sábado, 2 de setembro de 2017

HOMENAGEM A CÍCERO ONOFRE


Hoje o SEBO VERMELHO abre as suas portas para o lançamento de um belo trabalho do escritor MANOEL ONOFRE JÚNIOR, que organizou uma justa homenagem ao seu irmão falecido CÍCERO ONOFRE DE ANDRADE NETO.
Li o trabalho e aqui faço o elogio à feliz ideia de Onofre, pois seu irmão era realmente um personagem da história familiar de maior grandeza. Textos pungentes, cuja simplicidade dá um tom maior à homenagem, a partir do texto lúdico do organizador e os demais depoimentos e registros, denotando um sentimentalismo verdadeiro por quem não teve simples passagem pela vida, mas fincou sementes, que se fizeram raízes e árvores frondosas no campos da decência, do amor e da amizade.
No dia da morte de Cícero também senti o mesmo pesar, demonstrado em singela homenagem que fiz nas redes sociais, compartilhando reportagem do jornal Tribuna do Norte:
 Estaremos presente para prestigiar o evento.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

IMPERDÍVEL - H O J E



ALEJURN - ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DO RN <alejurn2007@gmail.com>




quarta-feira, 30 de agosto de 2017

ANRL - SETEMBRO


EM DIA COM A ACADEMIA Nº 62 DE 08/8/2017
Cuidando da Memória Acadêmica




terça-feira, 29 de agosto de 2017

CONTAGEM DE ACESSOS



ATÉ ESTE MOMENTO, REGISTRO OS SEGUINTES ACESSOS AO "BLOG DO MIRANDA GOMES":

Histórico de todas as visualizações de página 242.440.
 
AGRADEÇO, SENSIBILIZADO, AOS MEUS LEITORES.
 

CALAMIDADE



GETÚLIO VARGAS E O FATÍDICO 24 DE AGOSTO


DOBRE A FINADOS, ESVAI-SE O PROJETO DE NAÇÃO

Após 63 anos de falecimento do dirigente que ousou, pela primeira vez, construir verdadeiramente a nação brasileira, o que nos ficou, além da profunda tristeza?
Os mesmos males, a mesma ignomínia de uma classe que vive em águas turvas e se agarra como cracas ao Estado para entregar das riquezas do Brasil.
O exemplo, o tiro daquele personagem tumular que, nas páginas de seu jornal,  escreveu a 6 de agosto de 1954:
“.... perante Deus acuso um só homem como responsável por esse crime. É o protetor dos ladrões, cuja impunidade lhes dá audácia para atos como o desta noite. Este homem chama-se Getúlio Vargas” (Tribuna da Imprensa).
No dia 23 daquele agosto, injustamente acusado pelo oportunista – que como todos os seus seguidores, sempre foi inimigo da nossa soberania – responde o grande Presidente, na manchete do único jornal que lhe dá acolhida:
“ Apenas morto sairei do Palácio do Catete” (Última Hora).
Na distância de mais de meio século, com volumosa literatura desvendando diversas vertentes deste momento infeliz de nossa história, procurarei traçar um paralelo com a desdita de hoje.
Como se forma a mente de um brasileiro, sem qualquer ganho com a submissão aos interesses estrangeiros, às potencias coloniais ou sistemas dominadores, que busca na mentira da publicidade enganosa dos fatos, no engodo das falsidades evidentes, em sua própria miséria, condenar os que lutam pela emancipação nacional e defender os traidores da Pátria? Não é resposta fácil, nem aceito a paranoia de ter a verdade. Coloco em questão a formação da cidadania.
Quantos já reproduziram piadas degradantes, quantas vezes se manifestaram desilusão, descrença na força da nação, em quais situações procuram demonstrar nossa irresponsabilidade, nossa vocação para o êrro, o escamotear? E por que esta autodepreciação? O que é a cidadania, ser cidadão? Em primeiro lugar a dificílima aceitação da paridade; considerar que todos os brasileiros são iguais, pares nas decisões sobre o País.
Esta é uma questão crucial, mas me deterei neste artigo à importância de Vargas em nossa história. Sem dúvida polêmica. Se prendeu e torturou brasileiros, cujo crime era discordar de sua administração, foi o primeiro governante a promover o efetivo desenvolvimento da indústria brasileira e a reconhecer a importância do trabalhador na formação nacional. Vinte anos após, por coincidência, outro presidente, que também prendeu e deixou que se torturasse opositores, Ernesto Geisel, promoveu a capacitação industrial brasileira nos segmentos de ponta, que hoje nos fazem falta: informática, nuclear e aeroespacial. Também este sofreu um golpe para designar seu sucessor.
Getúlio foi crescendo na compreensão do Brasil e do mundo durante seu primeiro governo e chega ao segundo, eleito pelo povo, com a certeza de que só o Estado, atuando com profundidade na economia, poderia desenvolver o Brasil. Isto era, e ainda é, constatado em todo mundo, e só os ideologicamente contrários ao Brasil Soberano podem defender a invasão estrangeira, com as falsidades liberais ou neoliberais, promovidas pela banca, o sistema financeiro internacional. E como vemos, não se trata de esquerda ou direita, mas de nacionalismo ou entreguismo.
Vargas viveu um momento em que as ideologias mais extremas galvanizavam as opiniões, restando um espaço desprezível para posições menos radicais. E como é óbvio, foi arrastado nesta disputa. Daí a acusação de ser um simpatizante do fascismo, como apontam alguns historiadores e biógrafos.
Mas no inconsciente popular ele foi e continua sendo “O Grande Presidente”, que defendeu o trabalhador, os menos afortunados, o “Pai dos Pobres”.
Tive, há dois anos, uma experiência significativa. Meu amigo do tempo de faculdade, o poliemérito intelectual, artista e escritor Nei Lopes lançava seu romance "Rio Negro, 50", cuja história transcorre em 1950. Participavam do evento amigos sambistas do Nei, que usaram a rua, transformada em de pedestre naquele sábado, para homenageá-lo com músicas da época. Haveria bem mais de 100 pessoas, entre os convidados e os que ocupavam as mesas do bar próximo. Surge o samba que fala de Vargas. Um uníssono e arrepiante aplauso se delonga, vindo de todos. A referência a Getúlio Vargas, num ambiente de classe média, em 2015, despertava esta manifestação. Não é outro o motivo que desde os governos militares, do entreguismo tucano de FHC, mesmo de Lula, para nem falar dos golpistas de 2016, há o desejo de extinguir a Era Vargas. E seus verdadeiros ou pretensos herdeiros sempre foram atacados, caluniados e criminalizados nas páginas da “grande imprensa”.
Que possamos prosseguir, com a adequação temporal, social e tecnológica, a Era Vargas, é uma verdadeira saída para o impasse brasileiro.
No blog "Meu Lote", Nei Lopes publicou, em 03/08/17, “Outro agosto, muitos anos atrás”, sobre suas recordações do 24 de agosto de 1954. Recomendo.
Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado 

