quinta-feira, 13 de abril de 2017

OPINIÃO


EQUÍVOCOS HOMÉRICOS

Valério Mesquita*
Mesquita.valerio@gmail.com

Nos anos noventa, o deputado Leonardo Arruda encabeçou um oportuno movimento na Assembleia Legislativa com o objetivo de tornar sem efeito o título de cidadão honorário norte-rio-grandense concedido a José Carlos Fragoso Pires. Léo, como advogado e regimentalista, procurou amparo legal para convalidar a iniciativa que teve o apoio da grande maioria dos parlamentares. Mas, o título foi entregue solenemente no plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, com reservas. O então deputado e atual governador, proferiu o discurso de praxe repleto de esperança e de visões desenvolvimentistas. De Macau, por terra e mar, desembarcaram delegações oficiais e privadas, todos entoando o hino da barrilha. No seu discurso, para justificar a honraria, falou que retomaria imediatamente o projeto de reabertura da Alcanorte. Todavia, noticias sinistras pairavam sobre o projeto. Comentou-se que o grupo empresarial estava dividido. Ou concentrava somente seus investimentos no Rio de Janeiro e não na Alcanorte, em Macau. A dúvida penalizou o Rio Grande do Norte. Não foi isso que ouvimos quando votamos o título honorífico. E a Alcanorte foi para o beleleu.
Para quem não se lembra, Fragoso Pires foi o empresário carioca/paulista que implodiu o projeto da Alcanorte. Dizem que lá em Macau o vigário ministrou até a extrema unção da polêmica iniciativa. Relembro os primeiros trovadores que cantaram a adolescente Alcanorte em verso e prosa: Antonio Florêncio, Tarcísio Maia para não citar outros. A alcanorte foi mulher de muitos homens. Explorada em muitas cartas e discursos circunstanciais, ocasionais, para depois de seduzida ser logo abandonada. Hoje, virou carcaça na periferia de Macau, igual a tantas mulheres que ganhavam a vida com o suor de suas nádegas. O seu último caso foi com o industrial Fragoso Pires que a pediu em “casamento” e levou o seu dote de quinze anos de isenção de ICMS. Logo deixou de ser pública para ser privada. Mas o casamento não deu certo. O volúvel Fragoso, era homem de muitos casamentos e só no Rio de Janeiro tornou-se sócio de quinze empreendimentos diferentes. Enciumada, alquebrada, esquelética, a Alcanorte é tristemente lembrada na comiseração pública, através das frases carpideiras e lamuriosas dos seus amantes. Depois, falou-se no Pólo-Gás-Sal. Sim, o gás é nosso! Disseram que não poderia nascer morto no ventre como nasceu a refinaria de petróleo. Mas, ainda restava uma esperança. Ai entrou em cena o Pólo-Gás-Sal que se transformou num “bufa-gás”, aquele orfeônico equipamento inventado pelos cientistas de plantão lá do Planejamento do Estado.
Sentido-se enganada na sua boa fé e ultrajada, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte buscou uma sanção moral, um ressarcimento ou uma punição que fizesse delir da galeria honorífica dos grandes cidadãos do Rio Grande do Norte essa figura despicienda e de tão mau agouro. A intenção não logrou resultado.
E aí? Tudo virou naufrágio! Uma aventura na qual só um grupo levou vantagem. Nem Alcanorte, nem barrilha, nem porra nenhuma! Tá lembrado? É a mesma história da ZPE, da Algimar do conde de Sternberg ou senhor Carlos Raposo, Cerâmica Beatriz de Bernard Benayon e falam que vai aparecer agora um novo projeto: O “CAVACO CHINÊS”.
Rio Grande do Norte sem sorte onde o maior investidor é a Previdência Social. A paranoia do lucro fácil continua presidindo as ações. Não existe criatividade. Apenas, a infusão do medo, do ódio, do pesadelo. Não existe um líder que dê de si, sem trair a si, eis toda questão do senso político. Sem paranoia, sem passionalismo. O tempo só respeita o que constrói e não o que persegue.

(*) Escritor.

OFÍCIO-CIRCULAR (PUBLICAÇÃO)


DIÁRIO OFICIAL - RN
12 de ABRIL de 2017


quarta-feira, 12 de abril de 2017


A Via-Sacra

Apuramos, na pesquisa da internet, variados comentários à Via-Sacra que, segundo o site da Catequese Católica, pode assim ser desenvolvida:


"A devoção da Via Sacra consiste na oração mental de acompanhar o Senhor Jesus em seus sofrimentos conhecidos como a paixão de Nosso Senhor, a partir do Tribunal de Pilatos até o Monte Calvário. 

