terça-feira, 22 de abril de 2014



Descobrimento Do Brasil - História Do Brasil

História Do Brasil Colônia, A História Do Descobrimento Do Brasil, Os Primeiros Contatos Entre Portugueses E Índios, O Escambo, A Exploração Do Pau-Brasil.


Primeiros contatos entre portugueses e índios
Primeiros contatos entre portugueses e índios

História do Descobrimento do Brasil

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 

A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela  Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária (370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.
Bibliografia Indicada:
xxxx
Autor: xxx
Editora: xxxxx
Temas: História do Brasil
Bibliografia Indicada:

Relatos do Descobrimento do Brasil - as primeiras reportagens ( Coleção estudos e documentos)
Autor: Guirado, Maria Cecília
Editora: Instituto Piaget (Portugal)
Temas: História do Brasil

A DOR E A DELÍCIA DE
SER ESCRITOR

Por Flávio Rezende*


        O ser humano tem tendência ao 0800 negativo, reclamando de certas coisas e deixando de aproveitar muitas e muitas possibilidades que o planeta oferta para alegria individual e coletiva.
        Além da família, caridade, caminhar, amar, mar, viajar, ler, futebol, cinema e pizza, adoro de paixão escrever e, quando passo um tempo sem poder exercitar esta atividade, fico como se algo estivesse faltando em meu ser.
        Este prazer ocorre quando estamos produzindo algum “escrito”, como o que ocorre neste exato momento e, depois, quando compartilhamos o texto com o possível público leitor, seja através do envio por e-mails, pelo Facebook ou via publicação em jornais e sites diversos.
        O prazer neste momento ocorre principalmente quando o texto produzido, encontra do lado de lá, ai onde você se encontra, uma serventia, produz uma satisfação ou provoca uma positiva reação, ao ponto, muitas vezes, do leitor interagir com o escritor, respondendo, questionando, elogiando e até discordando, claro.
        Ao longo de minha trajetória de escritor, principalmente no que diz respeito aos artigos, vou percebendo as reações e tirando algumas bobas e óbvias conclusões, que revelam a vida como ela é.
        Quando escrevo sobre meu deslumbramento com a natureza, das caminhadas, da fusão entre meu eu interior e o universo, do amor pela família, pelos filhos e por servir a sociedade através da Casa do Bem, surgem muitos e-mails maravilhosos, de leitores muito felizes por estar compartilhando sentimentos tão queridos. Este momento é o de êxtase do escritor, a delícia sem igual.
        Já os textos mais políticos ou com algum teor espiritualista, ao mesmo tempo que geram posições assemelhadas dos que me leem, proporcionam também uma certa ira dos que pensam diferente, com pedidos para que não envie mais os “escritos” e, alguns, muito brabos, discordando e escrevendo coisas impublicáveis.
        A dedução que faço é simples: muitas pessoas não gostam de confrontar suas posições. Não querem de maneira nenhuma observar, analisar e nem ouvir falar de algo diferente daquilo que acreditam. Neste momento, o escritor sente dor, posto que não escreve para ofender e sente a intolerância se apossando de alguns, cegando e eliminando a possibilidade do contraditório produzir reflexão ou, no mínimo, informação a mais.
        No meu último escrito uma senhora, diante da proposta que fiz de pôr fim aos partidos políticos em decorrência do comportamento errático dos mesmos hoje no Brasil, mandou um e-mail pedindo apartheid de minha produção e, dizendo, sem meias palavras, que tinha ódio do meu ser.     
        E assim vou, entre dores e delícias, fazendo o que gosto muito, escrever, que dividindo espaço com o amor por tudo e por todos, a prática da caridade e o usufruto das maravilhas que o planeta azul me oferta, somam o sentido de minha atual encarnação e nesta missão que está em curso, espero estar fazendo algo de útil para alguns e produzido de sentido, para outros.
       

