sábado, 20 de dezembro de 2014


O verbo de Deus criança
Maria Clara Lucchetti Bingemer*
E eis-nos novamente aqui, como todo ano, esperando por uma criança que vai nascer. Algo tão usual, tão ocorrente e recorrente.  Pelas ruas, as mulheresandam, caminham e passeiam com suas barrigas cheias de vida que pulsa; cheias de um embrião que cresce e vai adquirindo a forma humana, com os olhos claros da mãe, a testa larga do pai, o temperamento forte da família... Nas maternidades, hospitais ou nas casas, o tempo vem a termo e das barrigas, antes grávidas, nasce a criança que todos esperavam.  E há choro, lágrimas, gritos de dor e de alegria.

E, no entanto, aqui estamos nós, arrumando presépios, preparando ritos, distribuindo votos e presentes... como se fosse a coisa mais extraordinária do mundo. Uma criança que nasce... tão ordinário e, ao mesmo tempo, tão extraordinário... parece que tudo começa de novo... recomeça... volta ao começo, àquele começo que no final do século I da nossa era um evangelista descreveu assim: “No Princípio era o Verbo...”

Ora, o que tem algo tão corriqueiro e usual como o nascimento de uma criança a ver com essa sofisticada redação?  Parece-me, ao contrário, que tem tudo a ver.  Porque o evangelista continua:  “E o Verbo estava junto de Deus.  E o Verbo era Deus.”  E, não satisfeito, diz mais adiante: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.”
Parece que o assombro cresce e a questão se complica.  Pois Aquele que era desde o princípio, que estava junto de Deus e era Deus...como entra no tempo e se faz carne? Como?  Da maneira como todos nós entramos no mundo: no ventre de uma mulher, a semente divina cresceu, desenvolveu-se e quando se consumaram os dias de sua gestação, a mãe deu à luz seu filho.

Assim entrou Deus na história: criança, bebê, rompendo caminho pelo corpo da mãe afora, vindo à luz, chorando para abrir os pulmões, mamando para alimentar-se.  Uma criança... uma simples criança.  Aos reis magos que perguntaram como reconheceriam o sinal de Deus de que o Messias havia chegado, foi-lhes dito apenas este fato tão banal: encontrareis uma criança... encontrareis um menino envolto em faixas e deitado em uma manjedoura. 

Um bebê que não sabe alimentar-se sozinho...  não sabe valer-se sozinho... precisa dos outros para tudo... E, sobretudo, que não sabe falar.  Apenas chorar.  Mas como?  O Verbo de Deus não sabe falar?  A Palavra que foi pronunciada sobre o caos e criou o mundo não fala?  Por quê?  Por que não pode?  Por que não sabe?  Sim, não pode, não sabe, pois se entrou na carne humana, segue todo o caminho que esta carne segue para seu crescimento e desenvolvimento.  E, assim, o Verbo que foi pronunciado sobre tudo... não sabe falar... ainda.

Mais tarde aprenderá a falar.  Será poeta de parabolas, que ensinarão muitos a viver. Todo o povo permanecerá suspenso do que sai de seus lábios.  Falará, pregará, dirá palavras de alegria, de esperança, de alívio, de consolo para tantos e tantas... Mas, no momento, não fala.  Alimenta-se, chora, dorme... vive a rotina de um recém-nascido, que deve ser introduzido na vida pela mãe que o gerou, pelo pai que o acompanha, pelos outros que cruzarão seu caminho.

Por isso, esperamos com tanto ardor por essa criança.  Ela é semelhante a todas, porque não quer diferenciar nem destacar-se em nada.  Quer justamente assumir a condição humana e aprender a ser humano.  Por isso, aprenderá a falar... a andar... a mover-se... a amar... a sofrer... a viver enfim.  E crescerá e se tornará adulto... e entenderá sua missão... e se entregará a ela até o fim. 