Esta maneira de meditar teve origem no tempo das Cruzadas (século X). Os fiéis que peregrinavam na Terra Santa e visitavam os lugares sagrados da Paixão de Jesus, continuaram recordando os passos da Via Dolorosa de Jerusalém. Em suas pátrias, compartilharam esta devoção à Paixão. O número de 14 estações fixou-se no século XVI.

Há muitas meditações da Via Sacra. Aqui oferecemos uma das versões do "Guia da Devoção à Misericórdia Divina", adaptada, e a nova Via-Sacra, apresentada pelo Papa João Paulo II."

Partindo do retiro do referido site e de outros, podemos didaticamente apresentar o seguinte roteiro:

Via-Sacra
"Guia da Devoção à Misericórdia Divina"

A Via-Sacra segundo os Evangelhos
O Santo Padre João Paulo II introduziu nova seqüência das cenas na Via Sacra que promove no Coliseu, em Roma, optando pelas narrações dos Evangelistas. É esta sucessão que estamos propondo aqui, com as próprias palavras da Sagrada Escritura.

As novas Estações são:

1. Jesus ora no Horto de Getsêmani, Monte das Oliveiras
Mt 26,36-46; Mc 14,32; Lc 22,39; Jo 18,1


2. Jesus, traído por Judas, é aprisionado
Mt 26,47-56; Mc 14,43; Lc 22,47; Jo 18,2

terça-feira, 11 de abril de 2017

VIVENDO A SEMANA SANTA

"Deus está morrendo de frio. Bate em todas as portas, mas quem lhas abre?"
A Semana Santa é o grande retiro espiritual das comunidades eclesiais, convidando os cristãos à conversão e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. 

DOMINGO DE RAMOS - A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso hoje os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor. 

2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.

Tríduo Pascal 

O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal. 

QUINTA-FEIRA SANTA - Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.

De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar. 

Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor. 

Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.

SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.

Na primeira parte, são proclamados um texto do profeta Isaías sobre o Servo Sofredor, figura de Cristo, outro da Carta aos Hebreus que ressalta a fidelidade de Jesus ao projeto do Pai e o relato da paixão e morte de Cristo do evangelista João. São três textos muito ricos e que se completam, ressaltando a missão salvadora de Jesus Cristo.

O segundo momento é a Oração Universal, compreendendo diversas preces pela Igreja e pela humanidade. Aos pés do Redentor imolado, a Igreja faz as suas súplicas confiante. Depois segue-se o momento solene e profundo da apresentação da Cruz, convidando todos a adorarem o Salvador nela pregado: “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. – Vinde adoremos”. 

E o quarto momento é a comunhão. Todos revivem a morte do Senhor e querem receber seu corpo e sangue; é a proclamação da fé no Cristo que morreu, mas ressuscitou. 

Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver. 

Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição. 

VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração. 

À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.
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fonte: 


VIVENDO A SEMANA SANTA

SIGNIFICADO DE CADA DIA DA SEMANA SANTA:
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DOMINGO DE RAMOS
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Começa a Semana Santa, dia em que se comemora a entrada de Jesus em Jerusalém. Nos dias de hoje, os fiéis levam para a igreja ramos, a fim de serem abençoados, como símbolo de sua fé.

SEGUNDA-FEIRA SANTA: 
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Neste dia, se reflete o momento de descanso de Jesus, na casa de uma família que Lhe era muito estimada, a casa de Seu amigo Lázaro (a quem Ele havia ressuscitado), e de Marta e Maria Madalena. (Jo 12, 1-11).

TERÇA-FEIRA SANTA
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É o dia, em que com grande tristeza, Jesus anuncia a Sua morte, causando grande sofrimento aos Seus discípulos. Anuncia também a traição e indica o traidor. Judas sai possuído por Satanás, para trair o seu mestre.

QUARTA-FEIRA SANTA
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É o 4º dia da Semana Santa, no Evangelho deste dia, é-nos apresentada a traição de Judas, descrevendo-nos como este foi ter com os chefes dos sacerdotes, a quem se ofereceu para trair Jesus. Aceita assim, trinta moedas de prata como recompensa da sua traição.  (MT 26,14-25).