·         * É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (escritorflaviorezende@gmail.com)

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Tiradentes

                                   
     
      
                    
Inconfidência Mineira – libertação do Brasil contra o reino de Portugal
Inconfidência Mineira – libertação do Brasil contra o reino de Portugal
     
No dia 21 de abril comemora-se o dia de Tiradentes. Joaquim José da Silva Xavier, nasceu na Fazenda do Pombal, entre São José (hoje Tiradentes) e São João Del Rei em Minas Gerais, no ano de 1746, tornou-se o mártir da Inconfidência Mineira.
Tiradentes ficou órfão de mãe aos nove anos de idade, perdeu o pai aos onze anos, e foi criado pelo padrinho na cidade de Vila Rica, hoje conhecida como Ouro Preto.
O apelido de Tiradentes veio da profissão de dentista que exercera com muita responsabilidade, mas o ofício que mais lhe promoveu foi o de soldado, integrante do movimento da Inconfidência Mineira - que o levou à morte em praça pública, por enforcamento e esquartejamento.
A Inconfidência Mineira foi um abalo causado pela busca da libertação do Brasil diante da monarquia portuguesa, ocorrendo por longos anos, no final do século XVIII.
Na cidade de Vila Rica e nas proximidades da mesma eram extraídos ouro e pedras preciosas. Os portugueses se apossavam dessas matérias-primas e as comercializavam pelos países europeus, fazendo fortuna à custa das riquezas de nosso país, ou seja, o Brasil era grandemente explorado por essa nação.
O reinado de Portugal no Brasil cobrava impostos caríssimos (o quinto) e a população decidiu se libertar das imposições advindas do governo português. A sociedade mineira contrabandeava ouro e diamante, além de atrasar o pagamento dos impostos.
Com o fortalecimento das ideias contra os portugueses, aconteceu a Inconfidência Mineira, tendo como principais objetivos: buscar a autonomia da província; conseguir um governo republicano com mandato de Tomás Antônio Gonzaga; tornar São João Del Rei a capital; conseguir a libertação dos escravos nascidos no Brasil; dar início à implantação da primeira universidade da região; dentre outros.
Durante o movimento, as notícias de que os inconfidentes tentariam derrubar o governo de Portugal chegaram aos ouvidos do imperador, que decretou a prisão deles. Tiradentes, para defender seus amigos, assumiu toda a responsabilidade pelo movimento e foi condenado à morte.
O governo fez questão de mostrar em praça pública o sofrimento de Tiradentes, a fim de inibir a população de fazer manifestos que apresentassem ideologias diferentes. Em 21 de abril de 1792, Tiradentes percorreu o trajeto, chegando à cadeia pública da região, foi enforcado após a leitura de sua sentença condenatória.
Ainda hoje podemos ver o museu da Inconfidência Mineira, que está localizado na Praça Tiradentes, na cidade de Ouro Preto, local onde é preservada a memória desse acontecimento tão importante da história do Brasil, com o ciclo do ouro e as obras de arte de Aleijadinho.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

 
CONFLITOS ÍNTIMOS
Redação do Momento Espírita.
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=4098&stat=0

 

Conta antiga lenda indígena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas angústias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande sábio de sua tribo.

 

Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.

 

Solenemente aproximou-se do respeitoso ancião, que o recebeu com um brilho no olhar, próprio dos que entendem os porquês da vida em profundidade.

 

Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.

 

Grande sábio, trago comigo muitas dúvidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paixões e tantas fragilidades morais?

 

O sábio, certamente, já se houvera feito tais questões.

 

Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o açoite das aflições íntimas.

 

E tal qual o jovem à sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, também ele buscara essas respostas.

 

Então, olhando-o terna e pacientemente, lhe propôs a seguinte imagem.

 

Meu filho, em nosso mundo íntimo, em nosso coração, habitam dois cães ferozes, um bom e outro mau.

 

Como têm origens muito distintas, como não se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.

 

E você sabe qual deles irá ganhar a luta, meu filho? - Indagou o ancião.

 

O jovem, atônito pela imagem proposta, não soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terrível, brutal.

