
Condomínio Porto Brasil, entre Pirangi e Cotovelo. Visão panorâmica do oceano,
conforto, fidalguia do anfitrião e whisky generoso marcaram os instantes
felizes dos convidados. Almoço farto e conversa amena sob agradável fundo
musical, que não deixou fora o repertório das músicas do deputado e compositor Nelson Freire, em
parceria poética com o bardo novacruzense Diógenes da Cunha Lima.
O sol esmaecia. O cair da tarde exigia aos circunstantes a revitalização
dos folguedos para afastar a sonolência clássica do whisky e a exaustão dos
papos, que já se tornavam repetitivos. Música ao vivo! Alguém gritou. Nelson,
cadê o seu violão? Eram os pedidos oportunos de outros convidados, admiradores
da voz e do toque de Nelson ao violão. Um nativo daquelas plagas (empregado ou
eleitor) lembra ao deputado que na comunidade existe um músico tecladista. Alvoroço.
Providências. Chega finalmente o musicista e seu equipamento, armado no amplo
alpendre da casa. Nova rodada de bebidas é servida com gostosos petiscos. Havia
ansiedade no ar, enquanto o artista armava o seu instrumento. Tertuliano
Pinheiro observava o seu perfil e fazia para si mesmo uma análise não muito
lisonjeira. Conversas rápidas, risos, cigarros acesos, olhares furtivos, todo
um clima que sempre antecede uma apresentação artística em qualquer teatro ou
casa de show.
Após quase dez minutos afinando a pianola, o cantor arremeteu uma nota
grave e sonora, como se tivesse iminente o inicio da apresentação. Todos
olharam e silenciaram. Para a surpresa geral, a revelação musical de Pirangi
sacou um discurso pegajoso e confuso: “É
com muita alegria né, que estou aqui né, na casa de Nelson Gonçalves”. Aí o
alpendre veio abaixo. Tertuliano, ao lado, desmaiou de tanto rir. “Tá bom, tá bom, toca, toca”, surgiram
difusos apelos da galera sofrida. Após, o deslize nominal com o anfitrião, o
pior ainda estava por acontecer. Aos tropeços, tanto a voz quanto a execução do
artista eram sofríveis. A noite começava e com ela os sussurros abafados e
expulsórios: “Muito bem, muito bem!!”.
Mas o cantor das arábias continuava na dele porque se convencera que estava
abafando.
(*) Escritor.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
H O J E - Stigma
O
Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte lhe convida para
o lançamento do Livro da escritora e historiadora brasileira, radicada
nos Estados Unidos,
denominado STIGMA – Saga por um novo mundo, que versa sobre o século
XVII, a influência de Maurício de Nassau no Nordeste e a saída dos
primeiros judeus de Recife para New Amsterdam, hoje New York.
Contamos com a sua presença.
A DIRETORIA
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
terça-feira, 21 de novembro de 2017
ROGAI POR NÓS
SENHORA DA APRESENTAÇÃO, olhai pelo Brasil, pelo seu povo, pela dignidade do País. Intercedei junto ao Pai para que nos permita recuperar a humanidade das mazelas do mal e da corrupção. Velai, particularmente, por este nosso Rio Grande do Norte desorganizado, flagelado pelos maus governantes e falsos empreendedores. Olhai pelo povo sofrido e ainda esperançoso por melhores dias. AMÉM
SAUDADE IMORTAL
Perdemos ontem JAECI EMERENCIANO GALVÃO, pessoa cuja nobreza lhe confere o título de IMORTAL, sem necessidade de pertencer a nenhuma Academia.
Homem que fez história, registrou o tempo, liderou muitos segmentos da vida social e esportiva - foi o fotógrafo dos artistas nos anos 50/60. Seu trabalho ficará eternamente na memória da terra potiguar.
SAUDADES e RESPEITO.
sábado, 18 de novembro de 2017
O papel do Judiciário
Ivan Maciel de Andrade
Os ministros do
Supremo Tribunal Federal têm, naturalmente, total liberdade para
interpretar a Constituição de acordo com as teses e convicções jurídicas
que adotem. E também de prestarem as declarações públicas que bem
quiserem. Mas não podem esquecer que o seu comportamento serve de modelo
para o Poder Judiciário de todo o país. E nem tampouco desconsiderar o
fato de que suas decisões estão balizadas pelo texto constitucional como
existe e vigora no momento em que a Carta Magna é aplicada. Ao se
arvorar o Judiciário em legislador tripudia sobre o princípio,
sustentáculo do regime democrático, da tripartição dos Poderes,
“independentes e harmônicos entre si” (CF, art. 2.º).