A festa do Natal tem em seu centro uma criança... impotente, indefesa, pobre, frágil, vulnerável.  Diante dela nos inclinamos, atentos, humildes, reverentes... pois nela pulsa o mistério maior que é o mistério da vida.  E, no caso desta criança, da vida que nos salvará da morte e nos levará ao país da alegria pura e sem término. Nesta criança é Deus mesmo que aprende a ser humano.

Enquanto isso, contemplamos as mulheres que passam com suas barriguinhas redondas e cheias de vida; e as crianças que choram, mamam, dormem e vivem intensamente; e as crianças que não puderam nascer; ou as que nasceram e não puderam viver; e as crianças que nascerão e a todos nos dirão palavras de vida.  Em toda criança, já nascida ou esboçada no ventre da mãe, o Natal acontece.  O Verbo de Deus se faz criança.  E em seu silêncio bendito... fala.

Que possamos acolhê-lo em nosso colo, em nosso lar, em nossa vida.  Que seu mistério de graça e pobreza nos conquiste o coração.  Que aceitemos que quem nos salva não é um poderoso e violento chefe militar, ou um rei coroado e cheio de poder, mas uma criança indefesa, que ainda não sabe falar, mas cuja pureza nos ensina o que é o amor. 

FELIZ NATAL!

* professora do Departamento de Teologia da PUC-Rio. A teóloga é autora de “O  mistério e o mundo –  Paixão por  Deus em tempo de descrença”, Editora  Rocco. 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

SÁBADO - DIA 20

Convite:
Azymuth convida você para o lançamento do livro Temas Reunidos: O Recalque – Missão Penedo – A Constituição Federal de 1946, no seu primeiro aniversário  A Terra tem duas Luas  Saudando Dom Marcolino  Os Gêneros do Cinema  Augusto Leopoldo, Líder de Oposição  Benção de Paraninfo – Vicente de Lemos, o Fundador  Da Reincidência no Direito Penal Desportivo  Tentativa de Classificação das Ciências Biológicas Espaciais  Tavares de Lyra, Relíquia Nacional  Meu Pai  Saudando Dinarte Mariz  Antídio de Azevedo, Poeta e Trovador. Do autorANTÔNIO SOARES FILHO (1914-1996).

Publicado originalmente em 1978, com o título “Doze Temas” um livro polimático da cultura norte-rio-grandense. No ano em que comemoramos 100 anos de nascimento do autor, publicamos uma edição revista e ampliada. Conta com introdução de WANDYR VILLAR.
Valor do livro:
R$ 50,00. Parte das vendas ajudará o Hospital Infantil Varela Santiago
Local e data do lançamento:
Livraria NOBEL. Av: Salgado Filho, 1782 (em frente ao IFRN). Tel: (84) 3613-2007.
Dia 20 de Dezembro de 2014 (sábado) a partir das 17hs.
Contatos:
9420-8397 (claro).

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O IHGRN EM COMEMORAÇÕES NATALINAS-2014

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN -


APÓS 112 ANOS DE EXISTÊNCIA,
O INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO
DO RN E O LARGO VICENTE DE LEMOS, 
INAUGURAM SUA ILUMINAÇÃO NATALINA  


O JARDIM FOI TOTALMENTE REFEITO COM
PLANTAS        DE FOLHAGEM COLORIDAS E
INSTALADO UM MODERNO SISTEMA
AUTOMATIZADO DE IRRIGAÇÃO 


 EM DESTAQUE O AVARANDADO DO
LARGO VICENTE    DE LEMOS,
CIRCULADO COM MANGUEIRAS COM
ILUMINAÇÃO DE LED.

      A ILUMINAÇÃO NAS PALMEIRAS E NOS
PAUS BRASIL



           
                        EM DESTAQUE A COLUNA CAPITOLINA

O GRADIL QUE DIVIDE O ANTIGO
PALÁCIO POTENGI, ATUALMENTE  
PINACOTECA DO ESTADO, DO LARGO
 VICENTE DE LEMOS.


O IHGRN TOTALMENTE PINTADO, INTERNO E
EXTERNAMENTE, INCLUSIVE PORTAS JANELAS
E GRADES DE FERRO.