 

Meu jovem, essa batalha em nosso mundo íntimo será ganha pelo cão que mais alimentarmos.

 

Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da lição, retirou-se para a necessária meditação em torno do ensinamento recebido.

 

*  *  *

 

Assim acontece com cada um de nós. Não há quem não traga em sua intimidade tendências positivas e dificuldades de grande monta.

 

Nenhum de nós chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limitações a serem ultrapassadas.

 

Alguns apresentamos grande tendência ao egoísmo, e então a vida nos dá a oportunidade de exercitar a solidariedade.

 

Outros nascemos vaidosos, egocêntricos, e a vida nos oferece lições de humildade e simplicidade.

 

Tantos nascemos avaros, pensando só em amealhar bens para nós mesmos, e a vida nos dá a chance de aprendermos a generosidade.

 

Serão sempre dois cães a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espaço, vencer batalhas.

 

A eclosão de nossos conflitos íntimos é resultado da consciência a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oportuniza.

 

Nesses momentos, será a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois cães desejamos alimentar.

 

Será sempre pela insistência, pelo hábito e pela disciplina, investindo em nossas construções positivas, que conseguiremos vencer as batalhas íntimas.

 

Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.

 

E não nos esqueçamos de que será sempre nossa a decisão de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou más tendências.

 

Redação do Momento Espírita.

 

Em 11.4.2014.

 

* * *
 
 
 
Colaboração do primo Sérgio Guedes da Fonseca Neto

Sal



NOSSO SAL DE CADA DIA
                               Ailton Salviano – Geólogo/Jornalista

            Há muito tempo, na escola secundária, aprendi e nunca mais esqueci, por quais motivos o Rio Grande do Norte é o maior produtor de sal marinho do Brasil. Os sábios mestres de antanho citavam três principais fatores e todos, por coincidência, associados à mãe Natureza: 1) a excepcional salinidade do Atlântico na costa potiguar; 2) o nosso regime de ventos e 3) a constante insolação do nosso litoral.

Com essas dádivas naturais, o potiguar não encontrou grandes dificuldades para conceber a ideia de concentrar, a partir da água do mar, o cloreto de sódio, o nosso tradicional sal de cozinha. Quantas histórias envolveram e ainda envolvem o produto e a palavra sal! Desde a importância e sua valorização como o melhor conservador natural de alimentos até a curiosidade etimológica de derivar a palavra “salário”.

Pela condição que ostenta, o Rio Grande do Norte seria também, a antítese de um pequeno trecho na mensagem do Senhor no Sermão da Montanha. Naquele longo discurso com ensinamentos morais e de conduta, parte do Evangelho de Mateus, dirigindo-se aos seus seguidores, Cristo diz: “Vós sois o sal da Terra”. Por mera coincidência, nosso Estado, com suas cidades da denominada “costa branca”, é conhecido como “a terra do sal”. Somos, portanto, a terra do sal e do sol!

Por sua capacidade de contrair veias e artérias e por conseguinte, aumentar a pressão do fluxo sanguíneo, o sal tornou-se o principal inimigo dos hipertensos (meu caso) e sua ingestão em excesso passou a ser condenada pelos cardiologistas. Associadas ao sal, há ainda, diversas crendices populares, todas apelam para seus poderes de purificação. Quem nunca ouviu falar em banho de sal grosso ou espalhar a substância por determinados locais dos ambientes para afastar as mandingas?

Para concluir, um fato histórico pouco conhecido e explorado, porém de enorme significado para os povos indianos. Trata-se da “Grande Marcha do Sal” realizada em 1930 e protagonizada por Mahatma Gandhi, numa importante ação na busca da independência da Índia colonial. Está nos registros históricos, a mais fantástica e pacífica caminhada feita pelo líder indiano Gandhi para chamar a atenção da humanidade para a sua campanha de tornar o seu país, a Índia, independente do Império Britânico.