É
interessante e reveladora a análise, sob essa ótica, de declarações
feitas pelo ministro Luiz Fux do STF em recente entrevista à imprensa.
Ao ser indagado sobre a decisão do STF relativa ao afastamento do
senador Aécio Neves do mandato, disse: “Decisões mais graves já haviam
ocorrido. O ex-senador Delcídio Amaral foi preso, o ex-deputado Eduardo
Cunha foi afastado da Câmara. E o Parlamento não se manifestou. Então o
Judiciário partiu da premissa de que estava no caminho certo. Quando
surgiu o caso de Aécio, o Supremo agiu como vinha agindo. E houve a
reação.” Isso é tudo!
Ao que se infere, no caso do senador
Aécio, o STF tentou manter um paradigma decisório utilizado em dois
casos anteriores. No entanto, diante da “reação” do Senado, o Supremo
Tribunal sufragou, por voto de desempate, uma nova orientação. O que
chama a atenção nessa mudança de entendimento é que ela não decorreu de
melhor exame da Constituição (art. 53, § 2.º) que conduzisse a Corte a
rever o anterior convencimento. Decorreu da “reação” do Senado, segundo o
ministro Fux.
Diante disso, se estabeleceu uma esdrúxula
duplicidade de critérios. E não como fruto de divergências jurídicas
surgidas na exegese do texto constitucional. Mas por motivos de natureza
extrajurídica, por mais relevantes que pudessem ser. E eram relevantes,
sim, contudo extrajurídicos.
Nessa altura sobressai, como
consequência, um insólito desapreço ao princípio da isonomia ou da
igualdade de todos perante a lei, “sem distinção de qualquer natureza”
(art. 5.º, “caput”, da CF). A transgressão desse princípio fere
gravemente a ordem jurídica. E desacredita o Judiciário. Qual o critério
que vai prevalecer a partir de agora acerca da controvertida
interrupção do mandato popular?
É evidente que existe uma
expectativa por parte dos mais diferentes segmentos sociais de que o
Judiciário consiga afastar da vida pública corruptos de variados matizes
ideológicos e das mais diversas siglas partidárias que protagonizam a
grande tragédia ética nacional. Mas essa expectativa não pode (obvio!)
levar o Judiciário a proferir decisões que excedam suas atribuições
constitucionais.
Pode-se chegar, anomalamente, a uma situação em
que, de tanto atender a apelos populares e da mídia, o Judiciário se
torne refém dessas concessões. E, em tal estágio, não se esperaria mais
que o Judiciário proferisse suas decisões com base em provas e
argumentos jurídicos. Bastaria clamar por decisões em tal ou qual
sentido, que elas viriam para – “o bem de todos e felicidade geral da
Nação”.
Convite
A Cooperativa Cultural têm o prazer de convidá-lo para o lançamento do livro "When ESL College Students Write – the influence of prompt selection on their perceptions of task, teacher and text" do autor Edilson Souza, na Cooperativa Cultural da UFRN.
Local:
Cooperativa Cultural
Centro de Convivência Djalma Marinho/Campus central UFRN
Data e hora
20 de Novembro de 2017 às 16h (Segunda-feira)
Cooperativa Cultural
Centro de Convivência Djalma Marinho/Campus central UFRN
Data e hora
20 de Novembro de 2017 às 16h (Segunda-feira)
N A T U R E Z A
BOM DIA
Os arancuãs são presentes
que todos os dias nos dá
o rio Pium
E o seu canto
a esperança
em cada amanhecer
(Horácio Paiva)
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
VIDA
“BOSSA NOVA” DE JOÃO GILBERTO O LEVA A SOFRER O DRAMA DE UM SAMBA-CANÇÃO
Mauro Ferreira, G1
João Gilberto Prado Pereira
de Oliveira, é um dos maiores nomes da música no Brasil. Para muitos, o maior. Pena que o Brasil sofra há
anos com a impossibilidade de ver e ouvir esse baiano de Juazeiro que, na
década de 1950, deu régua, compasso e modernidade para a música brasileira.