sábado, 26 de agosto de 2017

SAUDAÇÃO AO QUERIDO AMIGO INACIO MAGALHÃES DE SENA




ESTIMADO AMIGO,
SABEMOS DO SEU SOFRIMENTO NUM LEITO DE HOSPITAL. MAS VOCÊ TEM A CAPACIDADE DE SUPERAR AS ADVERSIDADES. ESTAMOS TODOS AO SEU LADO. FAÇA FORÇA MENTAL PARA SE RECUPERAR E TENHA FÉ NO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO PARA SE LEVANTAR DESSA TORMENTA E RETORNAR AOS MELHORES DIAS DE UMA FELIZ CONVIVÊNCIA.
PARA VOCÊ ESTA 
PÁGINA PARA MEDITAÇÃO


Veja-se com possibilidades grandes o bastante para

transformar-se interiormente.

Trocando o pessimismo pelo otimismo, o seu hálito

mental se purifica e se espalha em forma de alegria

e bem-estar.

Corrigindo algumas coisas que não estejam certas, a

vida passa a ter um sabor diferente, ampliando os

horizontes para um futuro melhor.

Reconheça o seu poder de transformar-se para a

vida e faça jus a ele.


Valdemir P. Barbosa



PAZ!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

DIA DO SOLDADO

Dia do Soldado


No dia 25 de agosto comemora-se o dia do soldado. A escolha da data foi em homenagem ao aniversário de Duque de Caxias, Luis Alves de Lima e Silva, que se tornou patrono do exército brasileiro.
Soldados são pessoas que se alistam para prestar serviços na defesa do país, no Exército, Marinha ou Aeronáutica, além das corporações ligadas ao Estado, como o corpo de bombeiros, polícia militar, e outros.
Nascido em 1803, na Vila de Porto Estrela, na cidade do Rio de Janeiro, Duque de Caxias teve sua carreira militar iniciada ainda bem pequeno, aos cinco anos de idade, como cadete de primeira classe.
Aos trinta e quatro anos foi o responsável por apaziguar a região maranhense onde aconteceu a revolta da Balaiada. Além dessa, foi vitorioso em várias rebeliões em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul – como na revolta dos Farrapos.
Atuava junto de D. Pedro II, o que o tornou ministro da guerra por três vezes consecutivas.
A vitória conquistada de maior importância para o Brasil foi a da guerra do Paraguai, em 1869, onde conquistou o título de Duque.
Sua carreira no exército durou cerca de sessenta anos, vindo a falecer no ano de 1880, após grandes conquistas.
Os soldados são pessoas de honra, que cuidam da defesa da população, vigiando as ruas das cidades contra assaltos, homicídios, drogas e outros crimes. Também fazem resgates e socorrem pessoas em acidentes.
As especializações ou áreas de trabalho dos soldados estão divididas em infantaria, artilharia, cavalaria, engenharia, logística e serviços, e étnicos.
Porém, seus salários são muito baixos, fazendo com que muitos não tenham condições dignas de viver e sustentar suas famílias. Constantemente vemos nos noticiários da televisão casos de policiais envolvidos em atos corruptos, agindo sem ética, voltando-se para interesses próprios, como o ganho de dinheiro ilícito.
Esse é um problema sério que a segurança pública do Brasil enfrenta, pois os governantes não investem na carreira dos mesmos, não melhoram a política salarial da classe, faltando-lhes grandes recursos (as facilidades que os soldados encontram para aumentarem suas rendas são muitas).
Os soldados da polícia rodoviária estão acostumados a ouvirem sugestões de propina, pois muitos motoristas imprudentes oferecem dinheiro para não serem multados. Alguns se negam a aceitar, preferindo manter a ética profissional, enquanto outros, por dificuldades financeiras, se corrompem.
Se a política salarial da ordem dos soldados fosse levada a sério, com ganhos melhores e mais justos, isso não aconteceria e o Brasil seria um país melhor.
Seria justo que os responsáveis pela segurança nacional tivessem a força de seu trabalho mais estimada, reconhecida e valorizada pelas entidades públicas.