PORTAS E JANELAS CONTORNADAS
COM MANGUEIRA ILUMINADAS 

               RESPEITO E DIGNIDADE PARA A 
                        "CASA DA  MEMÓRIA"

H O J E

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O POETA LÍVIO OLIVEIRA LANÇA LIVRO HOJE




 LANÇAMENTO do livro 'CAIS NATALENSES (101 haicais de Lívio Oliveira). Será no dia 16 de dezembro, terça-feira, a partir das 18 hs (o autor chegará mais cedo, ehehe!), na Livraria SARAIVA do Midway Mall.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014



Administração não rima com emoção

Tomislav R. Femenick – Contador, Mestre em Economia e sócio do IHGRN.

 

No início dos anos 1970 tomei conhecimento de um dos grandes livros escritos no século XX e que bem retrata a alma do povo brasileiro. Trata-se de “Tristes Trópicos”, do pesquisador francês Claude Lévi-Strauss, que é considerado o pai da antropologia moderna. É um relato de suas viagens pelo interior do Brasil, realizadas nos anos 1930, quando o jovem professor veio ao nosso país para lecionar na recém-criada Universidade de São Paulo. O livro, em edição francesa, estava sendo lido pelo meu padrasto, Xavier Vieira, um poliglota, jurista, matemático, filósofo, teólogo e poeta, uma das maiores culturas que conheci, porém acomodado em um alto cargo do Banco do Brasil, na capital paulista.

            Mas o que importa é o livro e voltemos a ele. Na sua obra, por vias indiretas Lévi-Strauss descreve a alma do nosso povo. Seriamos uma nação ciclotímica, ao mesmo tempo triste e alegre, cordata e que se envolver em disputa; um padrão de personalidade caracterizado por períodos de excitação e euforia, que se alternam com tristeza e inatividade.

            Esse grande livro veio-me a mente quando recentemente me detive sobre a maneira como os homens públicos e os executivos da iniciativa privada dirigem o país: com a emoção e não com a razão. Essa maneira de ser de nós brasileiros nos mais das vezes nos leva a situações de desconforto, se não desastradas. A nossa história recente está cheia de exemplos: o golpe de 1964 foi consequência de um movimento para garantir a democracia e terminou em uma ditadura, a eleição de Collor foi contra os marajás e derivou para o esquema de P. C. Farias, a CPI da Petrobras foi instituída para evidenciar os escândalos na estatal e culminou na inocência de todo mundo, o iluminado Eike Batista era na verdade um tremendo apagão, a presidente da República trata seus ministros e outros altos escalões do governo como se fossem seus capatazes – e elegem os que ela gosta e os que deles desgosta. Exemplos desse nosso procedimento errático há muitos.

            O pior de tudo é quando esse estado de coisa impera na iniciativa privada. Muitos dirigentes de empresas tratam suas organizações como se fossem feudos. Sua maneira de se relacionar com os outros executivos e empregados são como se eles fossem simples agregados à sua Casa Grande, numa atitudes de prepotência, desrespeito e arrogância que espalha clima de medo e receio de perda de cargo ou de emprego. Esse tipo de liderança é o mais deletério que se pode ter no cenário empresarial, pois inibe o poder criativo que todas as pessoas têm e, sem criatividade, a empresa estagna no tempo, na sua qualidade e no seu poder de competitividade, dando vez a que os concorrentes ocupem todo o mercado.

            Porém não se deve confundir as coisas. Os dirigentes empresariais devem sim tomar atitudes firmes na condução de seus negócios. Cobrar desempenho, cumprimento de metas em prazos certo; cobrar resultados. Ai é que está o problema: a maneira de agir é que faz a diferença. Como fazer as cobranças, como impor os procedimentos corretos sem incorrer no erro da impropriedade?

            A meta principal de toda organização mercantil é ser economicamente produtiva, moderna e socialmente viável. As pressões são necessárias para se atingir esse alvo, porém as empresas “são construídas com base na confiança, que, por sua vez, é construída com base na comunicação e na compreensão mútua”, como diz Peter Drucker, um dos papas da moderna administração de empresas.