Além da impossibilidade de poder comprar edições oficiais dos álbuns que
compõem a santíssima trindade da
discografia revolucionária de João, há o sério risco de o cantor, compositor e
violonista, atualmente com 86 anos, não poder mais fazer shows por conta de
problemas de saúde decorrentes da idade avançada. Será que o Brasil vai
festejar os 60 anos da Bossa Nova em 2018 sem poder ver e ouvir João?
Disputas familiares em torno do patrimônio e dos direitos autorais de João estariam contribuindo nos últimos anos para fragilizar ainda mais o estado físico e emocional do artista e, consequentemente, retardando uma volta aos palcos que, por ora, já parece fora da linha do horizonte artístico – pelo menos até que chegue ao fim o processo de interdição aberto pela filha do cantor, Bebel Gilberto, processo que corre em sigilo na Justiça.
João poderia ter voltado aos palcos a partir de novembro de 2011 para série de shows que iriam seguir a rota traçada por turnê nacional intitulada João Gilberto 80 anos – Uma vida Bossa Nova. Contudo, a primeira apresentação, em São Paulo (SP), foi cancelada na semana do show, por alegados problemas de saúde. A turnê foi abortada antes mesmo de começar. De lá para cá, nunca mais se aventou a possibilidade de show de um artista desde sempre envolvido em aura mitológica.
Excêntrico pelo fato de ser perfeccionista, dono de temperamento reconhecidamente difícil, João mudou a música brasileira em 1958 ao sintetizar a batida do samba nas cordas do violão (depurado ao longo dos anos 1950) e ao integrar a voz com o arranjo, em fina sintonia. Nascia a célebre batida diferente que veio a ser rotulada de Bossa Nova.
A
revolução foi iniciada em agosto de 1958 com a edição do compacto que
apresentou a primeira gravação (na voz de João) do samba Chega de saudade (Antonio
Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), lançado em abril daquele ano pela
cantora Elizeth Cardoso (1920 – 1990) em gravação feita com o toque do violão
de João. Tal revolução foi perpetuada e consolidada nos álbuns Chega de saudade (Odeon,
1959), O amor, o sorriso e a flor (Odeon,
1960) e João Gilberto (Odeon,
1961) – discos que nunca foram reeditados oficialmente em CD e em edições
digitais porque já não pertencem mais à nenhuma gravadora.
Em 3 de dezembro de 2015, decisão irrevogável do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proibiu a companhia fonográfica Universal Music – herdeira do acervo da Odeon (gravadora original dos discos) desde que encampou a EMI Music em 2013 – de comercializar esses álbuns fenomenais nos quais residem a melhor parte da obra e da bossa de João. Vitorioso na batalha judicial que travava com a EMI desde 1992, por discordar da edição (de fato, descuidada) de coletânea intitulada O mito (1988), João passou a ser o dono das matrizes desses álbuns, cujos direitos teriam sido parcialmente vendidos para um banco em troca de vultosa quantia em dinheiro.
Para o Brasil, a nota desafinada é que esses discos nunca foram reeditados, embora haja edições piratas produzidas e vendidas no mercado europeu. É triste que o Brasil não possa ver um show de João Gilberto. É mais triste ainda que o Brasil não possa ouvir um dos discos matriciais de João Gilberto em CD ou em qualquer plataforma digital. O Brasil merece a música de João Gilberto. E João Gilberto merece que a vida bossa nova que levou seja concluída com leveza, sem o drama folhetinesco de um samba-canção vulgar.
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
NOITE DE HOMENAGENS
A ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LETRAS viveu na noite do dia 14 do mês corrente mais um dia de esplendor, quando ao completar 81 anos realizou solenidade concedendo inúmeras honrarias a pessoas e instituições que se destacaram no campo da cultura: PALMAS ACADÊMICAS LUÍS DA CÂMARA CASCUDO e Medalha Jornalista AGNELO ALVES
Mesa dos trabalhos, comandada pelo Presidente
DIOGENES DA CUNHA LIMA, Iaperi Araújo (criador artístico das Medalhas), Ormuz Simonetti, Presidente do IHGRN, Leide Câmara, Secretária, ProfessorWyllys Tabosa, Reitor do IFRN, Lúcio Teixeira, Presidente da ALEJURN e Manoel de Medeiros Brito, Presidente da LIGA
AGRACIADOS EM FOTOGRAFIA CONJUNTA COM OS ACADÊMICOS
ACADÊMICOS E AGRACIADOS
A sessão solene teve início com o lançamento de selos postais em homenagem a Shakespeare, levados pelo Diretor dos Correios e Telégrafos Jobson França de Souza, na foto com o Acadêmico José Mário.