QUINTA-FEIRA SANTA
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É o dia da Última Ceia de Jesus Cristo com Seus Apóstolos, onde Jesus humildemente lavou os pés dos Seus 12 discípulos. É no momento do lava-pés que Judas Iscariotes sai, para entregar Jesus em troca das 30 moedas de prata (Jo 13,1-15). Foi aqui, que Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu o Santo Sacrifício como Sua eterna memória, e em Seu último discurso, encorajou os discípulos a amarem-se uns aos outros. Depois Jesus dirigiu-se ao monte de Getsêmani, tomou Consigo três discípulos, e começou a Sua agonia nos jardins, onde foi preso pelos judeus.
É nesta noite que Jesus é preso, interrogado e ao amanhecer de sexta-feira, açoitado e condenado. A Igreja inicia a vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos começados por Jesus nesta noite.

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO
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Relembra o dia em que Nosso Senhor Jesus Cristo é crucificado (após sua prisão, Jesus é julgado e açoitado; recebe a coroa de espinhos na cabeça; é levado à presença de Pilatos, e depois de condenado, carrega a Sua própria cruz até ao monte Calvário; ao meio-dia é crucificado entre dois ladrões e por volta das três da tarde, Jesus morreu... o Seu corpo foi depois retirado da cruz e colocado num sepulcro cavado na rocha.
Neste dia, é praticado o jejum e a abstinência da carne, em sinal de penitência e respeito pela morte de Jesus Cristo.

SÁBADO DE ALELUIA
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Jesus permanece no sepulcro. Na Vigília Pascal, os fiéis ainda estão à espera, na esperança da ressurreição. Neste dia, inicia-se a Vigília Pascal, ao final do dia, e termina com o amanhecer da Páscoa.

DOMINGO DE PÁSCOA
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Dia da ressurreição, onde Jesus se levanta de Sua sepultura e vence a morte. É o dia do grande milagre! O dia em que Cristo volta à vida através da Sua Ressurreição de entre os mortos. É o dia em que se celebra a Vida, o Amor e a Misericórdia de Deus.
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quinta-feira, 6 de abril de 2017

sexta-feira, 31 de março de 2017

quinta-feira, 30 de março de 2017


domingo, 26 de março de 2017


ARENEBÊ: RESGATANDO UM EPISÓDIO

Valério Mesquita*

A crônica política de 1977/1978, chegou a me apontar, com certo rigor, como um dos fundadores do arenebê no Rio Grande do Norte (mistura híbrida do bipartidarismo da época). Mas, existe um episódio isolado nessa história que explica a situação ordenadamente e que nunca foi narrado ou analisado pela imprensa. Antes de Tarcísio Maia assumir o governo do estado, o meu nome foi amplamente especulado pelos jornais como possível candidato a prefeito indireto de Natal, defendido pelo deputado Djalma Marinho e pela revelação como administrador de Macaíba além do meu desempenho político na Grande Natal. Em razão de um atrito em 1974 com Dinarte Mariz, por não haver apoiado a candidatura de Wanderley Mariz a deputado federal e sim a de Grimaldi Ribeiro, recebi o veto formal do velho senador que impôs junto a Tarcísio o nome de Vaubam Bezerra. Absorvida e atenuada a desinteligência e por instancias de Djalma e Leonel Mesquita resolvi aceitar o cargo oferecido de presidente da EMPROTURN, renunciando a prefeitura de Macaíba na metade do mandato, no final de 1975.
O fato, sem dúvidas, me deixou magoado. Mesmo assim, em 1976, ajudei a eleição de Silvan Pessoa e Silva, candidato da Arena que derrotou o ex-prefeito Manoel Firmino do MDB. Mas, em 1977, aconteceu o meu rompimento com Tarcísio Maia. O epicentro foi a restauração do Solar do Ferreiro Torto, o mais importante monumento histórico de Macaíba. O governador discordava de minhas divergências públicas com o diretor administrativo da EMPROTURN, o ex-deputado Francisco Revoredo, pessoa de Vingt Rosado. A arenga foi a destinação de recursos da EMPROTURN  para a Fundação José Augusto restaurar o Solar, à época, dirigida por Sanderson Negreiros. Revoredo e Vingt queriam que esse investimento fosse aplicado em Mossoró. Diferenças políticas-geográficas, diria. O governador da Revolução deu cartão vermelho aos dois diretores. Outra mágoa profunda, pois ei já era órfão de Djalma Marinho que não se elegera senador e de Grimaldi Ribeiro que perdera o mandato de deputado federal. Além de fustigado pelo dinartismo, afastei-me do sistema, exilando-me na praia de Cotovelo. Em 1978, fui sondado por Ângelo Fernandes, emissário de Aluízio Alves, ainda com os direitos cassados, se poderia recebê-lo em minha casa. E o encontro se deu num sábado à tarde, em Macaíba para o espanto de muita gente. Daí tratei de conversar com os meus amigos que foram contrários ao meu ingresso no MDB mas favoráveis ao entendimento com Aluízio, nascendo aí, para alguns, o Arenebê, que escondia só pra mim, por trás do rótulo, uma triste e repetida história de preterições.