Para o professor de Havard, Geoffrey Blainey, “a Marcha do Sal configurou-se como uma reveladora aventura espiritual e política. A escolha foi inteligente e criou um grande impacto na Inglaterra. Alguns jornais britânicos consideraram tremendamente injusto taxar um produto de primeira necessidade”. A caminhada de protesto, também conhecida como Satyagraha do Sal, começou no dia 12 de março de 1930, durou 25 dias, terminando em 6 de abril (há exatos 84 anos) e percorreu aproximadamente 400 quilômetros ou a distância aproximada entre as cidades de Rio de Janeiro e São Paulo.

No final da jornada, Gandhi e milhares de seguidores foram presos por soldados britânicos que guardavam as salinas ao norte do país. Posteriormente, o grande líder hindu foi libertado. A marcha, que teve caráter pacífico, foi considerada um dos mais importantes desafios à autoridade britânica. Numa época em que eram bastante escassos os recursos dos meios de comunicação, Gandhi conseguiu atrair a atenção do mundo para o seu gesto, inclusive dos algozes britânicos.
  NOVA INFORMAÇÃO

ITAMIRES DE CARVALHO E SILVA

O velório de ITAMIRES DE CARVALHO E SILVA está acontecendo no Morada da Paz da rua São José, em Natal. Às 9 horas será celebrada uma Missa e em seguida o corpo será cremado.

domingo, 20 de abril de 2014



ITAMIRES DE CARVALHO E SILVA

Nossa família lamenta informar aos Amigos e Familiares o falecimento de 
ITAMIRES DE CARVALHO E SILVA, ocorrido na cidade de Pesqueira - Pernambuco.
O corpo está sendo conduzido para esta Capital onde deverá ser sepultado amanhã, dia 21 de abril, à tarde, no Cemitério Morada da Paz.
Daremos informações complementares

O que é o Domingo de Páscoa?



Pergunta: "O que é o Domingo de Páscoa?"

Resposta:
Há muita confusão sobre o que o Domingo de Páscoa significa. Para alguns, o domingo de Páscoa é sobre o Coelhinho da Páscoa, ovos de Páscoa coloridos e caça ao ovo. A maioria das pessoas compreende que o Domingo de Páscoa tem algo a ver com a ressurreição de Jesus, mas está confusa quanto à forma em que a ressurreição se relaciona com os ovos e o Coelhinho da Páscoa.

Biblicamente falando, não há nenhuma conexão entre a ressurreição de Jesus Cristo e as tradições modernas relacionadas com o Domingo de Páscoa. Essencialmente, o que ocorreu é que, a fim de tornar o Cristianismo mais atraente para os não-Cristãos, a antiga Igreja Católica Romana misturou a celebração da ressurreição de Jesus com as celebrações dos rituais da fertilidade que ocorriam na primavera. Estes rituais de fertilidade são a origem do ovo e das tradições do coelho.

A Bíblia deixa claro que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana, domingo (Mateus 28:1, Marcos 16:2,9; Lucas 24:1, João 20:1,19). A ressurreição de Jesus é o evento mais digno de ser comemorado (veja 1 Coríntios 15). Embora seja adequado que a ressurreição de Jesus seja comemorada em um domingo, não devemos nos referir ao dia em que a ressurreição de Jesus é celebrada como “a Páscoa”. Páscoa não tem nada a ver com a ressurreição de Jesus em um domingo.

Como resultado, muitos Cristãos defendem fortemente que o dia em que celebramos a ressurreição de Jesus não deve ser conhecido como o "Domingo de Páscoa". Em vez disso, algo como "domingo da Ressurreição" seria muito mais apropriado e bíblico. Para o Cristão, é impensável permitir que a bobagem de ovos e coelhinho de Páscoa sejam o foco do dia, em vez da ressurreição de Jesus.