O Arquiteto FRANCISCO SOARES JÚNIOR, homenageado com as
Palmas Acadêmicas, ao lado dos Acadêmicos Lívio Oliveira e Iaperi Araújo.
A sessão solene teve início com o lançamento de selos postais em homenagem a Shakespeare, levados pelo Diretor dos Correios e Telégrafos Jobson França de Souza, na foto com o Acadêmico José Mário.
Palmas Acadêmicas, ao lado dos Acadêmicos Lívio Oliveira e Iaperi Araújo.
CINTHIA LOPES - Jornalismo impresso, entre os Acadêmicos Hermenegildo e Iaperi
TOK DE HISTÓRIA (ROSTAND MEDEIROS) - Jornalismo em Blog,
entre os Acadêmicos Carlos Gomes e Iaperi
RAMON RIBEIRO - Jovem jornalista, entre o
Acadêmicos José Mário e Iaperi
JOSÉ PINTO JÚNIOR - Jornalismo televisivo, entre os
Acadêmicos Jurandyr Navarro e Iaperi Araújo
CAPITANIA DAS ARTES, pelo representante Jornalista Dionísio Outeda,
entre os Acadêmicos Sonia Faustino e Iaperi
LIGA DE ENSINO DO RN, representada pelo seu Presidente MANOEL DE MEDEIROS BRITO, entre os Acadêmicos Eulália Barros e Iaperi Araújo
Carlos Gomes agradece em nome dos agraciados, na condição de representante da Liga de Ensino, oportunidade em que entregou exemplar de um livro com as obras completas de Henrique Castriciano, idealizador da Liga e primeiro Presidente da ANRL
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Fotos: Lívio Oliveira, Thereza Raquel, Geísa Simonetti e Evaldo Gomes
A REPÚBLICA
Registra-se historicamente a Proclamação da República, como o movimento que substituiu a monarquia na noite de 15 de novembro de 1889, tendo como promotor maior do fato a figura do Marechal Deodoro da Fonseca, que teria renunciado a condição de monarquista às vésperas do dia "D", forrado pelo trabalho de outros militares, dente dos quais o Marechal Floriano Peixoto e Benjamim Constant.
Vê-se, assim, que a "Res Publica" não nasceu de um sentimento separatista entre o que era dos Monarcas com aquilo que seria do País, mas de um pleito de classes - os cafeicultores, profissionais liberais e militares.
Contudo, no documento oficial, proclamou-se: "O povo, o Exército e a Armada Nacional (...) acabaram de decretar a deposição da dinastia imperial e, consequentemente, a extinção do sistema monárquico representativo."
Em verdade, o que prevalecia naquela momento era a defesa da ordem pública para assegurar direitos de propriedade de brasileiros e estrangeiros.
A história politicamente real é algo diferente - nunca a coisa pública foi tão promíscua com a coisa privada. Nunca se viu tanto descaso, omissão e hipocrisia na vida republicana.
Os escândalos se repetem diariamente, em todas as esferas de governo e com alcance em todos os Poderes. Não surgem novos e autênticos líderes confiáveis - até agora.
No plano federal são aprovadas "reformas" esdrúxulas, sem discussão satisfatória, mas consertadas ou emendadas através de medidas provisórias. No plano estadual se faz uso das reservas do fundo financeiro para ser possível o pagamento das obrigações com pessoal, que amenizará o final do ano, mas deixará a grande ? para o futuro! o RN é excluído do grupo explorador da energia alternativa eólica, apesar do seu comprovado potencial - e a situação da estiagem, do abastecimento, do desemprego?; os governantes atuais respondem processos perante os tribunais (em crise!) e os potenciais e mais cotados candidatos ao governo brasileiro Lula e Bolsonaro, também estão comprometidos com a Justiça. O plano municipal preocupado com a visibilidade através de festivais de cultura, iluminação na cidade, mas sem convencer com um plano sólido de alento ao porvir.