Nas eleições parlamentares de 1978, como troco à Arena, dei o meu apoio a Henrique Alves/Paulo de Tarso Fernandes e votei em Jessé Freire para senador. O fato é que o Arenebê foi o precursor da paz pública com todos os traumas e efeitos colaterais. Porém, aí começa outra história.

* Escritor

quinta-feira, 23 de março de 2017

C O N V I T E - DIA 27


Marcelo Alves
22 de março às 12:22
Amigos,

É com muito orgulho que anuncio o lançamento do documentário "Pedro Jorge: uma vida pela justiça", produzido pela Procuradoria Regional da República da 5ª Região (PRR5), em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). O trabalho é um média-metragem sobre o assassinato do procurador da República Pedro Jorge de Melo e Silva, responsável pela denúncia dos envolvidos no chamado "Escândalo da Mandioca", grande esquema de corrupção que aconteceu no interior do estado de Pernambuco, no início da década de 1980.

O "teaser" (que é um "trailer" reduzido) do documentário está disponível no link abaixo:
https://youtu.be/xX7sLyKF8cA

O filme terá uma sessão especial de lançamento na noite da próxima segunda-feira, 27 de março, no Cinema São Luiz, uma das salas de exibição mais tradicionais do Recife. O evento contará com a presença da família de Pedro Jorge, de diversas autoridades e do público em geral, que terá acesso a 300 ingressos gratuitos distribuídos uma hora antes da exibição.

O documentário foi produzido sem orçamento próprio, apenas com os recursos humanos e materiais disponíveis na PRR5 e na Unicap. O principal objetivo desse trabalho é contribuir para a preservação da memória institucional, resgatando um importante episódio na história do Ministério Público Federal.
Amigos,

É com muito orgulho que anuncio o lançamento do documentário "Pedro Jorge: uma vida pela j...

O IHGRN SE MODERNIZA



ESTIMADOS ASSOCIADOS E PESQUISADORES, ESTUDANTES E COMUNIDADE POTIGUAR, o INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RIO GRANDE DO NORTE, NO ENSEJO DOS SEUS 115 ANOS ESTÁ EM TRABALHOS DE MODERNIZAÇÃO.


 AS FOTOS MOSTRAM A MONTAGEM DAS ESTANTES DESLIZANTES PARA UM NECESSÁRIO E ADEQUADO ACONDICIONAMENTO DO SEU ACERVO DOCUMENTAL, FOTOGRÁFICO E DE OBRAS IMPRESSAS, AS QUAIS ANTERIORMENTE ESTAVAM EM ESTANTES ABERTAS, SEM ILUMINAÇÃO E AREJAMENTO, OCASIONANDO O ESTRAGO EM PARTE DO ACERVO.


 AGORA TODO ESSE MATERIAL DE GRANDE IMPORTÂNCIA HISTÓRICA SERÁ DEVIDAMENTE CONSERVADO EM LUGAR ADEQUADO À DISPOSIÇÃO DOS USUÁRIOS.


 O PRÓXIMO PASSO SERÁ A CATALOGAÇÃO DO ACERVO E DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA FUTURAMENTE DISPONIBILIZÁ-LO POR MEIO VIRTUAL.


O PRESIDENTE ORMUZ SIMONETTI LUTA PARA ENTREGAR O EQUIPAMENTO ATÉ O PRÓXIMO DIA 29, DATA DA COMEMORAÇÃO DOS 115 ANOS.


CONVITE PARA A SOLENIDADE DOS 115 ANOS


quarta-feira, 22 de março de 2017

DIA 30









Dia 24


dia 25


Paulo Caldas Neto convidou você para o evento dele
Lançamento: Muhammad Ali: o anjo negro 
das Américas (folheto)
Sábado, 25 de março às 18:30
Conselho Regional de Odontologia-CRO/RN em 
Natal (Rio Grande do Norte)

Comparecerei
   

Tenho interesse
   

Não tenho interesse
Uma homenagem à figura do pugilista norte-americano será feita em versos, imortalizando-o. Um folheto de cordel é o gênero mais apropriado para que a memória popular registre para sempre os feitos daq...
Jania Souza Souza e outras 10 pessoas também estão na 
lista de convidados.
       

terça-feira, 21 de março de 2017