De todo jeito, sinta-se à vontade para celebrar a ressurreição de Cristo no domingo de Páscoa. A ressurreição de Cristo é algo que deve ser comemorada todos os dias, e não apenas uma vez por ano. Ao mesmo tempo, se optarmos por celebrar o Domingo de Páscoa, não devemos permitir que os jogos e diversão distraiam a nossa atenção do verdadeiro significado desse dia: o fato de que Jesus ressuscitou dentre os mortos e que a Sua ressurreição mostra que podemos ter a promessa de um lar eterno no céu ao recebê-lO como nosso Salvador.


Para aprender mais sobre como a morte e a ressurreição de Jesus providenciaram para a nossa salvação, por favor leia o seguinte artigo: O que significa aceitar a Jesus como seu Salvador pessoal?

 

sexta-feira, 18 de abril de 2014


Significado de Sábado de Aleluia

O que é Sábado de Aleluia:

Sábado de Aleluia é um dia de comemoração no calendário de feriados religiosos do Cristianismo, sempre antes da Páscoa. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
O Sábado Santo pode cair entre 21 de março e 24 de abril, e nesse sábado é celebrada a Vigília pascal depois do anoitecer, dando início à Páscoa. Sábado de Aleluia é o sábado anterior ao domingo de Páscoa, onde acende-se o Círio Pascal, uma grande vela que simboliza a luz de Cristo, que ilumina o mundo. Na vela, estão gravadas as letras gregas Alfa e Ômega, que querem dizer "Deus é o princípio e o fim de tudo”.
Na tradição católica, os altares são descobertos, pois assim como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações que fazem parte é a Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, é proibido celebrar qualquer outro sacramento, exceto o da confissão.
Antes de 1970, no sábado de aleluia os católicos romanos deveriam praticar um jejum limitado, como abstinência de carne de gado, mas poderiam consumir peixe, etc. É também no Sábado de Aleluia que se faz a tradicional Malhação de Judas, representando a morte de Judas Iscariotes.

DE VALÉRIO MESQUITA A PAULO FRANCIS.

CID MONTENEGRO.
Empresário.
flabcid@uol.com.br 

Sempre falando e principalmente escrevendo tenho o zelo de registrar o autor ou onde eu vi ou ouvi. Então ao estilo Valério Mesquita ex-deputado e ex- presidente do TCE, aliás dois órgãos onde familiares meus já estiveram e estão presentes. Na Assembleia meu avô Major Montenegro deputado federal, meus tios João Batista, Nelson, Edgard Montenegro e meu primo legítimo Paulo  foram deputados estaduais.  Hoje meu primo no segundo grau George Montenegro Soares é deputado filho da prima Riza. (Outra geração, ficando velho, rsrs). No TCE meu saudoso tio José Borges Montenegro foi presidente duas vezes e seu filho Marco Montenegro é auditor. Pela família Pereira primos em segundo grau Ruyzinho e Roberto também foram deputados. Familiares que aproveito para homenagear. Pois bem ... ao estilo Valério conto : Em 1999 eu tinha ido a Maceió ciceroneado pelos irmãos Arnonzinho e Joaquim Pedro Monteiro de Carvalho Collor de Mello e lá fui muito bem recebido.  O pai deles ex- presidente Collor preside o grupo Gazeta.  Jornal, tv Globo e rádio. Três dias depois jogam em Natal ABC X CSA (AL). Estava no intervalo e um repórter com a camisa escrito Rádio Gazeta vem me entrevistar e antes eu disse: "Aproveito a oportunidade para abraçar os ouvintes em toda Alagoas que tem um povo acolhedor, fui muito bem recebido pelos irmãos Arnon e Joaquim, também  Roberto Lyra, Renato Calheiros torcedores do CSA. O mar continua mais azul piscina, ótimos restaurantes, a praia do Frances linda ... "Depois que eu soube ficou claro porque o repórter queria me interpelar e não conseguia. Quando terminei todo sem jeito ele diz: "Cid queria lhe avisar e você não deu chance, essa que você falou é a rádio Gazeta de Areia Branca". O saudoso pai de Celsinho o coronel Veiga a quem eu queria bem estava ao meu lado e disse: "Cid, se consertar é pior" KKK.
Segui o conselho dele.