É essa a nossa República de hoje, pressionada pela politicagem ideológica estranha, onde se comemora e se cantam os refrões da Revolução Russa, quando a própria nação irmã não se deu a esse trabalho com tanto entusiasmo.
Continuo malhando em ferro frio - o Brasil para os brasileiros, sem mistura de estrangeiro, um Brasil nacional. Pactos sim, no mesmo pé de igualdade. Educação como palavra de ordem. Politização legítima imediata!
TRISTE REPÚBLICA. MAS QUE TEM JEITO: APRIMORANDO-SE A DEMOCRACIA COM ESCOLHAS SÓLIDAS E RESPONSÁVEIS EM 2018 QUE SE APROXIMA. TUDO DEPENDE DE NÓS OU CONTINUAREMOS A DESCER A LADEIRA. FORA O VOTO EM BRANCO! VAMOS COMEÇAR UM NOVO BRASIL.
terça-feira, 14 de novembro de 2017
ACADEMIA DE LETRAS HOMENAGEIA
IMPRENSA E INSTITUIÇÕES
Celebrando 81 anos de atividade, a Academia Norte-rio-grandense de Letras homenageia nesta terça-feira, 14 de novembro, a partir das 20h, em sua sede na rua Mipibu, 443, personalidades e instituições que valorizam a cultura potiguar. “Uma das funções básicas da nossa Academia é estimular quem incentiva a cultura do Rio Grande do Norte”, diz Diogenes da Cunha Lima, presidente da ANRL.
No evento, serão louvados com Palmas Acadêmicas Câmara Cascudo, o arquiteto Francisco Soares Júnior, a Liga de Ensino do Rio Grande do Norte e a Fundação Cultural Capitania das Artes – Funcarte. Já as medalhas Mérito Acadêmico Agnelo Alves serão entregues a Cinthia Lopes (editora do caderno “Viver” da Tribuna do Norte), ao blog “Tok de História” de Rostand Medeiros, ao apresentador de TV José Pinto Júnior e ao jovem jornalista Ramon Ribeiro.
Completando a programação, será lançado selo postal alusivo à obra de William Shakespeare, uma iniciativa da Empresa Brasileira de Correio e Telégrafos.
Acadêmica Leide Câmara
Secretária Geral
e-mail: academianrl@gmail.com
e-mail: leide.camara@live.com
Fone 9.9982-2438
A PALESTRA DE EDGARD RAMALHO DANTAS
Reverenciando a alma ótima de Edgar Dantas
Hoje fui cedo ao trabalho para dar vencimento ao básico, uma vez que o principal do dia está nos fora muros da UFRN.
Alguns quilômetros ao leste, nos domínios do Instituto Histórico e
Geográfico do RN, a alma mais viva dos Dantas, o celebrado e cerebrado
Edgar Dantas marcou na agenda para assuntar sobre o vale do Ceará Mirim.
A moto percorreu as vias engarrafadas e furou filas veiculares com o
passaporte de sua pequenez, alcançando a Casa da Memória a tempo de
abraçar o palestrante e seu filho Henrique Muniz Dantas,
antes do início da fala mágica sobre a história, os causos e as
nuances desta terra rica em cultura, agricultura e humanescência, como
diz Ana Tania Sampaio.
Edgard Dantas tem se notabilizado pelo mergulho aprofundado na obra do
seu avô Manoel Dantas, célebre patrício potiguar, navegante de vários
mares, conhecido por prever a Via Costeira e por militar no jornalismo,
fotografia, literatura, gestão pública e política, estando Edgar num
périplo comemorativo dos 150 anos do nascimento do famoso avô.
Edgar
alcança os 75 anos cheio de boa vontade de falar e compartilhar
conhecimento. Na sala de sua fala, alguns amigos com certa idade, ávidos
para ouvir.
No trajeto da moto estacionada até o IHGRN muitos
jovens alunos em bafafá incontido, visitavam a Igreja do Galo e o
próprio instituto.
Quem ouviu Edgar agradeceu a existência esse
prazer e desejou internamente, que os jovens possam ter sede de
conhecimento, cultura e, claro, lazer.
Viva Edgar, Ceará Mirim, Instituto Histórico e a terra potiguar .
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