            Como compreensão mútua não se consegue na base do grito, há que se administrar com a razão e não com a emoção.

domingo, 14 de dezembro de 2014

TEMPO DE NATAL



E NASCEU
Ivam Pinheiro
Justamente por querer a plena paz.
Simplesmente por só querer demais.
Justamente por não aceitar mentiras
e dos pobres, ser a máxima esperança.
Ele veio ao mundo.
E injustamente morreu.
Foi sacrificado.
E em vida na cruz
foi crucificado.
Justamente por querer justiça,
como normalmente nasce o sol.
Simplesmente por ser uma luz
no fim desse imenso labirinto.
Ele pregou o bem.
E deixou a salvação.
Foi incompreendido.
Na luz da eterna vida
foi pelo Deus Pai recebido.
Justamente por pregar o amor
que se espalhem a todos os corações.
Simplesmente por ser o vivo perdão
que sacia de pão a fome dos famintos.
Ele em Belém nasceu.
Na luz da vida.
Foi lume iluminado.
Pela paz e o amor
na cruz foi sacrificado.

O Nascimento de Jesus Cristo - Imagem disponível
no sítio: http://amigosdofreud.blogspot.com

sábado, 13 de dezembro de 2014

H O J E




Maria de Oliveira Barros

            Felizes os que tiveram a oportunidade de conhecê-la. Na beleza de seu rosto angelical, na perfeição escultural de seu corpo, na intimidade da alcova, na amizade sincera e cativante, na maneira justa e respeitosa como tratava os seus subordinados, na bondade para com os deserdados da sorte e na solidariedade que prestava aos seus familiares.

            Foi uma mulher à frente do seu tempo. Corajosa em contraponto a uma sociedade que ocultava os seus mais íntimos desejos e necessidades no preconceito e justificava as suas mais incongruentes atitudes através de sofismas ilusórios. Sociedade que rotulava de virtuosas as mães que estufavam o peito ao exclamarem: “prendam as suas éguas por que os meus cavalos estão soltos”! O cuidado e as virtudes eram para as meninas!
            Maria viveu esse tempo e foi chamada de a primeira grande dama de Natal. Era proprietária de um cabaré, (local de trabalho das damas da noite que, guardadas as devidas proporções, se assemelhava ao Moulin Rouge e ao Lido de Paris) que lhe rendeu o cognome de Maria Boa. O seu estabelecimento era refúgio para os visitantes e homens da cidade que conversavam, bebiam, assistiam a shows e, no imaginário erótico, buscavam a compra de fantasias luxuriosas que lhes eram negadas na alcova familiar. 

            Maria de Oliveira Barros nasceu em Campina Grande em 1920 e, aos vinte anos de idade, foi trazida para trabalhar como babá na residência de um importante cidadão natalense. Alguns meses depois, não se contentando com as atividades desempenhadas pela linda donzela, inerentes à função para a qual foi contratada, o cidadão avançou o sinal e, para não ter complicações com a família, alojou a linda jovem em uma residência, patrocinando as suas despesas. Era dado o primeiro passo para a criação da casa lendária que passaria a integrar, mais tarde, os pontos turísticos de Natal.

            A importância de Maria Boa era tamanha que ela avalizava títulos bancários de empréstimos feitos por figurões da cidade e os militares gravaram o seu nome no avião militar B-25 5079, utilizado na 2ª Guerra Mundial. Maria foi às lágrimas quando recebeu a homenagem que foi conferir com os seus próprios olhos.