Assistindo o Jornal Nacional vejo a presidente da Petrobrás  Graça Foster falar com absoluta naturalidade que foi um equívoco,  um investimento errado e que os responsáveis foram punidos e o principal foi nomeado para um cargo inferior e pronto. Hipoteticamente falando como se um coronel fosse pego com a mão na "cumbuca" e o comando geral reconhecesse e divulgasse uma nota oficial : "Reconhecemos o erro e ele a partir de hoje não será mais Coronel e sim Major". E.. assunto encerrado. Isso é só um exemplo, pois jamais aconteceria, jamais.

Ao ver a presidente Graça falar só me lembrei do global Paulo Francis (in memorian) que se vivo fosse estava comentando, dizendo no Jornal da Globo : " A presidente da Petrobrás Graça Foster deu uma declaração sórdida, sarcástrica, ridicula, acintosa, mentirosa, descabida e atrevida!!! " E concluia : "Daqui de Nova York democratas e republicanos estão estupefatos, abismados e aguardam uma posição do Judiciario !!!

Caros leitore(a)s, a nós só restam tres alternativas. Pagar imposto, pagar imposto e pagar imposto. E se achar ruim tem uma ultima : Pagar imposto. 

Ps. A pouco tempo ao lado dos amigos Pelino/Vera Loyola, Hosana Pereira, Arnaldo Fraga (tão inteligente e competente quanto o irmão Dr. Arminio ex presidente do BC) e Márcio Braga fomos a Petropólis em aniversario e almoçamos com a querida Celina Vargas do Amaral Peixoto que hoje lá reside. Ela ex primeira dama do Rio na condição do primeiro matrimonio do governador Moreira Franco. Ela que vai ler esse artigo então  daqui de Natal eu digo : "Amiga Celina, quando seu avô o grande estadista presidente Getúlio Vargas criou a Petrobrás, mal ele sabia que um dia o cruel destino iria colocar em seu comando a escória da escória e o agravante. Ninguém sabe de nada.

Ps II: Eu tenho uma sugestão para a diretoria do ABC contratar uma bela dupla de zaga para série B. Com eles não passa nada, nem petróleo. Sugiro os zagueirões Dilmão e Gração, duvido com eles o ABC levar gol ? Apenas aconselho  não permitir eles dormirem no mesmo quarto, se acharem ruim ? Manda eles procurar outro clube , ou então procurar uma refinaria.

Até a próxima.

O que é a Sexta-Feira Santa?


Pergunta: "O que é a Sexta-Feira Santa?"

Resposta:
Sexta-feira Santa é a sexta-feira bem antes do domingo de Páscoa. É comemorada tradicionalmente como o dia em que Jesus foi crucificado. Se você está interessado em um estudo do assunto, consulte o nosso artigo que discute as diferentes posições sobre o dia em que Jesus foi crucificado. Supondo que Jesus foi crucificado e morreu em uma sexta-feira, devem os cristãos lembrar-se da morte de Jesus através da celebração da Sexta-Feira Santa?

A Bíblia não instrui os Cristãos a honrar um determinado dia em memória da morte de Cristo. No entanto, a Bíblia nos dá liberdade a fazer decisões sobre esses assuntos. Romanos 14:5 nos diz: "Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente." Ao invés de lembrar-nos da morte de Cristo em um determinado dia, uma vez por ano, a Bíblia nos ensina a celebrar a morte de Cristo através da Ceia do Senhor. I Coríntios 11:24-26 declara: "... fazei isto em memória de mim ... Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha."

Por que a Sexta-Feira Santa é conhecida como "da Paixão"? O que as autoridades judaicas e romanas fizeram com Jesus definitivamente não foi algo bom (veja Mateus capítulos 26-27). No entanto, os resultados da morte de Cristo são muito bons e demonstram a grande Paixão de Deus por nós! Romanos 5:8 diz: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." I Pedro 3:18 nos diz: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito."