A morte de Getúlio Vargas - quem esqueceu?











quarta-feira, 23 de agosto de 2017



Caros amigos,

meu amigo, o poeta cubano Félix Contreras, manda-me, de Havana, belo poema-homenagem, em espanhol e português, sobre Cinderela, minha cadelinha recentemente falecida. Essa Cadelinha era mesmo incrível, e Contreras chegou a conhecê-la numa de suas viagens ao Brasil, quando esteve na "Vivenda da Conceição" da "Fazenda Lagoa Nova".

Seguem, pois, dois anexos: a poesia-homenagem de Contreras e a versão final de meu poema.

Abração,

Horácio Paiva 

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Cinderela

Cinderela, la perrita del poeta Horacio Paiva, murió ayer y, hoy por la mañana
aparecieron en el cielo grandes nubes
en las que una
tenía la semejanza de ese dulce animalito
jugando con otra nube con forma de vieja dama blanca llena de envidia y de odio

mirando hacia abajo hacia la tierra
cuánta alegria, cuánto amor dejó Cinderela
para todos en la Vivienda de la Concepción.


Cinderela

Cinderela, a cachorrinha do poeta Horácio Paiva, morreu ontem mas, hoje, pela manhã
apareceram no céu grandes nuvens
entre elas uma
tinha a semelhança desse doce animalzinho
brincando com outra nuvem com imagem de velha dama branca cheia de inveja e ódio

olhando abaixo lá embaixo a terra
quanta alegria, quanto amor deixou Cinderela
para todos na Vivenda da Conceição.


                                                 Felix Contreras

                                                 La Habana y 2017

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CINDERELA

São naturais o lamento e o choro
Ante a notícia pela voz da tarde:
Cinderela, a cachorrinha, morreu

A dama branca foi mais rápida
E não esperou a minha volta

A nostalgia não substitui o amor
Nos dias lentos que se arrastarão
Mas o legado do silêncio
Guardará os seus latidos
O ruído de suas patas ligeiras
Sua alegre correria

Era a primeira
A mais velha
A matriarca
Mãe de todos os cães
Nesta “Vivenda da Conceição”

Com delicadeza brincava
E animava cães e crianças...

Se em vosso reino, Senhor
Houver lugar para os cachorrinhos
Lembrai-vos de Cinderela
E de quanta alegria nos deu

                                   -  Horácio Paiva
                                               16/8/2017  -  

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

sábado, 19 de agosto de 2017

MOMENTOS DE REENCONTROS



 

Ivan Lira de Carvalho, Rosa Ligia, Thereza, Cristina e Leide Câmara adicionaram:
No lançamento do livro "Moacyr - 90 anos bem vividos", do Prof. Carlos D Miranda Gomes, edição do querido Abimael Silva, do "Sebo Vermelho".
Turma da ALEJURN: Joanilsonj, Zélia e Ivan Lira

Eugênio Rangel e Francisco Marinho

Marechal Porpa e Pedro Lins
Foi o primeiro livro autografado: Valério Mesquita

Confreira Leide Câmara e Berilo de Castro
Vereadora Eleika Bezerra
Famíla reunida
Professora Betania Ramalho e Ana Paula
Professoras Betânia e Eleika
Leide Câmara, também representando Diogenes da Cunha Lima

Foto para a história - Moacyr, Abimael e Carlos
Jornalista Exmar
Roquito, representa a família Rosso Nelson/Rangel
Luciano Barros Filho
Rocco José, filho do autor
Amigos
Alexandre  Oliveira
Querida irmã Elza
Minha filha Rosa Ligia/Ernesto Flôr
Henrique Gondim
Castilho e ao fundo minha Therezinha
Elza, Moacyr, Ernesto e Tamires
Marechal Porpa e Eugênio Rangel
Nascimento e Dr. Carlos Dutra

Henrique/Eduardo José/Zezinho (irmão) e Ernesto
Cristina, sempre fiel
Zé Clemente e Zezinho
Renan II nos brindou cantando sucesso de Edith Piaf - "La vie en rouse"

 Amigos 
 Amigos 
 Amigos 

 Moacyr, Amigo e filhinha, Thereza e Carlos

 Zezinho (José Gomes Filho)

Família na calçada

OBS.: Vários outros amigos compareceram e ainda não recebemos as fotografias.