            Vivi com Maria de Oliveira Barros três experiências marcantes. A primeira, exercendo o pastorado da igreja Batista, quando formamos um grupo ecumênico que, além de minha pessoa, era composto pelo padre Pedro Ferreira da Costa, a farmacêutica Izolda Leite da Fonseca, as assistentes sociais Salete Nóbrega e Ivanize Silva e a artesã e alfabetizadora Maria Silva. Todas as segundas-feiras à tarde – naquele dia o cabaré não funcionava – realizávamos um trabalho de autoestima com as mulheres internas com o objetivo de proporcionar-lhes uma nova opção de vida. Eram palestras educativas, religiosas e atividades de artesanato. Na primeira reunião, através da gerente Maira, nos foi apresentado o regulamento da casa. Aquele documento divulgava a forma honesta e respeitosa como Maria tratava as internas de seu estabelecimento. Causou-me surpresa e admiração.

            A segunda experiência quando, por ocasião de seu aniversário, eu e alguns servidores da Escola Técnica Federal, fomos lhe ofertar um buquê de rosas. Recebidos carinhosamente por ela, que até discurso de agradecimento fez, saímos deslumbrados.

            A terceira, já depois de estar aposentada, quando tive o privilégio de ser convidado para alguns réveillons em sua residência particular.  Foram momentos inesquecíveis. Tenho guardada, inclusive, uma foto em que estou sentado ao seu lado. Em 1996 foi o último réveillon de que participamos. A sequência foi interrompida com o seu falecimento, no dia 22 de julho de 1997.

            Junto com Maria morreu todo um romantismo de uma época. Diferente da pecadora, descrita no Evangelho, ela não foi denunciada e, certamente, o Mestre dos mestres não precisaria aconselhá-la a ser cuidadosa no viver, pois ela viveu todo o seu tempo na discrição e  recato, consciente de sua importância e do seu valor ante uma sociedade que está sempre pronta para jogar pedra nas Genís.

            Os apelos do Natal fazem renascer, em meus olhos, as luzes do seu cabaré e, no meu coração, o sentimento de gratidão pela dádiva de sua amizade e o reconhecimento e o aplauso pela mulher coragem que ela soube ser.
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Nivaldo Ferreira da Silva é professor aposentado do Instituto Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte. silvanfeni@gmail.com

 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

AGRADECIMENTO

          APÓS A GRATIFICANTE NOITE DE AUTÓGRAFOS REALIZADA NO LARGO VICENTE LEMOS, DO IHGRN, POR DEFERÊNCIA DO PRESIDENTE VALÉRIO MESQUITA, VENHO AGRADECER O GRANDE NÚMERO DE AMIGOS MEUS E DO ARQUITETO MOACYR GOMES - O HOMENAGEADO.
CONTAMOS COM A PRESENÇA DE AUTORIDADES E VELHOS COMPANHEIROS DO VELHO "MOÁ".  FOI MOTIVO DE EMOÇÃO.
  
 
 
          A SOLIDARIEDADE DA IMPRENSA FOI CATIVANTE E FORAM TANTOS QUE ME ATREVO A ENUMERÁ-LOS, MAS COM A OBRIGAÇÃO DE UMA COMPLEMENTAÇÃO POSTERIOR. PROMOVERAM O EVENTO OU ESTIVERAM PRESENTES AO LANÇAMENTO DO LIVRO "O MENINO DO POEMA DE CONCRETO": A TRIBUNA DO NORTE, O NOVO JORNAL, O JORNAL DE HOJE, A TV ASSEMBLEIA, TV TROPICAL E OUTROS VEÍCULOS DA IMPRENSA, CUJOS NOMES RESGATAREI PARA REGISTRAR, ALÉM, PARTICULARMENTE, DOS JORNALISTAS VICENTE SEREJO, WODEN MADRUGA, ROBERTO GUEDES, JOÃO BATISTA MACHADO (MACHADINHO), ÉRIKA NESI, FRANKLIN JORGE, ALEX MEDEIROS, CASSIANO ARRUDA, RUBENS LEMOS FILHO, YUNO SILVA, VALÉRIO ANDRADE, LÚCIA HELENA E SÍLVIO ANDRADE.
VÁRIOS IMORTAIS DE DIVERSAS ACADEMIAS DE LETRAS (ANRL, AML, ALEJURN E ACLA ) E INSTITUTOS DE CULTURA, (IHGRN, INRG, UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES), ROTARY CLUBE NATAL-SUL E UM GRUPO DE AMERICANOS (MECÃO), QUE VIERAM PRESTIGIAR OS CONFRADES.
 