Algumas igrejas Cristãs celebram a Sexta-Feira Santa com alguns eventos especiais, enquanto outras fazem seus cultos mais simples do que o normal através de hinos solenes, orações de agradecimento, mensagens que têm como tema o sofrimento de Cristo por nossa causa e através da observância da Ceia do Senhor. Quer ou não os cristãos escolham "celebrar" a Sexta-Feira Santa, os acontecimentos daquele dia devem estar sempre em nossas mentes porque a morte de Cristo na cruz é o acontecimento fundamental da fé Cristã.

Se você quiser saber mais sobre por que a morte de Jesus na cruz foi "da paixão", leia o seguinte artigo: O que significa aceitar a Jesus como seu Salvador pessoal?

quinta-feira, 17 de abril de 2014

final

1964 -  A DEMOCRACIA  ESPEROU 21 ANOS  (final)  
Geniberto Paiva Campos -  Brasília  - Fevereiro / 2014 
IV)               O GOVERNO DOS GENERAIS
“O poder só se mantém pela força e dura enquanto se mostra eficiente em se fazer obedecido”  (6)

1)      De início, há uma forte tentação de agrupar em sequência cronológica os governos dos generais, mostrando as características de cada um. Seus êxitos e falhas administrativas na complexa esfera da economia. Os índices positivos ou negativos de abertura democrática. Sua  propensão ao diálogo político, ou leniência com a tortura. Ou, enfim, sua propensão para fazer a abertura e o retorno aos padrões constitucionais e à defesa dos Direitos Humanos.
       No entanto, é coerente, historicamente, agrupar os governos dos generais presidentes, como um só período de exercício de poder autoritário. Mas antes, torna-se essencial compreender o que levou as Forças Armadas brasileiras  a  negligenciar os seus deveres  e compromissos explicitados nas normas inseridas na Constituição e, arrostando todos os riscos, assumir  o desafio de governar o país das dimensões e do peso geopolítico do Brasil. 
       Teria a situação interna e externa chegado a um ponto de ruptura da ordem, de desagregação da unidade nacional que pudessem justificar tal decisão? Havia, realmente, a “ameaça comunista” capaz de empolgar o poder, criando uma “república sindicalista” nos moldes cubanos? Diante da evidência  negativa dos fatos históricos, isso virou matéria de crença. 
        Para os segmentos  sociais que apoiaram o golpe institucional, a crença irredutível  na  “ameaça comunista” tem o indisfarçável poder de legitimar o ato de força que derrubou um governo constitucional, eleito  democraticamente pelo voto e com forte apoio popular.    Embora não previamente proclamada, havia a intenção da liderança militar, desta vez, na ocupação do poder de forma definitiva. 
       De tal forma esta convicção estava arraigada que não foi aceita a denominação “golpe”, substituída por “revolução”. Conforme enunciada no preâmbulo do Ato Institucional nº 1, promulgado no  início de abril/1964: “A Revolução vitoriosa se investe no exercício do Poder Constituinte. Este se  manifesta pela eleição popular ou pela revolução. Esta é a forma mais expressiva e mais radical do Poder Constituinte. Assim, a revolução vitoriosa, como  o Poder Constituinte, se legitima por si mesma. Ela destitui o governo anterior e tem a capacidade de constituir o novo governo. Nela se contém a força normativa inerente ao Poder Constituinte. Ela edita normas jurídicas sem que isto seja limitada pela normatividade anterior à sua vitória.”(6) Uma nova ordem jurídica foi, portanto, implantada no país por uma ato de força que tomou o poder legalmente constituído. Havia, consequentemente, um projeto político a ser desenvolvido pelo poder militar.

2)      Após vários anos de instabilidade política, com seguidas intervenções transitórias dos  militares no processo administrativo institucional, em abril de 1964 as Forças Armadas (FFAA) decidiram assumir o papel de tutores do país, saíram dos quartéis  para exercer o  pleno “comando” do  Brasil. Tal ampliação do papel e das funções  das FFAA talvez tenha sido um tipo original de intervenção nos poderes executivos da República, num país de dimensões continentais. O revezamento de oficiais generais, cumprindo “missões” no exercício da presidência da república, respeitando rigorosamente a duração dos seus mandatos, aliviava a temida qualificação de “caudilhos” sul americanos, tão abominada pelos militares brasileiros. Considerando as FFAA uma instituição altamente profissionalizada, com comando vertical plenamente qualificado, onde, sabe-se, ninguém atinge os altos postos hierárquicos sem estar devidamente preparado, com longos anos de estudo e avaliações rigorosas, onde a disciplina e a hierarquia de comando são atributos essenciais ao seu funcionamento, pode-se imaginar as imensas dificuldades das lideranças militares com a poderosa máquina burocrática do Estado brasileiro. Somando-se a isto, o forte preconceito cultural do estamento militar com a classe política, agravado pela divisão maniqueísta entre os ”homens bons” e os “corruptos e subversivos”, vigentes no contexto da Guerra Fria.  No exercício do pleno comando do país, supor as FFAA atuando como frente política coesa, unida em seus objetivos institucionais, livres de todo tipo de dissidência ideológica, seria uma suposição no mínimo ingênua. Até  mesmo o consenso sobre “Segurança Nacional” estava longe de ser uma unanimidade  por conta das  naturais divisões entre os integrantes da “Linha Dura” e os “Esguianos” da Escola Superior de Guerra (ESG). Dos cinco generais presidentes, pode-se incluir os generais Castelo Branco e Ernesto Geisel como integrantes do grupo ESG e os generais Costa e Silva e Garrastazu Médici como expoentes da “Linha Dura”. O general João Batista Figueiredo compunha uma espécie de neutralidade entre os dois grupos, embora com muitas afinidades com o grupo da ESG.

3)      Cada um dos governos militares teve as suas características próprias. Um ponto comum os uniu, entretanto: o uso descontrolado dos métodos de exceção, denominados “Atos Institucionais”, geralmente aplicados a situações político  eleitorais desfavoráveis ao sistema. Dessa forma, perpetuava-se o autoritarismo e o regime de exceção.



Pergunta: "O que é a Quinta-feira Santa?"

Resposta:
Quinta-feira Santa é a quinta-feira da Semana Santa, um dia antes da Sexta-Feira da Paixão (a quinta-feira antes da Páscoa). Quinta-feira Santa é o nome dado ao dia em que Jesus celebrou a Páscoa judaica com Seus discípulos, esse evento também é conhecido como a Última Ceia. Dois eventos importantes são o foco da Quinta-Feira Santa.

Em primeiro lugar, Jesus celebrou a Última Ceia com Seus discípulos e assim instituiu a Ceia do Senhor, também chamada de Comunhão (Lucas 22:19-20). Algumas igrejas Cristãs celebram um culto de comunhão especial na Quinta-Feira Santa em memória da Última Ceia de Jesus com seus discípulos. Em segundo lugar, Jesus lavou os pés dos discípulos como um ato de humildade e serviço, criando assim um exemplo de que devemos amar e servir um ao outro em humildade (João 13:3-17). Algumas igrejas Cristãs realizam uma cerimônia de lavagem de pés na Quinta-Feira Santa para comemorar Jesus lavando os pés dos Seus discípulos.

A quinta-feira santa também se refere ao comando que Jesus deu aos discípulos na Última Ceia, o de que eles deveriam amar e servir uns aos outros. Devemos celebrar a Quinta-feira Santa? A Bíblia não proíbe nem comanda. É uma coisa boa lembrar-se da Última Ceia e do sacrifício de Jesus a nosso favor. É uma coisa boa lembrar-se do exemplo de humildade do Senhor. No entanto, ao mesmo tempo, devemos evitar os rituais vazios de feriados a menos que sejam verdadeiramente centrados em Deus e no nosso relacionamento com Ele.