NOITE DE ALEGRIA E HOMENAGEM AO GRANDE
ARQUITETO MOCYR GOMES DA COSTA
10 DE DEZEMBRO DE 2014 - SERÁ INESQUECÍVEL
   
GRATIDÃO À IMPRENSA TELEVISADA E ESCRITA

 

RUBENS LEMOS FILHO FEZ UM BELÍSSIMO POSFÁCIO. TICIANO, O DECANO.

  

Enzina Falce comentou uma publicação em que você foi marcado.
Enzina escreveu: "E un piacere vedervi"  ( )


Tio Carlos,

  Que evento bonito o de ontem! Fiquei com vcs até o final exatamente  
poque foi contagiante para mim a alegria das pessoas, em especial, a  
de Tio Moá! Como ele estava feliz! Que belo presente de Natal você deu  
a seu mano Moacyr!
  Não li o livro, ainda! Mas a homenagem que vc me fez, sim! Não  
lembrava mais do texto e, ao lê-lo, mais uma vez, me veio à memória  
todo o movimento em favor da não derrubada do estádio. E aí fiquei a  
pensar: É um texto de protesto, simplesmente! Porque Tio Carlos o  
escolheu meio a tantas matérias jornalisticas, quem sabe mais bem  
escritas, etc. E, me veio a intuição que tenha sido o seu coração  
sensível que captou a minha verdadeira indgnação e, sinceridade, além  
de uma profunda tristeza pela dor de tio Moá (De fato, fui junto com  
ele naquela expectativa pensando que a sociedade Natalense reverteria  
o quadro de demolição do Machadão o que não aconteceu.)
    Tio Carlos, até hoje não tive vontade algum de conhecer o novo  
estádio! Exatamente porque à minha postura da época não mudou: É de  
indignação!!!
    Ter um texto meu contemplado no seu livro e, especificamente,  
nessa história é algo que me deixa imensamente feliz. Obrigada! Estou  
me sentindo Imortalizada!!!(rsrsrsr), lisonjeada por merecer o seu  
carinho. Este livro, certamente, terá um "olhar" diverso de opiniões e  
sentimentos. Comigo, será a memória de uma obra histórica que foi  
terrivelmente sacrificada, muito embora, tenho certeza, que em seu  
conteúdo muito de alegria haverá de aliviar esse peso.

  Por fim, mais uma vez, feliz e orgulhosa por ter como tio um ser  
humano tão maravilhoso como você, pois tenho certeza Carlos Gomes, que  
este livro foi um "PROCESSO TERAPÊUTICO" que foi e está sendo  
realizado junto a seu irmão, meu tio, Moacyr. O quanto você está  
fazendo bem ao seu ego, não precisa dizer, está escrito! Está sentido!  
Está transformado em sentimentos na tristeza que o abateu. Por ele,  
muito OBRIGADA! Consegui enxergar além do livro. Consegui avaliar a  
sua generosidade que, na minha conta, é bem maior do que a que eu  
imaginava!
    JESUS lhe cubra de bençãos!

Obs: Tio Carlos, na compra dos livros eu ia dar de presente o de  
Júnior meu irmão, ele terminou pagando o dele e um livro dos que  
peguei ficou em aberto. Lhe devemos R$40,00.

Beijo!

Cristina.
 
VELHOS AMIGOS
   
 
 
 
 
 
 
 
 
A MÚSICA A CARGO DE HUMBERTO DANTAS, ORMUZ E ZEZINHO, LADEADOS POR TEHEREZINHA (ESPOSA DO AUTOR)
 
 
MAIS DE 200 MENSAGENS PELO FACEBOOK.
 
OBRIGADO A TODOS.
Carinhosamente,
Moacyr Gomes da Costa e Carlos Roberto de Miranda Gomes .